Frases sobre realizar
Bom dia!
Que hoje você possa conquistar e realizar os seus sonhos. E que a sua fé cresça e enalteça o seu poder interior, sua força. Que sinta paz no coração ao fazer uma escolha certa. Que você se valorize, se ame, se respeite, faça o bem e espalhe luz.
E que as bênçãos de Deus protejam, cuidem e guardem o seu dia todinho.
Afirmação do Dia!
Eu sou capaz de realizar tudo que desejo.
Eu sou forte e perseverante.
Eu sou prosperidade, luz e felicidade.
Eu acredito que o melhor chegará até a mim.
Eu confio e tenho fé no que Deus reservou para mim.
Comente “ Amém “. E permita que todas as bênçãos e o amor de Deus cheguem até você.
Para Refletir!
Eu sou capaz de realizar meus sonhos.
Eu sou uma pessoa de luz.
Eu sou uma pessoa feliz.
Eu sou uma pessoa abençoada.
Eu sou uma pessoa grata.
E creio que Deus reservou o melhor para mim.
Toda afirmação feita com o coração, pensamento positivo e fé tem o poder de se realizar.
Pratique, afirme com convicção tudo que você deseja para a sua vida. Deus e o Universo irão se encarregar de concretizar cada um.
Afirme quantas vezes quiser, precisar. Mas sempre com fé e esperança. E deixe chegar o que for de seu merecimento! ( - Laís Carvalho - Diário Meu Oficial)
Domingo, 29 de Setembro: Forte perante aos obstáculos, determinada a realizar meus sonhos, focada em minhas escolhas e carregando comigo uma fé inabalável. Que Deus esteja no controle de tudo.
- Laís Carvalho
Laís Carvalho - Diário Meu Oficial
Você pode ate saber como será este caminho, mas realizar a caminhada por ele, requer que você experimente.
Temos este formato, porque precisamos dele para realizar nossas tarefas, sabendo disto, podemos entender que nossa alma não tem um formato físico.
Tenho um medo profundo de viver longos anos e não realizar nada, chegar à velhice e continuar sendo um livro em branco. Alguns temem a morte, eu temo a vida. Porque pior que a morte, é a vida não vivida.
Criamos qualquer coisa a partir de nossa organização e disciplina em realizar ações em prol do nosso crescimento pessoal.
Às vezes, é importante realizar uma reflexão profunda sobre o tipo de relacionamento que temos com Deus e sobre o que, de fato, nos motiva a buscá-lo.
O desejo de realizar a obra de Deus é um anseio expresso por muitas pessoas no meio cristão. Às vezes revela uma natureza voluntariosa e ansiosa por servir a Deus, ou, na maioria das vezes, pode evidenciar vaidade e uma tendência a buscar reconhecimento e autoafirmação. É importante notar que as pessoas que agem assim nem sempre conseguem realizar essa autoanálise.
Algumas pessoas buscam realizar-se por meio de experiências estritamente mundanas e por isso sofrem. A isso se atribuiu o nome de “sonhos empobrecidos”.
CULTURA NÃO ATRAPALHA EDUCAÇÃO
Demétrio Sena, Magé – RJ.
Realizar um evento cultural sem a tutela dos projetos oficiais, os esquemas e planejamentos especificamente pedagógicos, numa unidade escolar, é uma verdadeira batalha, quando quem o faz não tem não tem lá seus prestígios. Arte e literatura em forma de exposição e espetáculo sempre foram muito temidas na educação, desde tempos imemoriais. Ainda hoje são vistas como reuniões de subversivos; de pessoas que podem "pôr caraminholas" na cabeça do jovem ou "coisa de gente que vive nas nuvens" e, por isso, nada tem a acrescentar de bom para moças e moços em formação. Só desvirtuá-los.
Naquelas escolas onde já se permite – apenas permite – realizar o evento cultural, sem a mínima oferta de suporte, apoio, e sem nenhuma representação por meio de pessoas da direção, do corpo docente, do quadro funcional como um todo, eventos artísticos e literários são coisas de "cantinhos". Os alunos locais devem se manter distantes, porque do contrário, "perdem conteúdo". Sempre perdem conteúdo, não importa que sejam eventos bem pontuais ou esporádicos, eivados de muito conteúdo transversal que alguns professores possam aplicar em suas aulas ou até usar esses momentos como aulas diferentes e desafiadoras para os seus educandos.
