Religião
Qualquer pessoa que está dentro de um profundo sofrimento, à beira da morte ou sei lá o quê, fica mística. Nessas horas, a gente apela pra tudo. Não que eu tenha me convertido à religião católica, mas estava acreditando nas simpatias, nas abobrinhas populares.
Eu sou desses
Motorista da minha vida
Não sou esses
Que vai e volta. Minha viagem é só de ida
Eu apareço e desapareço
Mudo e me reinvento
Nascendo e renascendo
Nunca me contento
Eu sou desses bicho do mato
Cheio de gíria e não sei de nada
Gosto de campo e sou um agricultor nato
Eu sou desses da cidade
Gosto da tecnologia e da evolução
Não me importo muito com a idade
Desde que sempre tenha uma revolução
Eu sou desses religiosos
Sempre estou em uma igreja
Do grupo de cristãos rigorosos
De nada adianta viver se não é Deus que você almeja
Eu sou desses pagãos
Faço bruxarias e cultuo os deuses
Os bruxos e bruxas são meus irmãos
E estou nisso a meses
Eu sou a indagação
A pergunta, a dúvida e a questão
Sou a rebeldia fora do padrão
Sou o religioso sem religião
O rico sem um tostão
O popular dançando com a solidão
Eu sou o que dá na telha
Não me prendo em conceitos de lobo e ovelha
Eu formo o meu próprio mundo
Crio conceitos rasos ou muito profundos
E se eu não me contentar, eu destruo
E começo tudo outra vez...
Não podemos ser espectadores da vida fingindo ser alguma coisa que nunca seremos, pois somos arrogantes demais para perceber que a riqueza, beleza e belos discursos são efêmeros.
O que fica é a fé e o trabalho!
Sua fama, seu nome, sua sabedoria e sua idade de iniciação ou confirmação de nada servem se você não consegue ser bom e sem interesses com o próximo.
Cada um sabe da sua meta, eu quero ser reconhecido pelo sagrado.
E você?
"Carta À Luz"
Cara Luz Que Me Ouve
Senhora Luz Que Me Ilumina
Torturante Luz De Minha Escuridão
Perdido Pelos Teus Caminhos...
Eu Sofro
Ainda, Não,
Estou Morto
Peço Que Venha
Me Iluminar...
Leon Nunes Goulart
"Fé não se discute", dizem alguns. Então discutimos sobre o sagrado como objeto de fé em questão, digo eu. Pois fé não é problema, o perigo estar em esperar pelo que não existe.
Matheus 24:10 está se cumprindo...
A fome e a miséria assolam a África. No Brasil, não é diferente... somos geridos por gananciosos que tiram do povo o sonho de uma vida digna, diante de tantas catástrofes, sociais e naturais. Não adianta falar em tolerância entre religiões e políticas públicas. Enquanto um dos lados comemora o incêndio de Notre Dame, outros matam, muitas vezes de fome ou decapitando milhares de cristãos todo ano em nome da fé e da ganância.
O multiculturalismo é a vaselina para os submissos! Nada mais...
Oremos. Somos um misto de bem e mal na Terra.
Quando se exita em destronar o que tem apenas aparência de bom, certamente será destronado pelo que realmente é maligno.
Se não fossemos seres chorões, nossos lacrimais não produziriam tanto durante sentimentos de tristezas. Tanto rir como chorar faz bem aos seres humanos.
O desinteresse dos governantes por suas obrigações com o povo é resultado de mentira, pois quem foi eleito não é ou nunca foi um governante, apenas um ladrão que planta esperança para roubar os frutos dela posteriormente.
"A história nos conta que o Dragão usou poderes políticos e religiosos para oprimir e perseguir o povo de Deus.Na profecia dos últimos dias não será diferente."
"Sentindo-se como um peixe fora d'água?
normal, outros cristãos genuínos e sinceros passaram pelo mesmo caminho."
Hoje a fé e a política são uma coisa só – disse ele. – Talvez sempre tenha sido assim, mas é algo que parece haver atingido novos extremos em nosso século conturbado, não acha? A religião de um homem me diz onde está sua lealdade política, muito mais do que sua terra natal ou sua língua. Neste reino há muitos ingleses destemidos que têm mais amor a Roma do que você, Bruno, ou do que eles nutrem por sua própria rainha. No fim, porém, a fé não é meramente política. Acima de tudo, existe a questão da consciência particular do homem e de como ele se colocará diante de Deus. Fiz coisas em nome de Deus que terei que justificar perante Ele no Juízo Final.” – (Diálogo entre Sir Francis Walsingham ministro da Rainha Elizabeth e Giordano Bruno)
