Reflexão sobre a Morte
A morte do amor
Para que o amor não fique insosso
Não dure somente uma canção
Não passe de uma paixão
Sou capaz de planejar anos e anos em solidão
Multiplicar tudo que for tangível
Segurança à união
Depois, concretar a alma e o coração
Alicerce para uma duradoura relação
Os desatinados não acreditam nisso
Acham que, se existe amor, mora-se até no lixo
Não existe amor que dure
Quando falta o tostão
Dói tanto outros órgãos do corpo
Que se esquece o coração
Morre a afeição.
"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria
mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me
consolam" (Salmos 23:4.
Na época das carroças de duas rodas, puxadas por cavalos, um
homem estava seguindo por uma estrada perigosa. Em um lugar
muito estreito, a esposa ficou assustada e segurou a rédea mais
próxima a ela. Seu marido, calmamente, passou a outra rédea para
que ela guiasse a carroça. Mais assustada que antes, ela disse: "Oh,
não faça isso, eu não sou capaz de guiar." Ele respondeu: "Duas
pessoas não podem conduzir o mesmo cavalo; ou eu dirijo, ou você
dirige." Ela, então, entregou as rédeas para ele que conduziu a
carroça em segurança pelo caminho difícil, ultrapassando todo o
perigo.
Quem está dirigindo a "carroça" de nossas vidas? Nós mesmos ou o
Senhor? Estamos entregando as rédeas nas mãos de Deus, confiando
que Ele é poderoso para nos guiar em segurança, mesmo nos
caminhos mais difíceis e pedregosos ou sempre procuramos dar uma
"ajuda" a Ele? Não podemos dizer que confiamos no Senhor apenas
um pouco -- ou cremos plenamente nEle ou não cremos!
Se tudo vai bem, devemos deixar o Senhor nos conduzir por águas
tranquilas. Se as coisas não vão bem, devemos confiar no Senhor
para nos guiar através dos vales de angústia e aflição. Em todos os
momentos e em qualquer situação, ninguém sabe dirigir melhor a
"carroça" de nossas vidas espirituais.
Quem crê não tem medo, descansa. Quem confia não perde jamais a
esperança, segue em frente. Quem se abriga sob as asas do Altíssimo
só experimenta regozijo e felicidade.
Entreguei as rédeas de minha vida ao Senhor Jesus. Ele é o Grande
Condutor!
nene policia
O segundo sintoma da morte de nossos sonhos são as nossas certezas. Porque não queremos olhar a vida como uma grande aventura a ser vivida, passamos a nos julgar sábios no pouco que pedimos da existência. E não percebemos a imensa Alegria que está no coração de quem está lutando. "
Um Dia a Morte sentará ao meu lado, e se ela me disser seu tempo acabou!
Minha resposta será:
“Se meu tempo acabou, então que seja com honra. Mas antes de me levar, quero saber: você veio me buscar porque cumpri minha missão… ou porque desisti dela?”
A morte é a unica nivelação de todos os homens, neste aspecto não exite alguém diferente, pois todos morrem.
Será que amanhã eu vejo o Sol raiar?
Ou a morte vem ou eu deixo ela me levar?
VIDA E MORTE
"Muitos pobres de coragem e audácia, se apegam a vida e por isso morrem cedo, como miseráveis, com uma vida miserável.
Mas há aqueles cuja a ambição é tão verdadeiramente pura, que se apegam a morte, com sua certeza inevitável.
Por isso amam, descobrem, inventam, desfrutam, por isso vivem."
AMOR E DESEJO
"Não desejo você, pois o desejo foi atrelado a morte, para que os homens pudessem matá-lo, entrego a você o meu amor, pois foi atrelado a vida, para que pudéssemos vivê-lo."
Espero a morte nos soluços da vida, e quando engasgo com os desabafos, busco socorro no amargor das lembranças doloridas.
“Toda vez que enfrento um dilema pratico o exercício de minha morte.
Na minha cabeça só assim se é possível enxergar as próprias vísceras.
A morte, ainda que encenada, me garante esse distanciamento necessário para não me deixar corromper com o objeto ou assunto por mim observado.
Só morto consigo ser imparcial.”
Pela palavra tudo se fez.
Pela palavra nasce a esperança mesmo depois da morte.
Na palavra perdidos encontraram um lugar seguro.
Pela palavra o cego enxerga sem ver
Pela palavra um coxo caminha imóvel
O milagre não está na cura.
O milagre está na palavra.
Quando o verbo se fez poeta a poesia virou sinônimo de Deus.
Meu Eclesiastes 7:2
"A percepção de uma finitude, pluraliza.
A morte é a régua que nos nivela!
O desejo de ser singular precisa gerar revolta interna. Por sermos seres finitos, precisamos buscar aquilo que é eterno."
