Raízes
A família é como uma grande árvore.
As raízes são os princípios, o respeito, a união e aquilo que sustenta todos nos momentos difíceis. O tronco representa a força que mantém a família em pé. Os galhos são os caminhos que cada pessoa segue. As folhas são os gestos do dia a dia, o cuidado, o carinho e a presença. As flores simbolizam esperança, amor e novos começos. E os frutos são as conquistas, os ensinamentos e o legado deixado para as próximas gerações.
Quando as folhas secam e caem, algo precisa de atenção.
Quando as flores deixam de florescer, talvez a alegria esteja faltando.
Quando os frutos não aparecem, pode ser sinal de que a árvore está sofrendo em silêncio.
Uma árvore não morre de repente. Primeiro suas raízes enfraquecem. Depois perde o brilho, as folhas secam, os galhos ficam frágeis… até que tudo começa a desaparecer.
Com a família também é assim.
Quando falta paz, diálogo, respeito e união, a estrutura enfraquece. Sem harmonia, a família deixa de prosperar. E aquilo que deveria gerar frutos — amor, apoio, crescimento — começa a se perder.
Mas até uma árvore quase seca pode voltar a viver quando suas raízes recebem cuidado.
Assim também acontece com a família: enquanto houver amor, perdão, compreensão e vontade de permanecer unidos, sempre existe a chance de florescer outra vez.
Porque família em paz cria raízes fortes.
Raízes fortes sustentam árvores saudáveis.
E árvores saudáveis dão sombra, florescem e produzem frutos que permanecem por gerações. 🌳🙏🏼
A fé não evita os ventos.
Mas fortalece as raízes.
Ela não impede a tempestade —
ensina a atravessá-la em silêncio,
com o coração firme
e a alma abraçada por Deus.
Porque quem tem fé
não se quebra fácil.
Floresce de novo. Sempre.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Às vezes, é no meio do vendaval
que a gente descobre as raízes mais profundas.
O que parecia fim, era só um novo começo.
Porque quem atravessa a tempestade…
volta mais fértil por dentro —
pronta pra florescer.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Às vezes, é no meio do caos que a vida revela a sua força.
Porque só quem tem raízes profundas permanece de pé quando os ventos insistem em derrubar.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
O poeta escreve como quem chora — palavras em lágrimas que mergulham nas raízes do mundo, florescendo no jardim silencioso d’alma: sua essência, a existência de seu eu indizível.
O Legado
A árvore toca o céu
Porque suas raízes são profundas;
Assim também somos nós
Filhos de histórias fecundas.
Honrar os velhos ancestrais
É cuidar da própria origem;
Pois quem conhece suas raízes
Encontra força para seguir.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
RAÍZES DA VERDADE
Enterraram sementes de promessas
Nos campos férteis da esperança,
Regaram discursos com aplausos
E colheram dúvidas na lembrança.
A verdade, porém, não vive nas vitrines,
Nem nos palácios de mármore polido;
Ela cresce escondida sob a terra,
Onde o povo pisa, sofre e é ouvido.
Suas raízes atravessam mandatos,
Não conhecem partidos ou bandeiras;
Bebem das lágrimas dos injustiçados
E da força das mãos trabalhadeiras.
Enquanto alguns disputam os galhos,
Os frutos e a sombra do poder,
A raiz permanece silenciosa,
Preparando o tempo de florescer.
Pois a mentira teme a profundidade,
Necessita da pressa e da aparência;
A verdade aceita a demora,
Mas nunca renuncia à existência.
E quando o vento da história sopra,
Levando embora folhas e vaidades,
Fica de pé apenas o que foi plantado
Nas raízes profundas da verdade.
"Ao focar no essencial, você garante que suas raízes sejam profundas e resilientes, capazes de suportar as geadas de qualquer crise econômica." — Laerson Endrigo Ely em Método R.E.N.D.A. de Investimentos
O SOL QUE VEM DAS RAÍZES
A vida é uma jornada, com tempos e estações,
E às vezes, as tempestades parecem não ter fim.
Chove forte em quem tem a alma transparente,
Mas a leitura externa nem sempre diz quem somos.
Olhe para aquela árvore, agora tão nua,
Só galhos secos, sem nenhuma folha que flua.
Parece abatida, parece que o inverno a venceu,
Mas quem a vê por fora, não sabe o que ocorreu.
Enquanto o vento soprava e o gelo caía,
Sua força silenciosa lá embaixo agia.
Ela foi forjada no segredo, no escuro do chão,
Firmando suas raízes com toda a concentração.
Cada raiz buscou o mais profundo do solo,
Bebendo da água da vida, em um terno colo.
Isso levou tempo, levou ao esgotamento,
Mas ela se refez, venceu o sofrimento.
Não é o que se vê que a sustenta de pé,
É o que está invisível, é a sua fé.
As raízes são a âncora que a impede de tombar,
Para que, no momento certo, ela possa voltar.
