Refúgio
Os sentimentos são nosso refúgio e nossa certeza. Nossa intuição mais profunda. Mas o fato de sentirmos algo, não significa por si só que isso seja verdade.
"A mente pode ser tanto um refúgio quanto uma câmara de tortura, dependendo dos pensamentos que escolhemos cultivar."
Eu te escolhi... Eu te escolhi pra ser o Amor da minha vida,o meu refugio, o meu alicerce & a Solução de tudo...
Eu te escolhi por que Eu Te Amo... Amo como nunca amei uma outra pessoa antes...
Te escolheria Mais Mil vezes fosse necessário. Apenas você e Eu.!
Raiane Rhianna
"Na escuridão da noite é onde me refugio... o tempo passa e a saudade... essa aumenta à medida que avanço... meu caminhar é feito de pedrados e degraus com espinhos ferozes...!"
(Luísa Zacarias)
Eu Quero Ser Teu Refúgio Nos Dias Ruins, Nos Dias Que Você Quiser Fugir De Si Mesma Ou Do Mundo. Eu Quero Ser O Teu Lar Pra Te Abrigar Nos Dias Frios, Eu Ser Tua Morada Segura.
Em tempos de ódio e armamento eu me refugio no amor e na tolerância e sigo no sonho de um país melhor, com mais igualdade social e respeito às diferenças culturais e religiosas.
Presa neste rebanho, busco refúgio
para meu pensamento de sempre.
Tão incompleta,
tão desvairada,
vou percorrendo
e me sufoco nos mares
deste sentimento sem vida.
Sinto-me perfurada por dentro
e me afogo neste rio de incerteza.
Ouço o ruído de muitas águas
e acredito ser o descanso
para esta alma que soluça incansavelmente.
Não me encontro nos meus ideais;
não posso lastimar minha razão
porque não há sentido nos meus passos.
Outra vez, percorro rios
e me encontro novamente no mesmo labirinto.
Vivemos tempos de sombras densas, onde o silêncio se faz refúgio e a palavra, um risco. A polarização ergue muros invisíveis, transformando o espaço comum num campo minado, onde cada sílaba pode desencadear tempestades. A liberdade de dizer torna-se miragem, ofuscada pela luz cortante da ofensa fácil.
Já não se pode abrir a boca sem que o ar se torne pesado, sem que as palavras sejam distorcidas, mal entendidas, censuradas. O diálogo, esse fio frágil que nos liga, estica-se até quase romper, ameaçado pela intolerância travestida de zelo. A palavra "tolerância" soa como uma piada amarga, dissipada no vento.
Onde antes floresciam debates, agora restam trincheiras. Cada opinião, uma bandeira; cada silêncio, uma suspeita. O medo de falar cala, sufoca, e a liberdade de expressão definha, encurralada pela vigilância implacável da hipersensibilidade. Escolhem-se as vias do ódio e da vitimização, em vez do entendimento.
A revolução necessária não brotará dos campos férteis; precisa de um terreno mais árido, onde as mentalidades sejam forçadas a mudar. Promessas de liberdade, por vezes, tornam-se prisões de benevolência, incapazes de curar as feridas que se agravam nas sombras do ressentimento.
No entanto, é preciso lembrar: a verdadeira mudança exige sacrifícios além das escolhas fáceis. É preciso confrontar a feiura que evitamos, a dureza das verdades que recusamos. Precisamos de uma revolução de mentalidades, um despertar que não virá sem dor, sem ruptura.
Nas fissuras da polarização, o ódio e a vitimização germinam, sufocando a esperança. Mas talvez, nas ruínas do diálogo, possamos encontrar a semente de uma nova compreensão, forjada no fogo da necessidade.
A liberdade, essa ave ferida, não alçará voo sem luta. E nós, perdidos entre sombras, devemos decidir: permanecer na escuridão confortável ou enfrentar a revolução que os tempos exigem.
Em meio a incerteza, o silêncio se torna meu refúgio, onde as dúvidas encontram paz para se dissipar.
Ela não era fã daquela palavra. Muitas vezes era o refúgio de homens fracos, zangados com mulheres fortes.
Qual seria o motivo de ainda insistir na vida? Eu sangro por dentro, busco refúgio em um qualquer, ofereço minha alma em troca de nada... O motivo? Falta de coragem. Busco nas minhas fraquezas, motivos para me manter em pé, sabendo que meus sonhos eram apenas invenções, de um mundo que não existe.
A imaginação é o refúgio da realidade,
exploração da liberdade,
criação de cada individualidade.
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
Quando estamos em dias de aprisionamentos sejam por intempéries, refugio obrigatório, enclausuramentos e medo...
Parte de cada ser uma luta incansável por querer sair por ai, muitas vezes sem rumo...
... é, o eu menor.
O pássaro que acabou de empenar-se e quer testa-las.
Porém sem a velha cautela ou calma pode-se acabar no despenhadeiro da tolice e fatidicamente desaparecer antes do encomendado ou encontro marcado com a vida
