Recados de Amor

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elegia à lua

Amei-te como a lua ama o mar,
de longe, mas inteira em seu encanto
sem nunca precisar de o alcançar,
fazendo da distância o próprio canto.

Teus olhos tinham luz de madrugada,
um brilho que nenhuma estrela imita
e havia neles qualquer coisa sagrada,
dessas que a alma reconhece e acredita.

Eu te guardei nas margens do pensamento,
como quem guarda o verão depois da chuva
e mesmo quando veio o esquecimento,
teu nome permaneceu onde a saudade atua.

Talvez amar seja isso, afinal
ser mar quando o outro é lua distante
saber que o impossível pode ser real
quando um olhar transforma tudo num instante.

E se algum dia o oceano se calar,
e a lua perder seu brilho sobre a areia,
ainda haverá em mim um lugar
onde a tua luz, silenciosa, incendeia.

Porque há amores que o tempo não desfaz,
nem a distância consegue levar
eles apenas aprendem a viver em paz
no espaço entre a lua, o céu e o mar.

E se me perguntarem onde te encontrei,
direi: num lugar que não sei explicar
entre tudo aquilo que um dia sonhei
e tudo aquilo que ainda quero amar.

Trabalhei com honra
Corri por paixão
Amei com poesia

Hoje, eu abro mão daquilo que mais amei. Não por falta de querer, mas por não ter mais onde buscar forças para lutar nesta batalha de um homem só. Eu te entrego ao destino com a alma em pedaços, mas com o peito limpo de quem sangrou cada gota de esperança tentando resgatar o que restava do nosso amor.
​Dói — e como dói — admitir que o meu amor, por mais vasto que fosse, não foi o suficiente para nos manter de pé. Saiba que, em cada batida frenética do meu coração, houve um grito pelo seu nome. Você foi o meu sol e a minha tempestade, o meu cais e o meu naufrágio. Te deixar ir é o sacrifício mais lancinante que já fiz por mim — e, acima de tudo, por você.
​Obrigado por ter sido o meu capítulo mais intenso; por ter me mostrado a beleza do céu e a agonia do abismo. Eu te amei com uma força que as palavras são incapazes de alcançar, e é justamente por esse amor devoto que eu, finalmente, aceito o nosso fim. Que a vida te conceda a paz que eu não soube dar, e que o tempo cure em você as feridas que eu não pude consertar.
​Adeus, meu grande e eterno amor. Sigo só, mas sigo inteiro... por um dia ter sido, inteiramente, seu.

Hoje eu entendo muitas coisas que antes eu me recusava a enxergar. Eu te amei de verdade, com um coração limpo e uma sinceridade que não se encontra em qualquer esquina. Para mim, o que vivemos nunca foi algo passageiro, nunca foi uma brincadeira ou um passatempo.
Enquanto eu depositava sentimento, cuidado e verdade em cada detalhe, você parecia estar apenas deixando o tempo passar. Fui íntegro em cada palavra, em cada atitude e em cada momento que escolhi permanecer ao seu lado. Nunca escondi o que sentia, nem hesitei em mergulhar no que acreditava que tínhamos. Eu confiava nas nossas conversas e em tudo o que, para mim, exalava realidade.
Mas o tempo é mestre em tirar as vendas dos nossos olhos. Comecei a perceber o que o meu coração, antes ocupado demais amando, não me deixava ver. Dói encarar o fato de que, enquanto eu me entregava por inteiro, talvez eu fosse apenas um intervalo na sua vida — alguém para ocupar um espaço vazio por um tempo determinado.
O que mais machuca não é a distância física ou o fim do ciclo em si. O que realmente fere a alma é perceber que eu vivi uma verdade sozinho. É notar que o brilho que eu via nos nossos olhos era apenas o reflexo da minha própria dedicação, enquanto você mantinha os pés no raso, pronta para partir a qualquer momento.

Eu Amei Tanto Ser Escolhida🥰❤️‍🔥

Você sabia onde doía.



Eu amei tanto você,
que, entre sorrisos e promessas,
esqueci de perguntar
quem realmente era.


Entreguei minhas verdades
como quem entrega o próprio coração,
sem imaginar
que um dia seriam usadas
contra mim.


Você me jogou aos lobos,
fez da minha dor um espetáculo,
e eu, sem perceber,
virei a palhaça
de uma história que nunca escolhi viver.


Não compreendi
o que existia em suas palavras.
Se sabia onde doía,
por que insistiu em tocar a ferida?
Às vezes, o silêncio
também é uma forma de cuidado.


O que mais machucou
não foi ouvir os meus segredos ecoando,
mas descobrir
que era assim
que você me enxergava o tempo todo.


Então escolhi partir.


Não por falta de amor,
mas porque pensei
que a minha ausência
lhe faria menos mal
do que a minha permanência.


E, ironicamente,
foi no instante em que fui embora
que compreendi:
algumas despedidas
não acontecem porque deixamos de amar,
mas porque continuar
é ferir a nós mesmos
todos os dias.

Eu amei,
Eu errei,
Mas amei!

Eu gostei,
eu errei,
mas amei!

Meus filhos.

Amei vocês no segundo em que lhes senti, vibrei a cada batida de seus coraçõezinhos.
Me apaixonei no minuto em que vocês nasceram, e quando olhei para os seus rostinhos...senti o maior amor do mundo, só tinham um minuto de vida e eu já morreria pelos dois. E hoje ainda é assim.
Quando resolvi ter vocês, tomei a decisão consciente de permitir que o meu coração caminhasse fora do meu corpo...e essa foi a melhor decisão da minha vida!
Amo vocês...sempre!

