Recados de Amor
Nao é de caridade q vive o meu amor, nao é por pena q ele vai viver, ele existe, mais são seus gestos, que vão dizer se ele realmente vai sobreviver
Talvez não se possa ter tudo.
Talvez a vida seja assim mesmo.
Quem tem dinheiro não tem amor, quem tem amor não tem amigos, quem tem amigos não tem dinheiro...
Talvez a vida fosse para ser vivida pela metade, porque recebemos tudo pela metade.
Talvez a vida estivesse tentando nos ensinar uma lição, a de que não se pode ter tudo. É uma triste lição para se ensinar e para aprender.
Para o novo ano:
Eu desejo mais amor-próprio (aquele que muitas vezes deixamos de lado para fazermos outras pessoas felizes).
Desejo grana no bolso (mas se ela não vier em grande quantidade, não se frustre – ao contrário, viva, sorria, lute!).
Desejo mais abraços, mais beijos, mais amaços, mais amores correspondidos, bate papo na calçada. E se houver lágrima, que haja sempre um ombro amigo.
Eu desejo mais confiança, mais fé, menos superstições e ritos sem emoção. Eu desejo Deus no coração, independente do incentivo.
Eu desejo menos fome. Menos fome de comida, de ganancia, de excesso. Menos fome de busca pelo sucesso sem limites. Desejo mais tempo em família, mais briga seguida de beijo com pegada, beijo de língua, desejo mais vida.
Desejo enfim, sonho, muito sonho. Afinal não se paga nada por isso e sonhar mantém a mente ativa. Mantém a mente conectada ao que ainda não é, mas que é possível – e se não se tornar possível que não vá embora com o sonho sua alegria.
Não faz vista grossa para o amor que carrego. São múltiplos, bem sei. Mas quem disse que amor é só de um único jeito? Quem disse que o amor é um sujeito sossegado, que se contenta só com um beijo e que é redondamente coberto de razão? Os amores que tenho – são meus, não os nego. São diversos, são loucos, tontos, são inteiros e meios. Mas são amores – me alegram, me preenchem e, o que faz todo o sentido: me perturbam. Sou doida por esse desassossego.
A distância nunca vai interferir. Sempre estaremos presente. O amor sempre irá existir e irá durar eternamente. Lagrimas, só de alegria, e é por isso que te faço esta poesia. Não se preocupe com quem fui, e sim quem eis de ser. Já que agora confiança em nós flui, é assim que o AMOR irá permanecer.
Amor, minha lindinha, algumas vezes eu acho que você esqueceu seu encéfalo no útero da sua mãe. Outras vezes, tenho certeza.
Amor,é quando você para de se preocupar com sigo mesmo e começa a se preocupar com quem muitas vezes nem liga pra você.
Essa dor
que você me deixou
de abandono
tirou o sentido da palavra amor
secou minha alma
essa dor, essa dor,
que dor? que amor?
tudo parece ilusão
Um Amor não correspondido e sofrido é como uma bomba que, se ligada, sempre explode e cujo efeito é completamente devastador em todo o seu raio de explosão. Suicida é quem liga essa bomba em sua vida.
Sabe o que me inspira?
Solidão. Silêncio. Chuva. Música. Inverno. Banho quente. Frio. Amor. Tédio. Vento. Árvores. Conversas espontâneas. Sorrisos. Decepções. Ilusões. Sonhos. Desejos. Morte. Vida. Tristeza. Alegria. Fraqueza. Liberdade. Realidade. Vazio. Amizade. Paz. Costumes. Manias. Afeto. Inteligência. Ignorância. Frustração. Momentos. Sentimentos. Razão. Emoção. Depressão. Crise. Saudade. Medo. Noite. Palavras. Tempo. Pensamentos. Força. Paixão. Coração. Necessidade. Diferenças. Indiferenças. Mundo. Pesadelo. Piedade. Dor. Verdade. Lágrimas. Alma. Frieza. Ódio. Esperança. Atitudes. Gestos de carinho. Insatisfação. Recomeço.
Quisera eu ter mais sede de amor que de água. Quisera o mundo pensar como eu. Quisera eu ser o mundo.
Não encare um amor acabado apenas como uma fatalidade. Encare o fato de que o amor não se acaba, se transforma. Enquanto vivo, é o cotidiano, a vida plena, quando passado, representa um rito de passagem. Amor é sempre amor. O tempo passa, você passa. O amor fica.
A morte não mais é que uma ladra de calor, de vida, de amor. Sem anúncio ou prenúncio, leva. Simplesmente leva.
Quis tanto estar errado
Quis acreditar no amor
Esse que vem e invade
Lava a alma de todo mal
Trata as feridas
Encharca de paz e de bem
Quis ter teus olhares
Quis teus altares
Mas como sabia
Tudo era ilusão
Vi sangue em tuas mãos
Crueldade nos teus nãos
Vivi a mais triste solidão
Foi demais pra mim
Tão exausto estou
dos falsos amores
Tão exausto estou
de tantas dores
Se me perguntassem se eu acredito em amor eu diria: sim, eu acredito no amor.
Mas, pensando bem, em qual amor acredito?
Aquele que dizem sentir por mim, ou aquele que eu acredito sentir?
Qual será o primeiro amor a me apunhalar pelas costas o que sentem por mim ou o que sinto?
Por muitas vezes, não é a outra pessoa que nos apunhá-la pelas costas, e sim nós mesmas.
Que só nos fazemos à enganar com aquilo que acreditamos existir...
