Realidade
Na púrpura da realidade
Se da escolha ou é escolhido
Se escolhe o que você é?
É uma forma que se cria?
Um desejo que se forma?
Ou que é pela sua compreensão e desejo...
Opção sexual?
Tabus da sociedade?
É aceito ou se torna mais um dentro de um dogma religioso...
Tudo ponto de vista pragmático sera?
Pois tantos preconceitos...
Julgamentos e perseguição...
Sois é nada mais que é...
Tudo que é compreendido é a ignorância.
Pois o que somos dentro deste mundo alucinante...
Senso de realidade_
Controvérsias sempre são expostas com a ironia e trás verdade e mentiras
Para os quais mergulhamos em outras realidade...
Meias verdades são erros da matrix...
Como os fantasmas da ilusão são feitos para você deixe de acreditar na verdade do despertar.
Sua consciência vive numa gaiola de imposição e castidade.
Moral pessoal se perdeu sua vida é uma gravação do sistema.
A programação foi feita do seu destino pre selecionado para seja o que é diante das suas expectativas presentes.
Na mecânica do espaço-tempo, o contínuo da realidade se manifesta através da deformação geométrica gerada pela massa e pela energia. Enquanto a matéria visível e a matéria escura preenchem e sustentam a estrutura das galáxias e do sistema solar, massivas ondas gravitacionais propagam-se por esse tecido cósmico como ondulações em um fluido. Compreender a natureza dessa dinâmica — em especial a matéria e a energia escuras — é o enigma fundamental da ciência moderna. Dominar esses princípios não apenas expandirá nossa compreensão da vida, mas fornecerá a base teórica para manipular a métrica do espaço-tempo e viabilizar a propulsão por dobra espacial."
Nas profundezas da consciência, criamos.
Criar objetivos claros dentro de uma realidade ambígua só acontece quando nos focalizamos: mesmo por uma fração de instante, avançamos pelo universo de maneiras distintas — pois somos o próprio universo se observando. Abrimo-nos como flores do conhecimento, uma reminiscência evolutiva no estado primordial da criação.
Nesse relacionamento expandido com a matéria, a conexão se alastra como se não houvesse o amanhã — afinal, o amanhã ainda não foi criado em sua plenitude. No foco de um milésimo de segundo, ouve-se o amanhecer: as ideias florescem no ardor da escuridão e, diante da batalha dos sonhos vividos, abraçamos a eternidade.
Nem mesmo o tempo, dilacerado por cada sopro de vida rara no universo, soa tão familiar quanto a guerra que travamos dentro de nossas próprias mentes. Chegar a mais um anoitecer seria mero ego da simplicidade. O egocentrismo, em seu centrismo absoluto, estabelece uma ordem mesmo na falha caótica da corrupção — um negacionismo que acende a fogueira alucinada dos nossos algozes.
Dentro da faísca da vida, tão pequena e ainda assim impregnada de resiliência, o querer se manifesta de formas inexplicáveis e inevitáveis. O desejar dissolve a estagnação de tal modo que o tempo se torna um brinquedo diante da nossa magnitude. A ideia se espalha em pequenas partes até se tornar massiva e dominante. Como o véu de uma noiva sobre a cidade, suas réstias tornam-se mortalhas na escuridão eterna: a interrogação que fica e a solução que abraçamos diante da percepção. Dependendo do arco de luz, o tempo e o espaço se curvam à gravidade.
O mar, sob essa mesma gravidade, se transforma pelas facetas dos astros que iluminam a noite e o dia. Calamo-nos no silêncio da noite; abraçamo-nos ao dia. Nada se revela fácil diante do microcosmo. Somos poeira que se arrastou nos rastros de um cometa — o astro errante que trouxe a vida e a sua destruição.
Um renascentista diria que a luz capturada pelo raio vindo dos céus são os deuses, finalmente, iluminando as nossas vidas.
Tudo parte de um destino quando não há gravidade; e o destino dita o fim diante do preceito do ego rumo ao precipício. Será mesmo o fim ou um novo começo? Pois o medo nos faz reféns de nossas próprias realizações. Nas hordas de onde emanam ares fortes, o início foi um sonho e alcançamos o ponto da glória. Percorro, então, os pensamentos e fragmentos esquecidos pelo tempo — ciente de que a mesma faísca de vida será creditada pela vitória, enquanto os ossos rangem diante do tempo implacável.
— Por Celso Roberto Nadilo
O Manifesto do Formigueiro Digital
Na penumbra da realidade ambígua, o mundo assiste ao espetáculo projetado nas paredes da caverna moderna. Muito além do futebol e das distrações manufaturadas, opera a engrenagem do tecno-feudalismo. Um sistema tão refinado que altera a cognição humana em massa, embala o resultado em uma "demência conectiva" e entrega ao cidadão um selo invisível de garantia de qualidade. Tudo normatizado, burocratizado e aceito com a resignação de uma garantia estendida.
Nas galerias dessa colônia, a sociedade foi dividida em novas castas biológicas e digitais:
O Homem-Formiga: Condenado ao automatismo do regime 6x1 (ou o sonho patronal do 7x0), ele vive em segundo plano, operando programas pré-estabelecidos para alimentar o sistema que consome sua própria existência.
O Homem-Cópia: Aquele que abdicou da autenticidade para replicar as normas do algoritmo e sobreviver no feudo.
O Homem-Ego: A elite moralmente vazia, os políticos e mercadores da fé que habitam o topo da pirâmide, movidos a luxúria e vaidade.