☆Haredita Angel

"Tanto te amei e você não soube ficar.
Isso diz muito sobre você.
Quanto a mim, não sou de arrastar histórias que não conseguiram Ser...
Sou de Ter...
Paz!"
Haredita Angel
03.05.26

Já amei,
já parti,
já sorri,
já chorei.

Por amores, já morri.
De amores, morrerei.

Tudo aquilo que amei,
Amei só!

QUANDO ME AMEI ❤️




Quando eu finalmente me encontrei, percebi uma coisa simples…
eu nunca estive no lugar errado.
Nem adiantado, nem atrasado.
Eu sempre estive exatamente onde precisava estar.
E isso trouxe paz.
Entendi também que aquela dor que eu sentia…
não era castigo.
Era aviso.
Era a vida dizendo: “você está se afastando de quem você realmente é”.
Com o tempo, parei de brigar com a vida.
Parei de querer controlar tudo, forçar pessoas, situações…
e comecei a respeitar o tempo — o meu e o dos outros.
Aprendi a soltar o que pesa.
Pessoas, hábitos, ideias…
Tudo que não soma, cobra.
No começo parece egoísta.
Mas não é.


É amor-próprio.
Hoje eu não quero mais correr contra o tempo.
Não preciso provar nada pra ninguém.
Faço o que faz sentido, no meu ritmo.
E sabe o mais curioso?
Quanto menos eu quiz ter razão…
menos eu errei.


Hoje eu não vivo mais preso no passado,
nem ansioso pelo futuro.
Eu vivo agora.
Porque é aqui que a vida acontece.
E, no fim, descobri algo essencial:
minha mente pode me confundir…
mas quando ela caminha com o coração,
ela vira minha maior aliada.
Isso tudo tem um nome simples:
aprender a viver de verdade.


Texto Fhayom

Mulheres que amei, sacanas, amigas, apaixonadas, volúvel, sincera e vadias, amadas e amantes, lindas e belas, sinceras e desonestas, vulgares e apreciadas com moderação, queridas ao extremo e odiadas antes da cama, e rainha após a luxuria, eternas e passageiras, mas todas com o maior conceito que possa ter esse ser. A você mulher do sorriso fácil e do choro comovente, das lagrimas falsas, que causaram calor e dor, mas que no dia a dia me fizeram tão bem que não consegui esquecer nenhuma de vocês.
(Saul Beleza)

A quem amei tanto
hoje chamo de esquecimento.
Mas quando a lembrança me visitar
eu sorrio por dentro,
porque lembro o tamanho do amor que te dei.
É tristeza alegre.
É amor que ainda existe,
é distância que insiste em ficar.
(Saul Beleza)

Fui ferido por quem amei, mas curado por quem ficou. Curar-se também é um ato de coragem, quem ficou se tornou ponte onde a confiança pode voltar a andar.

Já amei errado, já investi onde não havia nada, já me entreguei onde não havia retorno, mas aprendi, o amor certo nunca exige sacrifício da alma.

As lembranças que mais doem são também as que mais amei. Elas têm perfume e corte ao mesmo tempo. Passei a tratá-las como se fossem frascos delicados. Abrir um a cada dia é exercício de coragem. E as lágrimas que saem servem para
regar memórias.

⁠Se este for o Abraço Derradeiro, lembra-te dele com a certeza de que Sempre Amei estar com você.

⁠Se este for o Abraço Derradeiro, lembra-te dele com a certeza de que Sempre Amei estar com você.


Há uma estranha e rica beleza naquilo que não permanece.


Talvez porque a finitude da vida seja a moldura invisível que dá valor a tudo o que vivemos.


Se os encontros fossem eternos, talvez não soubéssemos reconhecê-los; se os dias não terminassem, talvez nunca aprendêssemos a contemplar a beleza da luz que os atravessa.


A vida nos ensina, muitas vezes sem pedir licença, que nada pode ser segurado para sempre.


Pessoas, momentos, lugares, versões de nós mesmos — tudo segue seu curso.


E, embora a despedida carregue um peso muito difícil de suportar, ela também revela a profundidade do que foi vivido.


Sofremos porque amamos.


Sentimos falta porque houve presença.


Choramos porque existiu significado.


A finitude não é apenas o fim; é também a razão pela qual cada gesto importa.


Um abraço demorado, uma conversa simples, um silêncio compartilhado, um olhar que diz mais do que quaisquer palavras.


São essas pequenas e singelas eternidades, escondidas dentro do próprio tempo, que permanecem quando tudo o mais parece partir.


Talvez o grande desafio não seja vencer a impermanência, mas aprender a caminhar com ela.


Aceitar que a beleza das coisas está justamente em sua fragilidade, em sua finitude.


Que o amor não se mede pela duração, mas pela intensidade com que transforma quem o vive.


Que algumas presenças continuam habitando a nossa existência mesmo depois de partirem.


E, quando chegar o momento em que não houver mais nada a acrescentar, que reste ao menos a serenidade de saber que a vida foi compartilhada com — e em — verdade.


Porque, no fim, não levamos absolutamente nada do que juntamos ou acumulamos, mas os afetos que construímos e tudo o que espalhamos.


Não permanecem os bens, os títulos ou as certezas; permanecem as marcas deixadas nos corações que tocamos.


Por isso, repito, se este for realmente o abraço derradeiro, que ele não seja lembrado como um adeus, mas como a celebração silenciosa de tudo o que vivemos.


Que nele estejam contidas as risadas, as lágrimas, o medo e a fraqueza, a força e a coragem, os recomeços e os sonhos…


E que sua memória repita, para além da linha do tempo, aquilo que talvez seja a mais humana e necessária das verdades:
Valeu a pena, porque houve amor!


A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.


Sintam-se carinhosamente abraçados!