Relacionamento Interpessoal
Percebo uma analogia entre como as pessoas veem seu relacionamento com Deus e a dinâmica entre um patrão e seu empregado. Algumas pessoas encaram Deus como uma ajuda necessária para auxiliar, organizar e resolver problemas, mas mantêm uma distância que implica certas limitações, tais como não interferir na vida pessoal, não expressar opiniões ou impor ideias, evitando a intimidade e um convívio social e informal, a menos que seja realmente necessário. A relação parece como algo estritamente profissional, sem um vínculo ou participação mais efetiva na vida diária.
A maioria das pessoas acredita na existência de Deus, só não consegue ou não sabe se relacionar de fato com ele.
Eu não tenho problemas de relacionamento com a diversidade. São as pessoas que tem problemas ao se relacionarem com a diversidade que eu sou.(Walter Sasso - Autor dos livros "Sem Denise e Dobra Púrpura")
Quando a pessoa, seja na família ou seja em um possível relacionamento ou seja numa amizade, pede a você o "seu" superficial não tente e não gaste com ela o seu "profundo". Essa pessoa aprendeu a viver com pouco e o seu muito poderá não significar nada.
E POR FALAR EM QUEM FALA...
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Lido com as pessoas de meus relacionamentos, dentro de suas condições pessoais de conviver comigo. Sempre acho, embora muitas vezes equivocado, que tenho bem mais elasticidade para recebê-las, com suas variações de comportamentos, do que elas a mim.
Com algumas pessoas me permito ser essencialmente quem sou, em todas as minhas esquisitices, manias e charadas. isso tem muito a ver com a confiança de ambos os lados. E acredite; para lidar comigo, há que se ter muita confiança; tanto em mim, quanto em si próprio.
Com outras pessoas, para seu próprio bem, já me permito podar um pouco, se houver algum compromisso de convivência. E com outras mais, externamente nem sou quem sou, pelo quanto me adéquo, me ambiento e me aparo, no caso de ser especificamente necessário conviver.
Não sou falso. Ser falso é fingir para ter vantagem, trair ou prejudicar alguém em determinado momento, como jamais será meu caso. Apenas reconheço que não sou de fácil compreensão. Nem aceitação. Nem discernimento. A depender de com quem convivo, é necessário eu mesmo proteger essa pessoa de minhas nuances; minha liberdade; minha integralidade vivencial. Preciso estar menos eu, naqueles momentos que me põem próximo de quem não tem condições de conviver com as minhas verdades.
Então às vezes mudo. Não a identidade, mas a forma de apresentação. Isso acontece quando concluo, depois de muita convivência e observação, que a pessoa em quem confiei ao ponto extremo de não ter segredos, formalidades, e assim estabelecer uma entrega honesta e desarmada, não entendeu o contexto e o tamanho do afeto. Não houve qualquer entendimento de minha falta de noção.
É aí que acerto o compasso. Passo a ser para tal pessoa, o que ela pede que seja, desde que isso não me descaracterize para mim mesmo, ao que seria melhor o rompimento definitivo. Pense bem. Pense muito bem, antes de se permitir conviver com alguém tão cru. Tão sem cozimento, confeitos e aparatos.
Cumplicidade não é a mesma coisa que “amizade”.
Relacionamentos, precisam de pessoas com pensamentos éticos para entender a “realeza” de uma confiança.
A ideia de respeito ao outro, é gerada pela consciência por ser a “verdade” de cada “pensamento”.
Nossos pensamentos são nossas “verdades”.
O consciente de pessoas ingratas, nunca estarão relacionados com a anterioridade dos fatos passado!
Os interesses quando excluem a “verdade e a sinceridade” em um relacionamento interpessoal, levam o sepultamento de um “caráter” quando este é, apenas uma máscara feita com “papel machê” — em francês “papier mâché”, que significa “papel mastigado” devido a soberba pela falta de lealdade.
Não há como sustentar um relacionamento apenas com base em interesses pessoais. Um relacionamento não pode ser apenas uma casa com regras; é preciso ser um lar, onde reinem a paz e a tranquilidade. Relacionamento é a arte de saber interpretar a linguagem do amor.
Relacionamento Feliz e Duradouro
Um relacionamento feliz e duradouro começa com duas pessoas que se amam e se respeitam mutuamente. Quando cada um está em paz consigo mesmo e se valoriza, ambos podem contribuir com o melhor de si para o relacionamento.
Comunique-se abertamente sobre seus sentimentos, expectativas e preocupações.
Aprecie as diferenças e trate o parceiro com consideração.
Estabeleça uma base sólida de confiança mútua.
Esteja presente tanto nos momentos bons quanto nos ruins, oferecendo apoio emocional.
Dedique tempo de qualidade juntos para criar lembranças e fortalecer o vínculo.
Lembre-se de que um relacionamento é uma jornada contínua de crescimento e aprendizado conjunto.
"Somos e seremos a média das cinco pessoas que nos relacionamos, portanto nos cerquemos de pessoas que possuem princípios, amor à família, amor ao próximo, que desejam crescer em conhecimento, prosperar honestamente e sobretudo que ame à Deus sob todas as coisas"
Muitas pessoas tentam ter um relacionamento íntimo com Deus, mantendo uma relação hostil e insossa com as pessoas.
Um sorriso abre portas para a comunicação e o relacionamento das pessoas, porém se for falso as portas serão fechadas.
Durante o nosso relacionamento com as outras pessoas precisamos entender que, cedo ou tarde, temos de perdoar suas ofensas ou suplicá-las o nosso perdão, porque somos imperfeitos.
No início de alguns relacionamentos a gente julga fácil as pessoas até que descubram que elas poderiam também nos julgar pelos mesmos comportamentos.
Líderes afetivos eficazes se relacionam com pessoas que captam sua atenção e mostram uma boa comunicação para que elas o possam seguir.
Dê o devido valor ao seu relacionamento com as pessoas quando elas investem confiança em seu procedimento.
Se as pessoas corrigissem seus fracassos, seus relacionamentos seriam afirmativos, duráveis e promissores.
