Raios
Assim como a flor volta-se para o sol, para que seus brilhantes raios possam ajudá-la a aperfeiçoar sua beleza e simetria, assim devemos volver-nos para o Sol da Justiça, para que a luz do Céu brilhe sobre nós e nosso caráter seja desenvolvido à semelhança de Cristo.
Peças da mente
— O Sol levou seus raios cintilantes, dando espaço pra Lua brilhar.
Observo o silêncio, minha mente fantasia obras de arte no céu. Telas perfeitas. Gigantes.
Em poucos minutos, o clima muda!
Me deito em busca do sono restaurador, ele não vem, nada dele chegar!
O vento que chega do sudeste, vem veloz, atroz, chega assoviar.
Lá fora, ouço cães ladrarem, mas na minha mente são lobos a uivar.
A cama muito confortável, mas o meu eu, não.
Me ponho alerta, fico desperta.
— Observo através do vitral da claraboia em uma das muitas alcovas do antigo casarão!
— Casarão com muitas histórias, algumas escabrosas, incluindo até assombração.
As nuvens chegam, cinzentas, escuras, impedindo as estrelas de cintilarem!
Sinto meu corpo ouriçar.
A habitação parece gelar
Será que preciso me preocupar?
“Fantasma” ou só imaginação?
Ouço passos no corredor,
Ai que medo, que pavor!
Vagarosamente e trêmula, abro a porta.
Ui… Que alívio, era só o zelador.
Nossa mente é campo fértil, sementes plantadas por um caso escutado, trazem pânico e terror em uma situação cotidiana, julgamos ver até aparição.
“Uma ave vira um dragão!
Um gatinho vira um leão"!
Rosely Meirelles
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"Sempre terão os ricos raios rubros,
servidos aos sons de suaves ondas,
místicos mistérios e magias."
Na imensidão da vida, encontramos tesouros únicos nas intersecções do desconhecido, onde os raios da coragem iluminam os caminhos além das trilhas conhecidas.
Imagine uma brisa suave acariciando seu rosto, o sol derramando seus raios de luz sobre sua pele, e os pássaros entoando uma melodia harmoniosa. Assim como a natureza encontra equilíbrio em sua diversidade, nós também podemos encontrar a tranquilidade em meio à diversidade humana.
Amores e dores perdidas
Cativada seria a alma do viajante
Por as nuvens de chuva
Raios de sol
E brilho da lua
Pensaste que a paisagem
Daria lugar ao acaso
E que ao ouvir um sabiá
Lá estará (de contramão)
Em meu corpo não há lugar
Pra tamanha desventura
A flama de uma paixão
Que de sol se torna lua
E que coberto pelas nuvens
De repente, se vão.
Olhar para a Lua, fonte de encantamento,
Mesmo no quintal, traz-me paz e alento.
Seus raios prateados, serenos e brilhantes,
São como abraços celestes, eternos e constantes.
Na quietude da noite, ela surge soberana,
Enfeitando o céu com sua luz soberba e humana.
E quando meus olhos a contemplam com devoção,
Organiza-se em mim uma profunda reflexão.
Em seu manto lunar, encontro clareza e serenidade,
As ideias se alinham, ganham nitidez e verdade.
As preocupações se dissipam, desaparecem os tormentos,
Pois a Lua me guia na busca dos meus pensamentos.
Seu brilho suave ilumina a escuridão,
Como um farol de esperança, me conduz à direção.
Cada fase lunar, uma metáfora sutil,
Da transformação constante, do fluir sutil.
Olhar para a Lua, mesmo no quintal modesto,
É contemplar a grandeza do universo e seu manifesto.
E nessa conexão cósmica, encontro meu lugar,
Na imensidão do céu, na paz do meu olhar.
Então, sob o luar radiante e sereno,
Minha alma se eleva, alcança um mundo pleno.
A Lua, minha confidente, minha musa inspiradora,
Me acalma, me nutre, em seu brilho acolhedora.
Assim, ao olhar para a Lua, mesmo em meu quintal,
Sinto que há um elo profundo, uma conexão celestial.
E nessa comunhão com o divino, encontro meu abrigo,
Na paz que ela emana, nos meus pensamentos se consigo
Verificou-se que a ação dos raios solares era maior no ar úmido do que no ar seco.
AÑÃ’GWEA
Enquanto sinto o meu coração palpitar, observo a beleza dos raios de um sol de inverno afagar minha pele suja de terra, meus olhos pesam, apago.
Lá no alto da colina, por entre árvores criaturas fantasmagóricas dançam envoltas na brisa suave do vento.
Agora o vento sopra lentamente uma doce canção.
Será esta a canção das criaturas que habitam os céus ou daquelas nas profundezas dos mares?
Acordo desse sonho pesado algum tempo depois, a canção ainda ecoa como um grito que se sufoca
Agora posso ouvir o som da minha alma;
“Voe filha de Iamandu;
Voe bem alto e faça das nuvens um véu;
Espere pela noite e suas estrelas brilhantes;
Voe e dance como o vento no céu.”
HINO NACIONAL
(O que diz a letra)
Marco Aurélio Chagas
Ao sol com brilhantes raios,
Comparada a liberdade,
O brilho ilumina o céu
Da Pátria colonizada.
***
Bom dia!
Ao acordar e se deparar com o espetáculo magnífico dos primeiros raios de sol, lembre-se de que o universo conspira a seu favor. Acredite em si mesmo e em suas habilidades, pois você possui dentro de si o poder de transformar esse dia lindo em uma jornada extraordinária.
