Realidade
O homem faz história; a mulher é história. A reprodução da espécie é feminina: ocorre de forma constante e silenciosa por todas as espécies, animais ou humanas, por todas as culturas de vida curta. É primário, imutável, eterno, maternal, semelhante a uma planta e sem cultura. Se olharmos para trás, descobriremos que é sinônimo da própria vida.
Hoje, um democrata da velha escola exigiria, não liberdade para a imprensa, mas liberdade da imprensa; no entanto, enquanto isso, os líderes se transformaram em parvenus que têm de garantir sua posição perante as massas.
A política sacrifica homens por uma ideia; eles caem em uma ideia; mas a economia apenas os desperdiça. A guerra é a criadora, a fome a destruidora de todas as grandes coisas. Na guerra, a vida é elevada pela morte, muitas vezes a um ponto de força irresistível cuja mera existência garante a vitória, mas na vida econômica a fome desperta o tipo de medo feio, vulgar e totalmente não metafísico pela vida sob o qual a forma superior do mundo de uma cultura desmorona miseravelmente e começa a luta nua pela existência dos animais humanos.
Para aqueles que vivem uma vida de glamour e aparências
fantasiosas. Precisam saber que a mesma realidade
vivida aqui, é o começo de uma longa estrada de encontro
com a nossa espiritualidade.
Rasgo o meu ser
Para alguém me reconhecer
Sou aceitável agora
Sou um tolo a querer subir para uma gaiola
Onde todos se empurram para serem vistos
Alegres zombies numa tela
Onde por detrás de tristezas e infelicidades
Pela frente, é bela...
"Quando assumir a responsabilidade por si, terá encontrado o caminho das suas necessárias mudança. Mudará a sua realidade e a realidade do Planeta!"
Saber quem é seu pai, quem é sua mãe, onde nasceu e assim por diante, é um conhecimento muito superficial em comparação com o que somos na realidade.
A vida pode ser vivida de maneira concreta ou abstrata.
A questão é saber se no jardim da vida estamos cultivado flores reais ou flores de plástico.
Eis uma verdade irrefutável...
“O patinho feio de hoje um dia se torna um lindo cisne para alguém.”
Meus dias são"zumbizado"com alunos vivos mortos de sono,e a arrogância dos que não suportam a realidade: pensando está vivos.
A Deus pertence a ação primeira – única verdadeiramente eficaz – capaz de imprimir modificações na realidade.
Arrume um ESPAÇO e um TEMPO para os estudos. Eles são os PODERES necessários para mudar a nossa REALIDADE, através da ampliação e pacificação da MENTE e da ALMA.
Vivemos no século da tecnologia, onde se tem bebidas, drogas e sodomia, te enganaram enquanto dormia, te chamaram e você não ouvia, todos os seus sonhos jogados numa pia, se tornou uma marionete, que triste, pois devia recomeçar com alegria, porque dessas coisas não sabia.
Nesse mundo não dependemos de ninguém, só de nós mesmos para se manter, existiram pessoas pra te ajudar, e ao mesmo tempo pra te afundar, basta decidir a quem se juntar, para seu ser não retardar, e assim com um pedaço de vida acabar, se isso você entender, parabéns, precisa agora só se desenvolver.
Qual o sentido da vida? O que é viver, tente entender….
Um mundo em eterna mutação, caindo rápido em falsificação, cheio de manipulação e maldição, em uma eterna luta, entre seu pai e sua criação.
O que sou no meio disso tudo? Não tenho respostas, só perguntas, talvez a morte seja a resposta, para essa eterna agonia que me revolta, então mundo de mais uma volta, e vê se não capota.
Todas as mentiras que parecem verdade, parecem confortar por um instante, não param isso é constante, tese, antítese e síntese, olho, olho e no fundo nada encontro.
Acabe logo com o sofrimento, aumente a velocidade do vento, e traga logo nosso tormento.
Não rejeito
os verdadeiros
momentos de alegrias
presentes em boas
e inesquecíveis
ilusões.
Dispenso os
momentos
angustiantes,
encontrados na
realidade enganosa
que finge
não ser ilusão.
Não era uma distância longa entre um olhar e outro. Mas longe o bastante para que os olhares se deturbassem, uma distância suficiente para que fosse agregado ao olhar certa subjetividade e interpretação um tanto ousadas. E foi isso que aconteceu.
Dia após dia os olhares se encontravam, abraçavam-se, mas nada diziam. Talvez porque não achassem que ali estaria se criando visões de algo, de alguma coisa. E em linha reta, a conversa continuava. Não em palavras, mas na subjetividade dos olhares. Não é preciso dizer nada para que fosse percebido que ali por meio dos olhos a comunicação se fazia. E seus interlocutores sempre certos de que estavam sendo compreendidos. Será?
Talvez sim, talvez não. Os olhos não são muito claros, vejam o trocadilho, quando se trata de sentimentos. Alerta de espolie. Sim, um sentimento nascia por meio daqueles olhares. Pelo menos da parte do dono de um dos pares de olhos. De uma pequena semente por trás daqueles olhos nascia um sentimento. E alimentado pelo imenso terreno fértil da carência cresceu tanto que já não cabia mais no corpo. Começou a transbordar.
Saia por todos os poros da pele. Fugia pela respiração. Os olhos, porém, pareciam não saber transmitir essa mensagem. O olhar não tinha a força de levar à compreensão desse sentimento a pessoa a quem estava endereçado. E a dona do outro par de olhos não recebeu essa informação. Não imediatamente, apesar dos olhares continuarem ininterruptos.
E eis que entra nessa história um terceiro par de olhos. Na verdade, um par de ouvidos. Ao escutar a confissão do amigo, não crer. Ele que acompanhou e ouviu todos os cochichos daqueles olhares, percebeu de imediato que os olhos daqueles dois jovens não estavam falando a mesma língua. E a dona do segundo par de olhos ouviu da boca do amigo o que o dono dos olhares interpretou.
Ela não acreditou. Mas ficou calada, pois nada a boca tem a ver com a conversa dos olhos. E deixou então que os olhares fugissem e que ficassem calados para que não fossem mal interpretados. Mesmo assim, vez por outra eles se encontram, pois estão sempre no mesmo caminho, desviam-se e vão embora. E o terreno fértil da carência continua suprindo o amor que o dono de um dos pares daqueles olhos pensa existir. Olhares são perigosos. Eles falam muito, no entanto, nada escutam.
