Referência
O que um dia foi importante pode virar referência, aprendizado ou simplesmente encerrar seu ciclo, sem culpa.
— Emanuel Bernardo
Se trabalho fosse referência da integridade do caráter moral de alguém, não existiria tanto político mau caráter. Tem muito trabalhador por aí, sem caráter algum. Assim como alguns se escondem atrás de uma bíblia, disfarçando seus verdadeiros eus, outros parecem se esconder por detrás do trabalho. O caráter vem do berço, e melhora ou piora ao longo da vida.
No ponto em que toda referência colapsa, nem mesmo o “é” pode ser afirmado com precisão. Qualquer tentativa de declarar existência ou não-existência já é um movimento tardio da linguagem tentando capturar o que não se submete a categorias. O absoluto não confirma nem nega - ele não entra no jogo das definições.
Nem mesmo o silêncio permanece como referência quando a dissolução é completa. O silêncio ainda é percebido em contraste com o som, ainda pertence ao campo da experiência. O que está além disso não pode ser qualificado nem como silêncio nem como ruído - é anterior a qualquer distinção.
Que a luz do Espirito Santo seja referencia nas suas escolhas e a palavra sagrada seja bussola a te guiar pelo caminho do bem.
“A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho.” Sl 119:105
Diariamente temos que fazer escolhas; algumas delas determinaram nosso futuro, umas menores, outras obviamente importantes. A duvida é como tomar as decisões sabias. Isto dependerá em grande parte de se agiremos impetuosamente, ou se pensamos antes de falar ou de agir.
Nós humanos somos dotados de faculdades mentais deveras notáveis, mas falta-nos a capacidade de programar corretamente nosso próprio rumo na vida sem a ajuda de Deus. Conforme escreveu o inspirado profeta Jeremias: “Bem sei, ó Deus, que não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo.” Jr 10:23.
Uma das mais ricas e preciosas lições a aprender nesta vida é a de não desistir. Evidente que não é nada fácil manter-se firme em relação a algo quando os obstáculos se acumulam, e o caminho mais fácil termina por ser o da desistência. Entretanto, quando você estiver prestes a desistir, faça a si mesmo a seguinte pergunta: “Por que razão, afinal, quero desistir?” É necessário que você se lembre de que quando você sabe o que realmente quer, até mesmo o universo conspira em seu favor. Se você não está realmente definido em sua mente e em seu coração a respeito daquilo que você deseja, a coisa mais sábia a fazer é buscar a direção de Deus. “Eu te farei ter perspicácia e te instruirei no caminho em que deves andar.” Sl 32:8.
Nossos melhores dias virão quando aprendermos a ouvir a voz de Deus nos guiando a ir por este caminho ou aquele outro. “Quer você se volte para a direita quer para a esquerda, uma voz atrás de você lhe dirá: “Este é o caminho; siga-o” Is 30:21.
Deus abençoe e te guie no caminho do bem.
Eu não pretendo ser o grande sábio, não quero ditar regras, tão pouco ser uma referência pensante, com teorias históricas ou linguísticas na ponta da língua... Quero apenas deixar as minhas ideias fluírem através de meus atos e citações poéticas, se as mesmas forem dignas de aceitação, não me importarei que a sigam...
Esteja ao lado de pessoas que tenha algo de BOAS referência EM (INFLUÊNCIAS QUE EDIFICA) caso ao contrário entregá-las nas mãos de DEUS. um abismo leva a outro [ABISMO MAIOR].
O que é o amor?
Se com ele não houve conexão?
Se não foi referência?
Se por ele mente e corpo não foram nutridos?
Se não houve experimento?
Se não houve vivencia?
Se não foi visto?
Se não foi sentido?
Como oferecer algo desconhecido?
Eu olhava para eles e pensava que olhava para mim, eu perdi a minha imagem, a minha referência, eu não vivi a minha história, vivi personagens de estórias alheias. Eu só existia em relação a eles e não a mim.
"Caminho rumo às estrelas, mas tenho o horizonte por referência possível enquanto não tenho asas"
Guilherme Fraenkel
projeto Trilho365
O passado é um lugar de referência, não de permanência. Viver preso a ele compromete o presente e impede a construção do futuro.
"O passado é um lugar de referência, não de residência. Não deixe a "edição especial" da sua mente te convencer a voltar para onde você não pertence mais."
- Vanessa Costa Lima
depois da porta (DC referência)
Eu nunca soube muito bem o que fazer quando alguém percebe que pode me destruir.
Talvez por isso eu tenha ficado.
Existe uma espécie de covardia bonita em continuar perto de quem conhece exatamente o lugar onde apertar. A pessoa nem precisa levantar a voz. Basta um silêncio diferente, uma resposta mais curta, aquele olhar que antes demorava um pouco mais. E pronto. O sujeito que jurava não depender de ninguém começa a procurar significado em migalhas.
Eu conheço esse lugar.
É estranho admitir que alguém pode morar dentro da gente sem pagar aluguel, sem pedir licença e, pior, sem sequer saber que possui uma chave.
Eu tentei transformar isso em orgulho.
Disse para mim mesmo que não precisava. Que conseguiria seguir. Que havia outras pessoas, outras noites, outras histórias esperando para acontecer. Fiz do desapego uma espécie de religião particular e passei a repetir suas regras sempre que sentia vontade de voltar.
Mas o corpo não entende discursos.
O corpo lembra.
Lembra da voz.
Do jeito de chegar.
Da presença ocupando um espaço que parecia ter sido construído exclusivamente para ela.
E então existe aquele segundo ridículo em que tudo volta.
Não como memória.
Como presença.
É aí que eu percebo o problema: talvez eu não queira ser libertado.
Talvez uma parte de mim ainda queira ser segurada.
Não porque eu não consiga ficar de pé, mas porque existe uma diferença absurda entre estar de pé e ter alguém por quem valha a pena cair.
Eu poderia mentir e dizer que quero alguém que nunca me faça perder o controle.
Não quero.
Eu quero alguém diante de quem meu controle pareça uma coisa pequena.
Alguém que atravesse minhas defesas sem precisar arrombá-las. Que veja toda essa pose de homem resolvido e perceba que, por trás dela, existe alguém que só queria encontrar um lugar onde não precisasse estar sempre pronto para ir embora.
Talvez seja isso que assusta.
Não amar.
Ser conhecido.
Porque quando alguém realmente conhece você, acaba a possibilidade de fingir que não sente.
E eu sinto.
Sinto até quando finjo que não.
Então, se algum dia eu voltar para aquela porta, não será porque esqueci tudo o que aconteceu.
Será justamente porque lembrei.
Porque existem pessoas que a gente supera.
E existem aquelas que permanecem como uma música tocando baixinho em algum cômodo da casa, você pode sair, fechar a porta, mudar de endereço, começar outra vida.
Mas, de vez em quando, no meio da madrugada, ainda consegue ouvir.
E talvez eu ainda esteja ouvindo.
Talvez seja por isso que, mesmo sabendo o quanto isso me desarma, uma parte de mim ainda sussurra:
fica.
Não precisa me salvar.
Só não solta agora.
O passado deve ser utilizado como um banco de dados de referência, jamais como um fator determinante do futuro.