Que cada respiração seja uma renovação da sua essência mais pura, permitindo que cada passo dado seja significativo e cheio de propósito. E saiba que, mesmo nos momentos mais difíceis, Deus estará ao seu lado, guiando seus passos e envolvendo-o com sua proteção.
Aproveite cada minuto desse dia lindo, abrace a oportunidade de viver intensamente e espalhar amor por onde passar. Pois quando o sol adormecer, e a noite se aproximar, você será grato por ter vivido mais um dia maravilhosamente bordado pelo Criador...
- Edna Andrade
Em um dia inesquecível, finalmente, dois mundos distintos se aproximaram, foi como se os raios de sol de um tivessem adentrado o céu nublado do outro, um tipo de evento bastante incomum, muito esperado por ambos.
Os dias seguintes foram trazendo novos significados, suas vidas já não eram como antes, as qualidades sobressaiam os desfeitos, o amor entre eles era entusiasmante e ia crescendo cada vez mais forte, mostrando-se verdadeiro.
Parecia que tinham iniciado uma dinastia que seria duradoura e transcenderia várias gerações, uma euforia contínua, contrariando todas as tribulações com um companheirismo inquestionável, gratas e árduas superações.
Infelizmente, um desgaste avassalador foi se instaurando entre eles, aquela relação não tinha mais o mesmo sabor, propósitos diferentes, ela ainda lutava, não estava pronta para seguir em frente sozinha, mas ele estava ausente, não se importava.
É certo inevitavelmente, ela viu aquela aparente dinastia desmoronando e logo tudo desabou, enquanto ela ficava sem chão com o coração partido, sem enxergar uma razão que fizesse sentido de fato, se perguntando se tudo tinha sido em vão.
Provavelmente, levará um certo tempo, porém, ela ficará bem e perceberá que teve uma valiosa lição, essencial para o seu amadurecimento, será mais atenta, respeitará seus limites, será que amar não é sinal de fraqueza apesar deste fato triste.
Ninguém está isento de passar por uma situação desagradável deste tipo, tendo em vista que nenhum vínculo humano dá a garantia de que será eterno, o que outrora foi construído, a qualquer momento poderá estar em pedaços, sempre haverá este risco.
Muitos vínculos se Deus quiser permanecerão alegres e vivos, então, não se trata de uma visão pessimista, de uma vida sem brilho e sim de não se criar tantas expectativas sem o respaldo da devida razão para que se vier a decepção, não cause uma dor tão agressiva.
"O Caminho do Lobo"
Nas entranhas da floresta, onde os raios dourados do sol mal ousam penetrar, desenrola-se uma jornada misteriosa e ancestral: o Caminho do Lobo. Uma trilha traçada não apenas por pegadas na terra, mas pelas histórias sussurradas pelo vento entre as árvores antigas.
O lobo, ser solitário e ao mesmo tempo intrinsecamente ligado à sua alcateia, encarna a dualidade da vida. É um símbolo de coragem, perseverança e intuição. Aqueles que se aventuram a trilhar o Caminho do Lobo buscam não apenas compreender a natureza selvagem ao seu redor, mas também mergulhar nas profundezas de sua própria essência.
Caminhar por entre as sombras da floresta é uma metáfora da jornada interior, na qual os obstáculos representam medos a serem superados e os momentos de tranquilidade lembram que é preciso encontrar paz na solitude. Cada passo é uma escolha, e cada escolha molda o destino do viajante, assim como as pegadas deixadas na terra contam a história da jornada.
No Caminho do Lobo, as estações se entrelaçam como capítulos de uma narrativa infinita. A primavera traz a renovação, o florescer das ideias e a conexão com os instintos mais puros. O verão é um tempo de fervor, quando os desafios se intensificam e a busca pela verdade interior se acirra sob o calor do sol. O outono chega com a reflexão, a queda das folhas representa o desapego do que não serve mais, preparando o terreno para o inverno da introspecção profunda, um período de quietude e autoconhecimento.
Assim, aqueles que se aventuram no Caminho do Lobo não apenas trilham uma rota física, mas abraçam uma jornada espiritual de autodescoberta e evolução. E, quando finalmente emergem das sombras da floresta, encontram não apenas o fim de uma trilha, mas o início de uma compreensão mais profunda do mundo ao redor e do lobo que reside dentro de cada um de nós.
Meu amor...
Lágrimas da chuva...
Raios de luz reflete o seu corpo...
Sobre a grama da da relva os espaços grandioso da beleza da alma...
O vento sussurrando pelas árvores são um estado de perfeição...
O tempo voa rápido demais nas nossas conversas a noite...
O feitiço de nossas vidas passadas aparecem num exato momento que falamos as mesmas coisas num pensamento único e feliz.
Dia de sol
Hoje o dia está tão lindo!
Magnífico!
Os raios de sol penetram minha pele intensamente
e bronzeiam meu ser lentamente
enquanto sinto a leve brisa do verão.
O mundo está vivo de novo! Não é mais aquele sem cor, sem esperança, sem paixão.
As árvores têm seu verde.
O céu tem seu azul.
E eu?
Eu tenho meu eu de volta
o qual estivera dormente durante este longo inverno!
Um novo alvorecer vai surgir. Com raios de sol, nuvens carregadas, ou chuva de ternura; não depende de sua motivação; do seu estado de humor; amor ou ódio; verdade ou mentiras; ganância ou hipocrisia; arrogância ou extremismo; um novo amanhecer vai colorir o firmamento, anunciando um novo tempo.
