Renascer Carlos Drummon de Andrade
E se me perguntam quem sou, digo: sou apenas mais um personagem, O palhaço que se mascara quando tira a máscara, "liso que nem quiabo"!
Aqueles, nossos críticos, zombam-nos por ter um livro em mãos na hora da aula, estão nos pedindo para ser hipócritas, e fingir ser dono do pensamento expressado. Quando com o livro, sou o produto do livro e sem o livro sou o subproduto dele.
Quando me sinto cercado de incompetentes, torno-me um deles, a contaminação é inevitável, ou melhor, escolho um personagem para me camuflar!
Sou concursado, com muita honra, e, se Deus quiser, procurando agir sempre com honestidade, pretendo continuar trabalhando até o final da minha vida.
A lei tem que começar em algum lugar, onde os ladrões roubaram pela primeira vez, senão continuarão...
Eis o segredo da ARTE de CANTAR bem. TOCAR o coração e a alma das pessoas. Se fizeres isso. Sinta-se realizado.
Não se prive e nem prive as pessoas de compartilharem com você a felicidade.
Sorria, cante e dance mesmo que sozinho, a felicidade é uma opção e o sofrimento não é uma sentença. Como dizia Carlos Drumond de Andrade: " A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional." Então faça a opção de não se lamentar pelas perdas e sim festejar as conquistas. Acredite mais em você e não deixe a vida passar em pequenos detalhes.
Seja Feliz
Muitas pessoas não sabem o que é isso: Lealdade! Mas pela simples extração do pai dos burros podemos identificar o que é:"Franqueza; sinceridade;Retidão; probidade." não é difícil ser leal, mas é algo inato, ou seja, nasce com a pessoa, é ou não é!
Ao iniciar o caminho levamos conosco nossas "mochilas", pesadas "mochilas", por mais que tentemos nos desprender, nos desapegar de coisas mesmo assim muita carga ainda carregamos em nossas "mochilas" e com o aprendizado e a vivência do caminho vamos descarregando as "mochilas", vamos nos desapegando de coisas que apenas nos cansam e não nos trazem nada de bom, apenas a dor do cansaço de carregar aquele peso desnecessário.
Ao terminnar o caminho a "mochila" está tão leve que a carregamos como parte do nosso corpo e nem mais sentimos o seu peso, porque o peso agora da "mochila" é apenas o nosso alicerce, aquele que não podemos nos desprender, pois se assim o fizermos derrubaremos a nós mesmos.
Como são farristas os irreflexivos, vejo aqui a alegria carnavalesca, sem causa. Como é fácil pintar a religiosidade imposta com fútil brilho dos fogos!
Porém, chegando lá, está um professor ajustado para trabalhar com a maioria sem o principal objetivo, faz-lho "amassar barro" em nome da uniformização, aprendendo o que já sabe. Uns esperando pelos outros. O progresso é proibido para os avançados.
