Reflexão Autoconhecimento
... o autoconhecimento
é mais voluptuoso dos afrodisíacos
aguçando nossa relevância e obstinações...
Remediando ocasionais e não menos vexatórias crises de impotência geradas
por toda ansiedade e desprazeres
do instinto!
... a aplicada
busca pelo autoconhecimento,
não só reacenderá virtudes
anteriormente adquiridas...
Mas, sobretudo, nos agraciando
com novas competências
e oportunidades nessaintérmina
ciência do Ser
e de ser!
O autoconhecimento
é a suprema conquista que
nos permite ir bem mais longe do
que nossos próprios passos;
sermos mais intensos que nossos
próprios sentidos; mais sensatos
do que todas as contrariedades
que nos desafiam...
Conheça-se!
... o autoconhecimento
adquirido não se resume
a um trivial e vezes impreciso
acúmulo de informações...
O autoconhecimento é, sobretudo,
lucidez e comprometimento
transformados em ações
deliberadas!
... a fé,
a humildade, o perdão,
o autoconhecimento,
ora alcançados e plenamente
vividos, são ingredientes seguros a nossa melhoriacomo legítimos cocriadores do bem
que buscamos!
... na energia
e entusiasmo suscitados
pelo autoconhecimento,o capaz
de transformar um inda moderado
e,não poucas vezes, incógnito
sentimento de fé,
em convicção e
atitude!
... somente
o autoconhecimento
arduamente adquirido e
sensatamente vivido é capaz de
revelar - não só a extensão do
quesabemos - mas a exata
dimensão do que ainda
ignoramos!
... o autoconhecimento
adquirido não se resume a um
triviale vezes imprecisoacúmulo
de informações...
O autoconhecimento,meus amigos,
destaca-se por sua singular lucidez
e comprometimentocom a vida,
resultando em açõesdeliberadas,
realizadoras!
A Família e a Ética do Pensamento no subconsciente do Autoconhecimento.
A família é o primeiro cenário onde o ser humano ensaia sua ética interior. É ali, nos vínculos diários, que a alma aprende o exercício da tolerância, a pedagogia do afeto e o difícil aprendizado do silêncio diante da ofensa. A convivência familiar, muitas vezes árdua e desafiadora, revela o que ainda não sabemos sobre nós mesmos: as sombras que negamos, os limites que disfarçamos e os sentimentos que, em outras circunstâncias, permaneceriam adormecidos.
A ética do pensamento, nesse contexto, ultrapassa o mero domínio do comportamento externo. Ela exige vigilância íntima sobre o que se pensa, sente e projeta. Cada ideia é uma semente moral; cada emoção, um gesto silencioso que estrutura ou corrompe a harmonia do lar. Quando uma ofensa nos é dirigida, ela só ganha poder se for acolhida. Recusar a injúria, portanto, é um ato de sabedoria espiritual e de autodomínio psicológico é a consciência que prefere a serenidade à reação, o entendimento à disputa.
O autoconhecimento não é, assim, um luxo filosófico, mas uma urgência ética. Ser profundamente perseguidor dos sentimentos humanos é investigar a origem de nossas dores, reconhecer as intenções disfarçadas de bondade, compreender as raízes do medo e do orgulho. Tal busca, quando autêntica, nos torna menos juízes e mais companheiros; menos prontos a corrigir o outro e mais disponíveis a compreender-lhe o caminho.
Na atualidade em que a pressa e a fragmentação emocional dominam os lares torna-se indispensável o retorno à escuta sensível, ao diálogo sem violência, à observação dos próprios impulsos. Somente assim a família se converte em um santuário de crescimento mútuo, e não em um campo de reações automáticas.
O verdadeiro autoconhecimento é uma ética do coração: saber pensar com bondade e sentir com lucidez. E toda vez que recusamos a ofensa, optando pela compreensão, estamos, em silêncio, educando o mundo a partir do nosso lar.
A paciência, o autoconhecimento e a autenticidade são a base para uma vida feliz em plenitude.Tenha calma, pois o mundo sempre irá girar. Logo, tente não usar elevador e vá subindo todos os dias degrau por degrau, pois a constância é fator primordial para o sucesso e é mais importante que a velocidade.
Existem os três A(s) de uma vida sábia: autoconhecimento, autenticidade e autoconfiança. Também existe o quarto A, que é a autonomia. No entanto, o quarto A só é alcançado quando temos uma vida próspera, ou seja, livre de grandes dívidas.
Os três As são completamente importantes: autoconhecimento, autenticidade e autoconfiança. Se você não sabe quem é você, como alcançará uma vida feliz? Qual a sua identidade de gênero e qual a sua orientação sexual? Essa perguntas precisam ser respondidas. Uma pessoa madura consegue responder todas essas perguntas e se assume da forma como se identifica.
O autoconhecimento,
autenticidade e a autoconfiança são os 3 A(s) essenciais na busca pela felicidade e realização profissional e pessoal.
Normalmente as feridas de uma mulher machucada são chaves para o autoconhecimento, para um homem são pontes para o encontro de um novo caminho através da cura interior
1. "Aos 60, a sexualidade é uma celebração da intimidade e do autoconhecimento."
2. "A maturidade traz uma nova dimensão ao prazer e à conexão emocional."
3. "Minha sexualidade não diminui com a idade, apenas evolui."
4. "Aos 60, descubro que o desejo não tem prazo de validade."
5. "O prazer é uma jornada que continua, não importa a idade."
6. "Com a experiência dos anos, o amor e o desejo ganham profundidade."
7. "Aos 60, a liberdade de explorar a sexualidade sem pressa é uma dádiva."
8. "A sensualidade não está no corpo, mas na confiança e na conexão."
Na jornada do autoconhecimento, encontramos luz e sombras, e apenas quem encara ambos pode realmente compreender Deus ou Lúcifer.
