Recados de Amor
Ela tem um coração míope. Não sabe amar a distância. O toque, a temperatura e a intensidade são os termômetros dessa relação.
Não precisa ter saber
Basta possuir Lealdade
Para representar este Poder
Ninguém é o Dono da Verdade
O Dono deixou para ensinar
Mas fizeram foi ao contrário
Fizeram foi espalhar
Agora rodam em sentido horário
Para ver como tudo vai ficar
É momento de se corrigir
Para se entregar
Dos que estão para vir
E os que estão para chegar
Assim na terra
É preciso respeitar
Todos por um e um por todos sem guerra
Aprendendo a ser feliz e amar!
Tudo na vida é aprendizado, ate mesmo as nossas falhas (apesar de ser a forma mais dolorosa de aprendizagem)... Quando você entender que há mais pessoas que podem te amar, vai se livrar dessa pessoa que te faz sentir que é um "favor" lhe amar. Quando ver que seu amor próprio deve ser maior, vai se ver linda no espelho e se livrará de quem só sabe te magoar. Quando você ver que merece mais, não aceitará menos do que podem lhe dar...
Todo homem safado, um dia se torna um homem de verdade para a mulher que ganhar seu coração. Mas um homem covarde, sempre será um homem covarde, pois comete a maior covardia de todas: Despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá-la...
Amar é cumprir a risca os mandamentos do matrimônio. É se doar, se preocupar, cuidar e é querer estar disponível até mesmo para os problemas.
Amar um sentimento que tipo... sei lá?!
Não tem lógica, chega do nada e faz algo ou alguém ser tudo oque você sempre quis.....
As vezes se engana amando algo que não vale a pena!!!
Mais é algo "inocente" que nos toma por completo e mesmo sem perceber cedemos!!!
Está cada dia mais difícil conviver com a solidão,
Te imaginar sorrindo em plena multidão.
E penso que não sou mais eu quem você pensa,
Queria seu amor de volta como recompensa.
Te espero todos os dias e sonho com o seu olhar,
Msg, ligação, qualquer coisa pra te aproximar.
Mas minha vontade tem sido em vão,
Doeu saber que não me tem mais no coração.
E sem motivos para amar sigo a caminhar
E em meio a tristeza alguém a me acalmar.
E com muita sutileza invade o meu querer,
E fico confusa na incerteza do saber.
Dia e noite, hora de descansar,
Vc dorme nos meus pensamentos,
Eu só queria te amar,
Pra senpre em todos os momentos.
Você nunca vai andar, se tiver medo de cair, você nunca vai aprender, se tiver medo de errar, você nunca vai amar, se tiver medo de sofrer, você nunca vai viver se tiver medo de morrer".
Nada me apetece mais que morrer
Nada me apetece mais que morrer.
Morrer...
Morrer de você.
Não vejo a vida
Não vejo flores
Não sei da luz
Não entendo o mar
Não uso o ar
Não vejo nada
Apenas sinto e sinto...
Sinto cor
Cor de pele
Cor de olhar
Cor de cabelo
Rubores de amar.
Nada me apetece mais que morrer.
Morrer de você.
Ah, expirar instante por instante!
Ah, perder-me tantas e tantas vezes,
Sem querer me encontrar!
Ah! Deixe-me morrer,
Fenecer de tanto te amar.
Enide Santos 07/08/14
Passatempo...
(Texto dedicado aos filhos Evandro, André e Renato Martins, às noras Tatiane e Daniela, às netas Júlia, Beatriz, Rafaela e Laura)
Eu não tenh ‘inda setenta, eles passam dos noventa
São mais velhos do que eu, vê se dá pra’acreditar
Ou se devo, eu não sei.
Já viveram muito mais, muito mais já viajaram
Já amaram muito mais, muito mais já se entregaram
Já sofreram outro tanto, mais ainda renunciaram
Eles passam dos noventa, e eu? Não cheguei ‘ind’ aos setenta!
Sei que ando devagar, eles correm, e muito mais
E percorrem mais o mundo, crescem mais, são bem maiores
Vitamina não lhes falta, e se mexem, se aborrecem
E reclamam, e proclamam, s’enrolam, e me enrolam
S’ enganam e me enganam, se descobrem e se amam
Se descobrem e m’ encobrem, s’ enobrecem e m’ esclarecem
É uma pena, sei que é, gostaria de andar junto
Mas são muito, muito e muito, mas são muito mais ligeiros
Não consegui ‘inda os setenta, eles passam dos noventa
E já foram mais além, logo chegam aos cento e tantos
Eu não sei se chego lá, a distância é muito grande
E eu ando devagar, eles não, são bem ligeiros
Com seus passos sete léguas, que, acredito, nem conheçam
Viram mundo, vão a fundo, são teimosos, atrevidos
Sempre‘ sempre decididos.
Com seus gostos descabidos, seus desejos divertidos
Que n‘entendo, eu confesso, mas compreendo, não censuro
Não critico, isso eu juro! Só constato, isso é fato
Que são muito verdadeiros, e deveras lisonjeiros
Mas são muito, muito e muito, são muito mais ligeiros
Eu demoro pros ‘ setenta
Eles logo, logo, logo, chegam fácil aos cento e tantos
Cento e trinta, e quarenta, e quem sabe, aos duzentos
Se acertarem o compasso, e andarem par-i-passo
Não sei não, eu não duvido, irão juntos, de mãos dadas
Conhecer outras paradas, descobrir outras histórias
Com os passos sete léguas, que o que é, já saberão
Mundo afora, vida adentro, sempre unidos, protegidos
Vão ouvir outros poetas, vão cantar outros cantores
Ser felizes, certamente!
Seguirão outras correntes, crescerão ainda mais
E serão bem mais contentes
Pois os frutos, mar adentro, pros’ que andam mais ligeiro
São macios, saborosos, nutritivos, mais gostosos
Não cheguei ‘inda aos setenta, eles passam dos cento e tantos
Sei que quando eu chegar lá, terão ido muito além
Como andam mais ligeiro, passarão fácil, bem fácil
Passarão é dos duzentos, pois são três, eu sou só um
Não cheguei ‘inda aos setenta, e eles foram muito além...
Dentro em pouco, bem pouquinho, terão passado dos cem!
AMAR mesmo que às vezes FAZ SOFRER, NÃO podemos deixar de AMAR.
Antonio R Fedossi-escritor-editorainteracao.com.br
