Reflexão de Tempo
Nos vastos abismos do pensamento, duas estrelas brilham intensamente. Cada uma com seu próprio brilho, sua própria luz. O céu que as une é vasto, mas as distâncias são reais. Às vezes, elas se alinham, e a noite se torna um espetáculo raro. No entanto, o curso do universo não muda, e cada estrela segue seu caminho predestinado...
A beleza está no momento, efêmero e intenso, onde duas luzes se encontram e dançam, sabendo que a eternidade não é seu destino, mas o brilho compartilhado, mesmo que por um instante, vale a jornada.
O tempo não apaga nada, apenas enterra; e o que foi mal resolvido sempre encontra um jeito de ressurgir.
Nunca se deixe decair, mas sempre se permita elevar, lembrem-se que a vida é passageira então nunca deixe de sonhar.
E quando levantar lembre-se que, não importa a cor do céu quem faz o dia é você!
Ando na contramão. Trilhando meu próprio caminho. Vou devagar, no meu ritmo, no meu tempo. Vou enfrentando minhas lutas e vou vencendo aos poucos...
Posso não parecer grande coisa aos seus olhos, mas sou bem mais do que você enxerga e bem maior do que você imagina.
O problema é que a gente sempre espera que o outro dê o primeiro passo para que possamos dar o nosso, e assim a gente vai tropeçando em nossas próprias pernas e o relógio voa com os seus ponteiros derradeiros como num galopar de cavalos selvagens e misteriosamente imponentes aguardando o apito para a corrida do meu e do seu tempo.
Não adianta achar que está difícil demais, entenda que tudo está exatamente como está e que tudo é. Independentemente dessas horas paradas que tua alma em letargia se encontra, olhe para o relógio da parede pois é nesse teu suspirar de agora que os ponteiros da vida começam a andar. Então, levanta e anda!
O tempo brinca conforme o suspirar da vida, aí o passarinho sobrevoa o ar que acabas de soltar e canta...
A vida e o Facebook tem algo em comum: - A gente sempre "oculta" alguma coisa na nossa "linha de tempo”.
Aninho os meus sonhos no peito, e envergo minha alma para que se encaixe em meu corpo que aos poucos vai perdendo a elasticidade da juventude, e na penumbra do quarto saem pensamentos borrados que pintam vitrais disformes do tempo...
Aí o tempo resolve brincar de esconde-esconde e a gente correndo atrás tentando achar o esconderijo de nossas vidas...
O mundo está girando invertido, e estamos sendo sugados por essa energia funesta e sombria, num prenúncio de um fim chegando ou um novo início se aproximando...