Cultura atrapalha a educação. Essa é a ideia pedagógica – e patológica – que se tem do que foge aos itens específicos e obrigatórios do ofício de ensinar, quando só é um ofício. Ensinar sem educar, ao contrário do que é propagado. Arte e literatura na escola, e ainda estendida aos alunos, só se tiverem natureza especificamente disciplinar. Se estiverem ligadas a datas comemorativas formalmente atadas ao PPP. Ou se, em último caso, forem determinadas isoladamente pelas secretarias de educação, as coordenadorias, os políticos locais ou quaisquer outras figuras poderosas. Assim não é subversão; não é empecilho nem vagabundagem, entre outras desqualificações encontradas direta ou indiretamente.
Também respeitados, e bem queridos pela escola, que até paga muito caro por eles, caso precise, são os famosos. Aí sim; os eventos nem têm que ser culturais. Basta serem divertidos, dançantes ou, inversamente, bem solenes. Neste caso, realizados por figurões repletos de títulos e com diplomas internacionais. Figurões enviados por órgãos superiores, e que tratam a todos com refinada arrogância, porque disso todos gostam, respeitam e recebem com tapetes vermelhos.
Não e não. Cultura não atrapalha a educação. Agrega. Especialmente quando se trata de cultura local. Quem faz cultura e a dissemina em sua cidade não deve ser tratado como uma figurinha que estende um chapéu e recebe um favor; um cantinho; uma aquiescência distante seguida da simpatia zombeteira de um, a grosseria disfarçada de outro e a mensagem silenciosa de "lamba os dedos; ai está o espaço e nos deixe em paz, porque temos mais o que fazer; estamos trabalhando".
Faz tempo que não condeno a distância ou a falta de interesse e atenção; a futilidade cultural e até a agressividade de grande parte dos alunos em ensinos fundamental e médio para quem oferece cultura, quando comparo esses comportamentos com os de quem os escolariza e, especialmente, os de quem dirige quem os escolariza. Os alunos realmente não têm culpa. Estão sendo escolarizados assim, exatamente como querem os políticos que mandam na educação, os cordeiros que obedecem porque "têm juízo" e não querem perder seus status, e dos que obedecem aos que obedecem, nem se fala.
A intenção clara ou obscura, consciente ou inconsciente dos educadores – e administradores – contra cultura é apenas uma: formar cidadãos que mais tarde "não perturbem" a paz dos governantes. Dos parlamentares que precisam se corromper e ludibriar o povo sem serem perturbados com ações de quem teve a mente aberta pela arte, a literatura e a cidadania desatreladas da obrigatoriedade fria, específica, impessoal e pedagógica reinante na escola.
Sou arte-educador. Um professor que trabalha com arte; literatura; cidadania. Designado pela Secretaria Estadual de Educação lá no governo Brizola, para disseminar cultura na escola em que sou lotado e tentar fazê-lo em outras unidades da rede pública. Isso não é nada fácil, porque nós, os arte-educadores, já não somos importantes na educação estadual; não utilizamos patente; não somos autorizados – nem queremos – a estender crachás nas demais unidades e dizer que lá estamos em nome dos mandatários da educação formal, que também nem se lembram de quem somos.
Por isto peço, e com muita humildade. Quando consigo, dou-me por satisfeito com as expressões simpaticamente contrariadas e sem graça, os espaços cedidos a contragosto, a ausência de representantes locais e a interrupção abrupta de algum funcionário que surge “brabo”, para dar bronca nos alunos formidavelmente ousados que foram participar ou assistir por conta própria, e por isso estão “perdendo conteúdo”.
A contracultura dos “donos” e diretores da educação, incutida gradativamente nos educadores (nem todos, pois muitos resistem), está vencendo os fazedores culturais não influentes; não poderosos; não famosos; não oficiais; não impostos. Tudo isso me faz reservar para daqui um tempo, a frase final de um célebre desabafo do saudoso educador, antropólogo, escritor e (até) político Darcy Ribeiro: “Eu detestaria estar na pele de quem me venceu”.
Novo ano, novas perspectivas. O caminhar continua o mesmo, com o desejo de acertar e realizar sonhos.
