Recadinhos do Coração
São muito estranhas as Bruxas.
Gente de coração desarmado,
sem ódios e preconceitos baratos.
Gente que fala com bicho e planta,
dança na chuva e se alegra com o sol.
Gente que cultua a Deusa e lhe faz celebrações.
Falam de amor com os olhos iluminados, como pares de lua cheia.
Gente que erra e reconhece,
cai e se levanta com a mesma energia das grandes mares.
Apanham e assimilam os golpes,
tirando lição dos erros e fazendo redentoras suas lágrimas e sofrimentos.
Amam como missão sagrada
e distribuem amor com a mesma serenidade
com que distribuem o pão.
Gente que segue em busca de seus sonhos,
independente das agruras do caminho.
Gente que vê o passado como referencial,
o presente como luz
e o futuro como meta.
Madrugada!
É na madrugada que o coração chora,
Que o sentimento aflora,
E o travesseiro é o único que não vai embora.
Momento que a conversa é solo,
Que pedimos colo,
E na cama eu só rolo.
É a hora que os minutos passam,
Que os olhos embaçam,
E a dor e o sofrimento não passam.
Ah essa madrugada,
Se não fosse o seu silêncio,
Te chamaria de folgada.
Mas uma hora ei de dormir,
Mesmo me sentindo um estrangeiro,
Nesse meu caloroso travesseiro,
Querendo partir.
Dar nosso coração a quem nos recusa o olhar, amparar os que fogem de nossa presença, tangidos pela incompreensão e silenciar diante da calúnia, oferecendo aos que nos perseguem a essência mais pura de nossa colaboração fraternal – eis o tipo de caridade que Jesus, coroado de espinhos, consagrou na cruz da flagelação e da morte e que nos compete exemplificar, diariamente, se desejamos escalar a montanha da vida eterna.
Quero que me desculpe, amor, este gasto coração tão viajado, tão tatuado de amores. Quero que me desculpe, amor, esta ironia que me defende contra a vida e que te fere às vezes, sem razão. Que me perdoe, também, essa alma turva que não pode espelhar tua alegria e onde em vão te debruças, imprudente. Quero que me desculpe a minha vida fim de novela que não dá sequer para tecer franquias baratas um sonho pequenino e aquecer teu coração. Que me desculpe, amor, porque fui cúmplice do destino que tramou o nosso encontro, e porque nada fiz, por covardia, para evitar o mal que já sabia. Quero que me desculpe, amor, tão pobre amor, tão gasto amor, tão viajado amor, resto de um pouco amor que ainda subsiste, – que encontraste no cais, quando chegavas, e eu já partia, embebedado e triste…
Muitas vezes quis dizer-lhe o que sentia, mas as palavras tinham medo e ficavam no coração.
De vez em quando o coração aperta, bate uma angústia, um desespero, por alguns momentos você fica até sem saber o que fazer. Mas aí vem aquela brisa, que seca suas lágrimas, acalma suas angústias e te mostra que não há com o que se preocupar. Você está na presença de Deus.
Meu coração é do tamanho de minha morada.
Posso comparar meu coração com o tamanho de uma morada?
E se posso, qual tamanho escolheria?
Seria uma casinha simples nos montes, ou uma mansão luxuosa nos alpes?
Se meu coração fosse do tamanho de uma morada, o que eu colocaria em seu interior?
Pessoas ou objetos?
Sentimentos ou razões?
Meu coração, minha casa, meu refúgio d’alma.
Para adentrar em minha casa, não será tarefa fácil, será necessário será bater palmas em frente ao portão da confiança, ah! Isso será requisito para visitar meu coração.
Ao escutar o bater de palmas, espiarei pela janela d’alma, observarei atenta e cautelosamente e, se o calor das palmas, ecoarem para o interior do meu coração, abrirei suas portas.
Permito a quem desejo, desfrutar de minha morada.
Permito o calor da lareira, o aconchego do lar.
Mas, educada, paciente e carinhosamente, peço a quem entrar que não estrague nada.
Não estrague minha morada, por favor, não me danifique.
Se arrastar meus móveis, que os coloque no lugar, se sujar, limpe, se estragar, conserte.
Habite nele como a um morador zeloso, cuide de quem lhe deu abrigo.
Ah! Como eu gostaria que minha casa fosse uma obra inacabada.
Se assim o fosse, derrubaria, reformaria e nem um estrago ficaria.
Com pesar e olhos marejados descubro que quanto maior minha morada, maiores cuidados necessitarão e, quanto menor, mais difícil sua habitação.
Meu coração, minha morada, se não pequeno nem grande, mas do tamanho dos conflitos de minh’alma.
Meu coração, minha casa, meu enterro d’alma.
As boas palavras e os bons sentimentos não são para serem guardados no coração, porque se os guardar, quando quiseres expressá-lo talvez já não tenha quem os receba.
Pare um momento e sinta a brisa tocar sua
pele, deixe seu coração transbordar sentimentos,
deixe sua alma sentir a leveza do seu coração.
Hum... vontade se voar, abrir os braços e sonhar.
Caminhar entre as nuvens, espalhar pétalas de
rosas, sentir a chuva cair sobre meu rosto, cantar
com os passarinhos, numa perfeita harmonia...
Como é bom ser livre para amar.
Um coração impuro tece lágrimas encortinando os olhos impedindo-os de ver com clareza a magnitude da vida. Um coração livre das impurezas vive em eterna harmonia e paz.
Acho que você está errado em querer um coração. Só faz a maior parte das pessoas infeliz. Se você ao menos soubesse o quanto tem sorte de não ter um coração...
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