Retorno

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O respeito ao próximo é o investimento com o maior retorno sobre o capital humano.

A jornada da vida revela que certas dores, de tempos em tempos, parecem tentar um retorno com outra roupagem. São situações ou retornos que chegam com palavras novas, promessas refeitas, mas que, na essência, carregam o mesmo olhar que um dia feriu a alma.

"Invisto em tesouros que a traça não corrói, sabendo que o maior retorno sobre investimento (ROI) é uma vida transformada pelo meu propósito."

Ajudar o próximo é o melhor investimento: o retorno vem em gratidão e paz.

"A vida não conhece retorno. Cada idade é única, cada dia é irrepetível, cada oportunidade nasce e se consome no instante em que passa. O tempo não se detém para que o homem refaça seus passos. Ele segue silencioso e inexorável, transformando o presente em memória. Por isso, viver com sabedoria não é desejar o passado nem esperar indefinidamente o futuro, mas acolher o momento que nos é dado, como quem reconhece que a existência se cumpre no instante vivido com consciência. O que deixamos escapar não volta e o que vivemos com inteireza torna-se parte da nossa eternidade interior."

Cada oração lavada pela água é como um retorno ao berço da alma, onde a inocência repousa e o mistério divino se revela.

O ENIGMA DO RETORNO


Lancei a rede para dentro de mim, esperando encontrar respostas. Quando a puxei, só havia o brilho escorregadio de peixinhos voláteis; sem início, meio ou fim.
Lu Lena

Eu não sei a que velocidade anda a lei do retorno, sei apenas que ela existe e mais cedo ou mais tarde chega.

“O corpo cansado não pede cobrança; pede escuta, repouso, alimento, respiração e retorno ao próprio centro.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A descida ao inconsciente não é fuga da realidade; é retorno ao lugar onde a realidade começou a ser sentida antes de ser compreendida.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

​"Sorte é acaso. Retorno consistente sobre negócios sólidos é pura matemática."
— Laerson Endrigo Ely, no livro O Método R.E.N.D.A. de Investimentos.

"Não deixemos de perdoar, pois o melhor de tudo é jamais precisar vermos a lei do retorno acontecer, a quem nos prejudicar. Não é da nossa conta!"

"A jornada de ser gente de verdade é o retorno ao nosso estado mais íntegro. Deixamos de ser imitações para nos tornarmos expressões únicas da vida"

Doa sem fazer conta
Perdoa sem esperar retorno
Diz “eu te amo” sem adiar
Antes que seja tarde demais
E busca ser feliz, porque
A gente morre
E fica tudo aí

Estaremos sempre certo, fazendo as Boas e as Más escolhas, porém a Lei do Retorno é Justa.

Quem foge da dor sem vivê-la abre caminho para seu retorno.

