Renúncia
Reflita sobre o que vale a pena permanecer e o que você deve deixar ir. Lembre-se que em algumas poucas renúncias poderemos ter ganhos surpreendentes.
"Os que ainda não aprenderam amar, são os que maltratam as criações de Deus. Não respeitam a Natureza, os animais, os direitos e corações dos próprios irmãos. Não sejamos iguais a eles. Se temos uma noção da espiritualidade, temos também o respeito pelas diferenças e pelos sentimentos, a paciência e humildade com as pessoas difíceis e arrogantes e a renúncia que tudo pacifica."
Para você dominar o foco e através dele conseguir progredir, obviamente você terá que dizer "não" para a maioria das coisas que surgirem.
Não é através de roupas (capa) que a humildade se retrata.... Ela é sutil, não pode ser vista nem ouvida... Está contida no silêncio da renúncia, no desapego da compreensão, no encantamento do perdão.
“O amor é compromisso e entrega. Quando amamos deixamos que nossas decisões sejam tomadas de acordo com o que fará bem ao outro, com que o deixará feliz. O amor nos dá a possibilidade de renunciar a algo que mais desejamos para que o outro seja feliz.
(Nada é Impossível)
Enquanto você continuar a ser quem você é, nunca vai chegar a ser o que pretende. Toda mudança depende de renúncia.
Posso te amar uma vida inteira, mas não quero ver-te amar outra pessoa que não sejas eu.
Amor é renunciar para ver a felicidade do outro.
Cada vez que renuncio a algo de momento que eu quero agora, me realizo lá na frente.
Renunciar o que quer que seja, não significa que você vai deixar de fazer, apenas está preparando para outras grandes coisas.
Pode até odiar cada minuto da decisão de renúncia, mas diga para si: Não desista!
Sofra agora um pouco esse pesadelo, e depois viva o resto de sua vida realizando seus sonhos.
"Existe um abismo entre as razões do Buda no seu menosprezo da mente e as da maior parte dos modernos «gurus». Aquele tinha-a superado; estes simplesmente negam-na porque não conseguiram desenvolvê-la ou desembocaram num caminho sem saída e não se atrevem a confessá-lo a si mesmos e muito menos aos demais. Existe uma grande distância entre o rei que se faz de mendigo e o mendigo que não pode deixar de o ser; um renuncia, o outro conforma-se. No primeiro acontece um acto de vontade, no segundo de derrota."
Não há nobreza em sofrer pelos próprios erros; a verdadeira honra está na dificuldade de renunciar aos desejos para fazer o que é certo.
