Refletindo sobre a Vida
Sei que o mundo é imperfeito
Tem penar e tem ferida
Mas também tem coisa boa
Como uma manhã florida
Tem o Sol que ilumina
Mostrando que nossa sina
É aproveitar a vida.
Não sei se você sabe, mas a gente sabe, nossa vibe combina
E tu querendo ou não, virei uma cena desse filme da sua vida
Sei bem como é sentir sozinha rodeada de pessoas, um sentimento de vazio e como se no lugar do coração existisse um buraco.
Como se nada nesse mundo preenchesse ele, tudo que existe é por inteiro quando se quebra, se despeça ou se quebra, nunca mais volta ser como era antes.
Não sei a resposta certa para as adversidades da vida.
Mas seja você mesmo o protagonista da sua história.
É hora de agarrar as rédeas do seu destino, e ser o autor da sua trajetória.
DIMENSÃO
Foi a poesia, bem sei. Sua alquimia
A cadência de chegadas e partidas
Que me trouxe, aos poucos, a valia
E a certeza das emoções sentidas
Foi a saudade, bem sei, a nostalgia
Nos versos de pesadas despedidas
Que deixou a minha alma toda fria
E o coração com sensações doridas
Foi a prosa, alada, formosa, curiosa
O toque, o cheiro, e um tal momento
Que encheu de causos e razão nova
Foi a vida, bem sei, ao viver preciosa
Uma dor chorada naquele sofrimento
Que deu cada dimensão a minha trova...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
08 dezembro, 2023, 19’28” – Araguari, MG
Não sou muito de me apegar à religião, mas sei que existe um Deus poderoso trabalhando na minha vida. É ele que me blinda de todas as armadilhas do inimigo. Eu vou dar a volta por cima e calar a boca de muita gente que duvidou e subestimou da minha capacidade de vencer.
Quem eu sou, não sei dizer,
Procuro em espelhos, mas não consigo me ver.
Tento achar meu lugar no mundo,
Mas me perco, em cada segundo.
As pessoas? Tento compreender,
Mas são enigmas difíceis de ler.
Vejo o mundo em várias fases,
Da infância às adultas passagens.
Criança, achava o mundo incrível,
Cheio de aventuras, um sonho possível.
Adolescente, vi um mundo cruel,
Onde a realidade rasga o véu.
Adulto, só restou solidão,
Tristeza em cada direção.
As histórias que ouvi, talvez mentiras,
Ilusões sobre felicidades finitas.
O mundo é de engano e de disputa,
Onde o mais forte prevalece, a luta é bruta.
Palavras doces, suaves e macias,
São cobras afiando suas línguas frias.
Não entendo o ser humano,
E nunca, talvez, entenderemos o insano.
Gosto de me isolar, de me esconder,
Enquanto me julgam, sem me conhecer.
Inventam histórias, falsas, vazias,
E eu, perdido, sem guia,
Não sei me expressar, agir ou falar,
Pois ninguém me ensinou como caminhar.
Erro, acerto, sigo sem direção,
Com o pouco conhecimento em minha mão.
Não guardo rancor de quem me feriu,
Pois, na mente delas, estavam no trilho.
A maldade é um véu, tão sutil,
Só percebemos quando já não é gentil.
Achamos que estamos certos, que o mal não fizemos,
Mas só depois, no tempo, é que entendemos.
Gosto da noite, sua paz, seu manto,
Talvez porque nela, não sinto o pranto.
E quando durmo, espero não mais acordar,
Ou que esse pesadelo venha a terminar.
Hoje eu sei que nenhum filme é melhor do que a própria vida. Pena que na vida não dá pra filmar e assistir de novo.
Nunca fui morto, para explicar melhor, mas estou vivo e sei que da morte só um voltou de facto embora seja lenda para alguns o texto é claro e a morte é real.
Sei que a vida e tudo que há nela, não são coisas que eu possa limitar com poesia. Mas seguirei no eterno retorno de dizer o que a maioria das pessoas não conseguem.
No meu quarto
Eu sei que me esqueceu;
Eu sei que esqueceu
As lembranças boas;
As memórias,
Que ficaram pra trás.
Onde se perdeu no pensamento,
É aqui que os sentimentos nasce,
Aqui também aqui que fica
No esquecimento.
Na solidão em minha cama,
Recordo a vida perdida.
A CARTA
.
.
Me perdi de mim!
Desde então, já não mais me encontro.
Não sei o que quero... não sei o que quis...
Não sei, mesmo na imaginação,
o que um dia fiz.
