Realmente Nao sou Perfeita nem Dona da Verdade
Na democracia da república do bichos
Sempre deixa tudo e todos imersos no lixo.
Nela não há limites para o destrutivo caos
Que impera na brasílica Fazenda Animal.
Estou com Drummond e não abro quando o poeta diz que certas amizades comprometem a ideia de amizade. Certas amizades corrompem o caráter e pervertem a personalidade.
Os verdadeiros amigos não são aqueles que são feitos
Nos balcões etílicos dos abismos dos desesperado e aflitos,
Nem somente nas oficinas soturnas que nos consomem o peito.
As verdadeiras amizades são cultivadas e bem partilhadas
Em meio aos tesouros íntimos feitos de valores e ideias claras
Que não se dissolvem frente às intempéries com suas pragas.
As amizades verdadeiras são fundadas e solidamente erguidas
Nos sólidos alicerces que transpassam os umbrais dos dias
Firmados sob o solo profícuo da eternidade que nos aguarda.
Não desejo nem almejo glória, nem quero a pompa
Que vem pra afagar meu miserável ego de pecador.
Quero apenas poder ver a Luz que pousou como pomba
Certa feita nas águas do Jordão no batismo do Senhor.
Da arte de aceitar
Ele não aceitava a moça. Ela foi, foi, conversou, conversou, rodou, rodou, artimanhou, manhou, arte e manha, miou, afinal rendeu. Criança de emoções superficiais, rápidas, espontâneas e passageiras, ele cedeu. Aceitou-a.
Fiquei pensando em algo tão definido pelos psicólogos e literatos, porém inesgotável e eterno como o tema humano: a necessidade de ser aceito.
Ser aceito não é receber a concordância. É receber até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível
e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é como pessoa.
Ser aceito é realizar a plenitude dos sentidos do verbo latino Accipio, que deu origem à palavra portuguesa. Accipio quer dizer: tomar para si; receber, acolher; perceber; ouvir, ouvir dizer; saber; compreender; interpretar; sofrer; experimentar; aprovar; aceitar; estar satisfeito com. Tem vários sentidos, tal e qual essa aceitação misteriosa e empática que alguns nos concedem.
Ser aceito é ser percebido antes de ser entendido. É ser acolhido antes de ser querido. É ser recebido antes de ser conhecido. É ser experimentado antes da experiência. É, pois, um estado de compreensão prévia, que abre caminho para uma posterior concordância ou discordância, sem perda do afeto natural por nossa maneira de ser.
Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de maior alcance do que os que derivam da razão. Implica intuição; compreensão milagrosa porque antecipatória; conhecimento efetivo e afetivo do universo interior; compreensão pela fraqueza; cuidado com as cicatrizes e nervos expostos, tolerância com delírio, tolices, medos, desordens, vesícula preguiçosa, medo do dentista ou disritmia.
Ser aceito é ser feliz. Raro, pois. Quer fazer alguém feliz? Aceite-a em profundidade. E depois discorde à vontade. Ela aceitará.
"Apesar das circunstâncias difíceis, não podemos esquecer que servimos a um Deus de milagres. Não se abale, creia no Seu agir e na Sua providência... Siga com fé, Ele vai te honrar! "...E quando acordo, me sinto seguro, porque Deus cuida de mim." SL-3:5
"Que a nossa fé se renove todos os dias. Que não nos falte coragem para conquistar nossos objetivos. Que a felicidade seja sempre presente, mesmo nos dias difíceis. Que o riso não falte para contagiar os azedumes alheios. Que o amor seja em abundância, compartilhando com todos por onde passar.
E em tudo Deus, nos dando sabedoria e nos livrando de todo mal. Amém!"
Formas de governo seriam então músicas na pista, as quais você não controla, somente dança ou não dança no rítmo?
Eu estou disposto a carregar as consequências pelo que penso, pelo que digo e pelo que faço. Não tenho medo! Fazer uma afronta moral à minha pessoa é como... Tentar derrotar o que não pode ser derrotado. Eu já pulei esta etapa, e com golpes baixos (seja caráter ou intelecto) não atingirão-me. Eu sou Mateus Schroeder da Silva e EU SOU SEU DEUS. ok? (risos)
Obs.: Uma referência aos mestres é sempre bem vinda não? kk
Não é fazendo beicinho, não é fazendo quebra-quebra, batendo o pezinho e tocando a amarela que se fará algo de digno, prestativo e bom pela tal da sociedade.
Todo homem deveria se encantar por sua mulher...
Não haveria infelicidades, nem problemas.
O único problema seria o pouco tempo para amar sua companheira.
Uma religião não deve ser praticada para nos sentirmos bem, porque religião não é como geladinho feito com kisuko de uva.
Muitíssimo menos para parecermos bonitinhos na fita social, política e midiática, porque religião também não é maquiagem nem ideologia.
Uma religião não deve, em hipótese alguma, ser mutilada e reduzida ao tamanho de nossa pequenez, como tanto gostam de fazer os religiosos progressistas. Fazer isso, não é outra coisa senão safadeza egolátrica e insídia ideológica.
Quando você estiver lendo um livro, seja da grande literatura universal ou não, e um caipora com pose de sabidão lhe perguntar qual é a análise crítica que você faz do mesmo, abandone o sujeito, e bem rápido, porque se você se demorar só um pouquinho com o cafifento, ele começará a falar, e falar, e falar e então seus ouvidos serão utilizados com uma latrina para excrementos verbais multiculturais e sua cabeça transformada numa fossa para os dejetos ideológicos que pululam nesse tipo de alminha criticamente crítica.
Algo contido na honestidade, é não utilizar aquilo que é desconhecido ou mal definido. Isso não é regra.
Por exemplo, eu honestamente não deveria falar sobre o amor, já que ele me é desconhecido, não definido. E para aqueles que dirão que o amor é indefinível, temo que seja apenas uma fraquesa, de não querer definir para não cair em contradição ou até mesmo colocar em cheque o próprio sentimento. Tem medo do próprio caos que há dentro de ti? Já é hora de crescer!
