Rádio
As canções de SÉRGIO O CANCIONEIRO...
Rodam aqui, na RÁDIO RAINHA DO SOL FM 105.9
Diariamente a partir das 13:30 hs.
Locução de LUCIANA LOCUTORA APAIXONADA
INDAIATUBA - SP.
O paraíso deve ser como sentir teus lábios enquanto toca Beatles na rádio... Ao meu ver deve ser algo como sentir teu corpo roçar ao meu na penumbra que a madrugada trás. Se isso não for o tal dito paraíso, não sei o que é.
Não queime o rádio, cara. É uma simples brincadeira, você brincou conosco o curso inteiro e não ficamos bravos e veja bem; "A Paz" não consiste nisso. Vamos brincar, é brincando que se aprende. Não?
O mundo está tão violento, Senhor, tanto que nem dá para ligar a televisão, o rádio, entrar na internet sem ter acesso à notícias ruins, sanguinárias, em que pessoas estão matando pessoas, muitas vezes por causa de alguns trocados que estão em suas bolsas, carteiras ou bolsos.
Beijos postados sempre trará muito amor ao seu dia...
Se fosse uma rádio tocaria seu coração...
Se fosse música tocaria suas fibras mais ocultas...
Se fosse eu com certeza me amaria sem limites...
O coração é como um rádio que recebe e envia frequências, além de bombear sangue para o resto do corpo é lógico... ele percebe tudo que os olhos não veem, tudo que a pele não sente e tudo que os ouvidos não ouvem!... o.O
Aliás... foi o Coração que ensinou à pele sentir, os ouvidos ouvirem e os olhos enxergarem... rs
Meu desejo pessoal: sair numa madrugada de sabado sem hora pra voltar, ouvindo boas musicas no radio tendo a lua e o ceu estrelado como vigia, na verdade td isso se resume em viver intensamente
Você liga seu rádio e de repente começa a passar aquela música que faz você lembrar-se do seu grande amor. Ao perceber que seus olhos estão lacrimejando você muda de estação e adivinha, é a hora daquelas melancólicas histórias de amor mal resolvidas. O que fazer então: - Já sei! Vou ler um livro. Você diz. É justamente nessa hora que você pega um livro qualquer em sua estante e começa a folheá-lo e que você encontra dele? Aquela sua primeira foto com a pessoa que você tanto ama. É REALMENTE NÃO DÁ PRA ESQUECER.
A nossa música esta tocando no rádio, mais não é a mesma coisa, quando ouço seu nome meu coração aperta, e fiquei sabendo que você esta com outro, apenas desejo toda felicidade do mundo, e que ele te cuida melhor do que eu te cuidei.
Todos recebiam cartas
e discos pedidos
ao domingo
no Rádio Clube de Huambo
a mais de mil e duzentos quilómetros…
era a emissora que mais se ouvia
Só ele,
porque exatamente ele era só
e de longe
(talvez de lugar nenhum),
o furriel Abreu Gomes
nem uma letra vertida em magra folha de papel
Vingava-se da solidão no cigarro
que um após outro fumava
Enrolava-os com perícia tal
no fino papel de mortalha,
dois a dois de cada vez,
como se ali depositasse os fios da vida
que queimava,
como se estivesse a fechar para sempre
as abas do seu caixão
Aquele livro de mortalhas
e a cinza do cigarro queimado
que lhe morria pendurado na boca,
tinha a brevidade da vida
que ali se vivia a cada hora que passava
In “Há o Silêncio em Volta” (poética de guerra), edições Vieira da Silva do poeta Alvaro Giesta
O poder político dos outros meios de comunicação, como rádio, televisão, jornais e revistas, foi transferidos para a Internet, por ela ser o único meio de comunicação capaz de concentrar a todos em um único lugar e, consequentemente, de concentrar todos os poderes que cada meio tinha, dentro dela.
Tudo é vivo, tudo é natural... Desde a tecnologia, o rádio, e a TV, até o seu guarda-roupas de solteiro, comprado na Silvia Design...
MASSA FM EM LUMINOSIDADE
(21/11/2019)
Vivo com ardor, a beleza de uma rádio essencial a alma da humanidade. E compreendo todas as formas poeticas, com que a Massa FM reluz a luminosidade do amor.
A relva molhada, um paiero aceso
A paca correndo, o riacho barulhento
O rádio ao fundo toca baixo, o berrante empoeirado
O tédio consome, não sei se aguento
O velho resmunga, o eucalipto balança
O manga-larga trota, a muriçoca rondeia
O lago se remexe, o pinhão já tá no fogo
O guardanapo todo duro, é o luar que me norteia
O pinto avisa, D'Angola cacareja
Daqui eu imagino, como é que seria
Se aquele Preto-Velho ainda
Estivesse na Bahia
Um bom trago na cachaça e já devolvo para a pia
Respiro fundo e olho fixo, para além da cocheira
Um menino se aproxima, de bota e chapéu marrom
Parece até que me conhecia, desde os tempo da trincheira
De longe desconfio, aproximo a espingarda
Traz um santo na mão, com os olhos me pedia
Aqui tem um recado, de alguém que me mandou aqui
Num papel velho e amassado, de alguém que se asfixia
Passa um gato como um tiro, parece que já sabia
A paz que aquele piá, sem querer me trazia
Ô meu pai mas que saudade, esse estradão é muito cruel
Não entendo muito dessas coisa, nem escrevê eu sei direito
O que sei é desse aperto, que deixastes em meu peito
No horizonte vejo mato, um rio fundo e o mesmo céu
As garrafas não dão conta, me afogo diariamente
Qualquer comida que me atrevo, só consigo sentir o fel
Interrompo aquela carta, não consigo prosseguir
Ninguém sabe meus motivo, o que me trouxe até aqui
Sou um chucro fí do mato, criado no sertão
Minhas coisa resolvo assim, me afasto pra refletir
Não sei se certo ou errado,
Mas me puno com a solidão
O som tocou no rádio
Ela perdeu o prumo
Ela dançou na noite
A gente foi o assunto
Eu só perdia ela
Quando queria mais
Ela beijou a lua
E se perdeu no cais
Programas jornalísticos, seja na TV, no rádio, na Internet ou impresso, têm bombardeado a sociedade com notícias que pouco ou nada promovem em melhoria da sociedade que os consome, sendo a maioria das pautas de irrelevante valor para a vida do cidadão, quando não contribui para uma histeria coletiva que fomenta o medo, o ódio, polarização e a desesperança.
Triste ver que "em tempos de corona vírus" algumas emissoras de rádio e televisão só se empenham em plantar discórdias e divulgar notícias catastróficas e negativas, se esquecendo de divulgar as boas que tanto poderiam servir de alento e motivação para todos!
Helda Almeida (02/04/2020)