.
O futuro era promissor:
Eu tinha uma carta de instruções,
com uma frase escrita em letras góticas
pela azul magia dos próprios anjos.
Ela, Ela, Ela – Carta-Chancela
do mais Alto dos Cartórios,
dizia tudo o que eu faria
quando enfim-nascido
– quando,
por fim chegado,
àquilo que me cabia –.
.
Estava no bolso, bem me lembro disto:
a carta no seu envelope – minha tão cara carta!
Dela me lembro com a tal nitidez
das brumas do Paraíso.
.
Mas a carta
escapou voando,
faceira, cruel e cínica.
Zombando da distração fatal,
foi-se ao sempre, longe pela janela
da suave estrada conducente
ao calor do ventre.
.
Já no útero,
levei as mãos aos bolsos;
vi que, tolo, já não tinha bolso.
.
O que a carta – tão vital – traria?
Seria a alegre ordem, para fazer rir?
Um pedido para deixar chorar?
Ou seria um país difícil
para em vão liderar?
Seria talvez uma arte?
Ou quem sabe uma ciência
dessas que se acham em parte?
Seria uma daquelas missões
no coração da África?
Uma criança triste
para alegrar?
.
Já não posso saber,
pois me perdi de mim;
e não mais me encontro
para ler a carta: Ela, Ela, Ela.
.
Sozinho, caminho sempre,
confuso e triste, pelo azar da estrada.
Busco o que não posso, mas não encontro nada.
Se me perguntam o que quero, digo que não sei,
pois perdi a carta, tão imprescindível.
.
Se me apontam uma direção,
por ela sigo com frio entusiasmo,
na esperança de encontrar a mim,
para ler a carta.
.
Ah, felizes de vós
que me ouvem agora!
Felizes daqueles que sequer sabem
que existem cartas escritas pelos anjos.
Felizes de vós, que as perderam,
mas não se lembram disso;
e disso não se verão
cobrados.
.
Felizes, de tu e de ti,
os que não sabem que se perderam!
Felizes todos os que não sabem que nasceram
sem a carta que traziam
ao suave calor
do ventre.
.
.
[BARROS, José D'Assunção. Publicado na revista Juçara, vol.6, nº1, 2022]
Eu sei que te amo
Apenas isso
Pela forma que você tocou meu coração
Pelo jeito que você invadiu a minha vida
Pela forma que você ocupou todos os espaços
Que mesmo sem imaginar que faltava algo em minha vida
Você apareceu
E não era algo que me faltava, e sim o que eu precisava
Não sei por onde ando. Nem sei pra onde vou. Só sei que seja para onde for. Não há o que fazer. Caminhamos todos para o fim. Amanhã ou depois, todos temos um fim. Só precisamos construir um final feliz.
Laços de Afeto: empatia
Que dor é essa aqui dentro?
Um sentimento que não sei administrar,
Algo que, às vezes, se vai com o vento,
Mas sempre insiste em voltar.
Uma bagunça emocional,
Que, por vezes, aperta,
sem parecer ter um fim,
Criada por aquelas pessoas,
Que são importantes para mim.
Mas não é culpa de ninguém,
É um pensamento futuro,
Que vislumbra algo ruim.
É a dor do outro que me apavora,
A ponto de doer em mim.
Um amanhã incerto,
Por um sentimento alheio,
Que não consigo reparar.
Embora na oficina da mente eu crie estratégias
Vejo-me sempre a me esgotar
O que o outro está pensando,
Fazendo ou falando,
Como ele poderá essa dor dissipar?
Eu poderia ser seu escudo,
Ou o remédio para suas feridas curar.
Às vezes, me humanizo,
E me coloco em meu lugar,
Entendo que o mar da dor do outro
Não deve, por tanto tempo e momento,
Me afogar.
Eu não sei quem você é, mas sei que está passando por um momento dificil, eu sei que você está sofrendo muito com essa tristeza que está sentindo mas lembre-se, tudo tem um fim, tanto aqueles momentos felizes que você pensa que irão durar para sempre,quanto aqueles momentos em que você já não tem mais sentido em sua vida, que parecem que você está em uma corda bamba e que qualquer balanço da corda fará você cair
P.K.P.L.(pietro kauã Pinto Lopes)
Você foi a primeira pessoa que eu tive todas as minhas primeiras vezes, e eu sei que fui a primeira garota com quem mais você fez história, viveu muitas e muitas mais e melhores coisas.E eu sou muito grata por isso amor, muito mesmo🤍
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