O Retorno ao Essencial


No meio de tanto barulho moderno, algo curioso tem acontecido.
Enquanto o mundo corre, apita, notifica e exige respostas imediatas, há gente fazendo o caminho inverso.
Desliga o excesso.
Desacelera o passo.
E volta.
Volta para o campo.
Volta para o simples.
Volta para aquilo que não precisa de explicação sofisticada para fazer sentido.
O campo não tem pressa.
Ele não compete com ninguém.
Não disputa audiência.
Não busca curtidas.
Não precisa provar nada a ninguém.
Ali, o dia nasce devagar, como quem respeita o tempo das coisas.
O sol não acelera.
A chuva não pede licença.
O vento apenas passa, como sempre passou.
E a vida segue um ritmo antigo, quase esquecido pelos que vivem entre telas e notificações.
Curiosamente, muitos que viveram anos na correria das cidades estão começando a perceber algo que sempre esteve diante deles, mas nunca foi ouvido com calma:
a paz não está na velocidade, mas na ausência de pressa.
E assim, aos poucos, surgem histórias de pessoas que trocam o excesso pela essência.
Trocam o trânsito pelo silêncio.
Trocam a disputa pela convivência.
Trocam a necessidade de estar certo pela vontade de apenas estar em paz.
No campo, ninguém pergunta se você está vencendo ou perdendo na vida.
Pergunta-se se você dormiu bem.
Se a chuva veio na hora certa.
Se o milho nasceu.
Se o café está bom.
Se a tarde está tranquila.
A modernidade, por outro lado, parece ter transformado tudo em competição invisível.
Quem sabe mais.
Quem fala melhor.
Quem aparece mais.
Quem se destaca mais.
Quem responde mais rápido.
Quem produz mais.
Quem vive menos.
E no meio disso tudo, o ser humano vai se desgastando tentando acompanhar um ritmo que não foi feito para ele.
Talvez por isso o campo esteja chamando novamente.
Não com gritos.
Mas com silêncio.
Um silêncio que não cobra desempenho.
Um silêncio que não exige explicação.
Um silêncio que simplesmente acolhe.
Há algo profundamente libertador em não precisar estar certo o tempo todo.
Em não disputar cada opinião.
Em não transformar cada conversa em batalha.
No campo, a vida ensina outra lógica.
A terra não discute.
A semente não questiona.
A chuva não negocia.
Tudo apenas acontece no tempo certo.
E isso, por si só, já basta.
Enquanto isso, lá fora, a inteligência artificial responde perguntas, organiza ideias, escreve textos e resolve problemas em segundos.
Mas não conhece o cheiro da terra molhada depois da chuva.
Não conhece o som de um galho estalando no silêncio da manhã.
Não conhece o descanso de olhar o horizonte sem pensar em produtividade.
E talvez por isso, mesmo cercado de tecnologia, o ser humano comece a sentir falta de algo que nenhuma máquina consegue simular:
a simplicidade de existir sem ser avaliado o tempo inteiro.
No campo, as pessoas estão voltando a valorizar o que não se mede.
O café feito devagar.
A conversa na varanda.
O pôr do sol sem fotografia obrigatória.
O trabalho que cansa o corpo, mas alivia a alma.
A presença sem pressa.
A paz sem explicação.
Não se trata de fugir do mundo moderno.
Mas de não ser engolido por ele.
De usar a tecnologia sem ser usado por ela.
De viver conectado ao mundo, sem se desconectar de si mesmo.
Talvez o maior luxo da atualidade não seja ter mais.
Mas precisar de menos.
Menos barulho.
Menos disputa.
Menos aparência.
Menos urgência.
E mais vida de verdade.
Aqueles que voltam ao campo não estão necessariamente desistindo da modernidade.
Estão apenas escolhendo o que ela não conseguiu oferecer:
tranquilidade.
Equilíbrio.
Presença.
E uma forma mais leve de existir.
No fim, não importa tanto estar certo ou errado.
Nem vencer ou perder.
Nem aparecer ou desaparecer.
Importa apenas viver com o coração em paz.
E talvez seja isso que o campo, com sua simplicidade silenciosa, ainda ensina melhor do que qualquer outro lugar:
a vida não precisa ser uma disputa constante.
Ela pode ser apenas um lugar de descanso para a alma.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

O mundo em desalinho, e ela sendo o meu único ponto de retorno.

⁠Garagem vazia


Retorno de um de um destino planejado e encontro a garagem que antes repleta de carros, agora em um abundante vazio.


O esvaziamento provocado pela data que marca o dia do presente evento, sugere que aqui órfãos não moram.


Memorável dia das mães, que faz unir em um demográfico espaço, gerações, que por quadras, bairros, cidade, estados vivem distanciados.


É dia de celebrar, de relembrar o passado e homenagiar aquelas que com todo cuidado, amaram a missão por Deus ourtogada de amar, criar e educar cada semente inocente.


Valorizar é dever diário, expressar gratidão é obrigação, mas o que marca o dia aqui mencionado, é a celebração que trás alegria e união.


Mãe, não há uma melhor que a sua, por isso filhos, o óbvio também precisa ser dito.


Imensurável papel exerceram e ainda exercem para aqueles ainda gozam de sua presença, hà aquelas que souberam expressar, hà aquelas exageraram, e as que limitadas por suas feridas emocionais só puderam dar o que tinham, mas todas sem exceção, são as mais dignas de profunda gratidão, merecem ser lembradas , presenteadas, cuidadas e homenageadas.


Por isso, digo a todos que ainda podem, esforça-te para demonstrar, dizer que se importa é honrar e cuidar, seja presente, diga obrigado, e o eu te amo, demonstrado e falado.


E para turma dos órfãos, a qual me incluo, resta a lembrança, e o profundo respeito e muito carinho por todas que vivem, mesmo não sendo nossa.


Feliz dias das mães, que os carros das vagas vazias, encontrem seu espaço, e filhas e filhos com suas mães estreitem laços.


Júnior Oliveira.

“Faça o bem, sem olhar a quem, que o retorno vem.⁠”