A música do Flautista de Hamelin digital continua a tocar através das telas de silício. Os adultos marcham hipnotizados em direção ao rio do esquecimento, enquanto as crianças são sequestradas em seu futuro, trancadas na montanha da Geração Delta. É o império do Ser-Toupeira, que definha no isolamento da sua gaiola digital, alimentando-se de intimidade sintética, prostituição de curtidas e realidades paralelas. Do outro lado do espelho, os Homens-Bots da velha geração atuam como soldados automatizados de um pânico moral e político que já não compreendem.
O Rico joga suas migalhas na floresta negra do consumo para nos dar a ilusão de um caminho de volta. Mas os pássaros do algoritmo já comeram o pão. Estamos presos no Problema dos Três Corpos da modernidade: o Caos inevitável entre a máquina, a elite e a massa.
O ser humano pode ser obtuso e abstrato desconectado da realidade...
Se torna fenômeno mundial de do consumismo para ser o produto consumido....
O cubismo humano transcende a sensatez e suas realizações são fúteis e de pura ostentação.
O modista sendo o consumismo de roupas e acessórios... da o retrato do relativismo e do cubismo, sendo horizonte resplandece da imagina humana...
O abraço da solidão e da vida contemporânea da origem ao isolamento intelectual sendo horizonte da existência social labirinto moral.
Dentro da corrupção política e moral novos contrastes de alienação intelectual, socia e religiosa e muitas vezes os tres juntos num processo de degradação humano, tendo processo seletivo....
So seu desequilíbrio eu vejo a realidade da ignorância... se expõe a virtude a tristeza não é clara...
Os olhos que sangrar lágrimas de sangue... nos espaços vazios da mente...
Bolsões de realidade são expostos pelos insites...
Devorando meu ego sendo luz que me cala...
Vozes na minha mente pensamentos que me fazem expor o sentimento derradeira flor da consciência...
Ser inerte atônito todavia sendo horizonte frio da minha vida.
Longe da desconexão da Internet vejo seres conectados seres sem emoções.
Na próxima estação vou descer parecem animais animados pela alienação intelectual tudo esta ligado.
As escadas rolantes cheias de contradições o fenômeno do capitalismo sendo ultrapassado pela feudalismo digital...
O amor foi substituído pelo astros das bigs tecs...
Ratos estão distantes do racionalidade do ser racional.
Sonho da realidade são apagados no lago da eternidade.
Somos meros objetos jogados no esquecimento.
Mesmo assim continuamos a brigar por espaços de riquezas de por assim dizer o julgo da alienação...
Dores amores superficiais pois o gosto é gostoso.. o melhor ganha prêmio da futilidade do ego.
Natureza se desalinhado sofre e morre a terra vira pasto de gado... o verde morre e humildade perece nos alvais da tecnologia...
Desbravadores do espaço vão compreender a humanidade de hoje ou so terá o deslumbre do são.
Meus pensamentos voam eras a frente as vezes sinto que não pertenço essa era de homens das cavernas.
A alucinação não é alienação.
Dentro da realidade sois alienação...
No isolamento intelectual sempre haverá o empobrecimento da alma.
Pois o espírito é essência das experiências passadas cujo o carater é formado. E estar alienado é simplicidade abandonado suas experiências por ideias de fantasias.
Por Celso Roberto Nadilo
Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.
palavras são proibida...
Ideias falsas são glorificados a realidade e produto da vies da alienação.
Flores da devastação
Metamorfia de laços profundos na desconexão com a realidade.
Beija flor do nexos ao florismo da alma.
Vastidão do eufemismo transgrede a humanidade.
A ideia que fazem de mim é muito melhor do que a realidade.
A REALIDADE
A realidade é que a vida, às vezes, é uma droga; e nós passamos boa parte dela procurando maneiras de torná-la bonita.
Nas alturas do tempo, um pequeno estado no horizonte massivo: palavras prepostas pela realidade observada.
Nas nuvens, vemos aglomerados de convergência de estruturas envelhecidas pelo tempo. Vemos experimentos científicos buscando a compreensão dessas mesmas estruturas — a convergência cognitiva responsável pelo olhar crítico e cirúrgico sobre a entropia humana, congelada no descanso da análise.
Velhos pertences esquecidos na caverna das limitações humanas, pois os limites lineares da mente projetam imagens sob medida sobre o real. As ruínas envelhecidas e a continuidade relativa da probabilidade desenham, a cada dia, formas carregadas pelo vento. No espaço, ondas massivas e reações de colisão dominante dobram o tempo e a gravidade ao longo de milênios para transformar cada matéria em tempestade estelar, convergência gama e os tecritons da radiação cósmica infinita.
Compreender o que vemos exige traduções complexas: cálculos infinitos para dar forma, cor e qualidade aceitável ao inacreditável, convertendo o invisível na inata compreensão humana. No fim, dados congelados em preto e branco ou digitalizados por infravermelho revelam apenas tons de vermelho e borrões preenchidos — embalados por músicas impactantes de forte apelo psicológico para justificar investimentos de bilhões.
Enquanto trilionários e bilionários brincam com foguetes que explodem e jogam milhões no ralo — sem preocupação, pois há seguro —, o contraste se escancara: multidões enfrentam a fome e sangram em guerras por recursos básicos. A fumaça das florestas em chamas e o aquecimento global intensificam o El Niño e a La Niña. Observamos o planeta nos dar seus alertas enquanto acumulamos adversidades expostas.