E ela voltará! Seus galhos secos vão sumir,
E o verde mais lindo, mais vivo, irá surgir.
Ela florescerá com a força de quem soube esperar,
E suas flores terão o perfume de quem soube amar.
Então, para todas as almas que se molham nas chuvas da vida,
Que parecem secas e cansadas dessa corrida, lembrem-se das raízes que vocês plantaram.
Elas são o sol que nasce de dentro, o solo onde se firmaram. Vocês não estão sozinhas.Suas raízes as sustentam, e o sol que brilha em vocês jamais se apagará.
Firmem-se no solo da esperança, plantem o amor,
E verão que, depois da tempestade, o sol nascerá com mais calor.
Raízes do Fogo
Eles nasceram no mesmo sopro,
mas em margens que o destino rasgou.
Dois nomes escritos na mesma chama,
condenados ao nunca que o tempo selou.
Ela carregava o sol nos olhos,
um incêndio manso na pele a arder.
Ele era noite em silêncio profundo,
um abismo bonito de se perder.
Toda vida, o mundo os refazia,
em outros corpos, em outros lugares,
mas sempre havia algo entre eles ..
Um fio invisível… e mil altares.
Se cruzavam por um segundo apenas,
num toque que quase chegou a existir,
e o universo, cruel e preciso,
tratava logo de os dividir.
Era amor antes do nome,
antes da carne, antes da dor,
uma raiz cravada no tempo
que nem a morte arrancou.
Mas havia a maldição... Sempre ela...
Como um sussurro preso no ar:
“Vocês podem nascer mil vezes…
mas nunca vão se encontrar.”
E ainda assim, em cada vida,
algo neles insistia em lembrar:
um calor no peito, um vazio estranho,
um quase… que não sabia explicar.
Porque o amor deles não era escolha,
era destino em combustão —
um fogo que arde sem nunca tocar,
raízes presas na mesma escuridão.
E se um dia o erro do mundo falhar,
se o tempo esquecer de separar,
talvez o fogo encontre o próprio caminho…
e finalmente aprenda a queimar.
Livro: @luccisantz by wattapd
“A vida floresce com mais verdade quando aprendemos a reconhecer quais raízes emocionais ainda sustentam nossos antigos padrões.”
Do livro A Terra Invisível — O Subconsciente que Escuta e, sem Julgamento, Faz Nascer Tudo o que Você Plantar, da autora Nina Lee Magalh
“Nem toda espera é atraso; algumas promessas ainda estão criando raízes no escuro.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Raízes de Vida, Voz de Alegria
A vida não é só o que se vê,
é o sopro que faz o coração bater,
é a raiz que se enterra na terra,
e cresce forte, sem medo de guerra.
Ela dança no ritmo do vento,
no passo que segue o pensamento,
movimento que não tem fim nem começo,
que transforma o peso em leveza e preço.
A alegria é a canção que habita,
não é só riso, é alma que palpita,
é o cantor que leva a voz ao céu,
desenhando caminhos onde o medo é véu.
Ele canta não só com a garganta,
mas com a essência que se levanta,
cada nota é um pedaço de alma,
que cura, que acalma, que acalma.
Dança é o corpo que fala sozinho,
expressa o amor, o desejo, o caminho,
cada movimento é uma história contada,
de vida, de luz, de jornada abençoada.
Alegria não é um instante passageiro,
é o fogo que arde no peito verdadeiro,
é ver beleza no que é simples e comum,
é sentir que a vida vale a pena, sim, um por um.
Vida é o palco, dança é a arte,
canto é a voz que não tem parte
que se cala, que se esconde, que some —
pois a alegria é o que faz tudo ficar em tom.
E quando o cantor levanta sua voz,
ele liberta o que está preso, o que é dó,
transforma a tristeza em melodia pura,
e a vida ganha nova forma, nova cura.
Assim, entre dança, canto e existir,
a alegria é o que nos faz seguir —
não só viver, mas sentir com profundezas,
na mais bela, na mais rica das certezas.
Muitas pessoas desejam os frutos,
mas quase ninguém aceitaria as raízes,
as tempestades
e o tempo que foi necessário para florescer.
Respeitar os mais velhos, àqueles que vieram antes de nós. Nossas raízes. Quando estou embaixo destas senhoras, me sinto acolhida, sinto a força que elas carregam. Sinto seus poderes de cura. As árvores são como vovós curandeiras que transmutam energia. Estamos todos conectados.
Embora as raízes do perigo possam ser dispersas e confusas, queremos que nossas defesas sejam simples e prontas a serem empregadas aqui e agora.
Com os erros, aprendemos e nos tornamos mais sábios.
Com a dor, criamos raízes mais profundas e crescemos além do que imaginávamos.
Nada é por acaso — cada queda carrega uma lição, cada cicatriz guarda um propósito.
A vida não nos quebra, ela nos lapida. E no fim, tudo que doeu também construiu quem estamos nos tornando.
