Rádio

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Eu sei que você deve estar ai agora, tomando seu iogurte com granola, ouvindo aquela canção no rádio que te faz lembrar de coisas boas, sei que esta chamando um doce amor na sua vida, chamando uma boa companhia, espere, o telefone toca, hum não era você, já estava pronto para tocar seu interfone e dizer cheguei.

Quando estamos escutando uma rádio e toca uma música que não gostamos, fazemos oque ? Desligamos ou trocamos de estação, não é verdade?

Assim é a frequência de energia, se estamos dando ênfase em algo negativo, isso acaba alimentando ainda mais, compreende?

Nesta passagem, temos eu, você e milhões de pessoas, guerras a travar.
Sejam elas físicas ou espirituais...

Toda vez, em que externamos nossas frustrações a " coisa negativa" se alimenta e consegue exatamente oque quer.

Não é uma tarefa fácil, nunca diria isso!

Mas...se nós foi dado essa oportunidade, temos que enfrentar da melhor forma possível..

Depois de estar no fundo do posso, tive essa clareza e tenho feito e vivido um dia por vez.

Agradecendo a vida e a oportunidade de fazer o meu melhor dia a dia.

Eu me sensibilizo com suas guerras, mas...espero que dê alguma forma, essas palavras possam te dar um pouquinho de conforto.

Então coloque sua melhor versão , olhe-se no espelho e diga pra você mesmo, tudo que tiver que enfrentar, terá pela frente uma pessoa incrível e forte.
VOCÊ!

⁠Os sentimentos de nós seres humanos são como ondas de rádio cada um possuí sua frequência definida. Podemos até nos encontrarmos em frequências parecidas porém nunca na mesma sintonia.

Fones de ouvido, Karaokê, Jukebox, rádio, pc, tv, stream. São formas de apreciar a música.

Pense na mente e no corpo como um aparelho de rádio sofisticado. O corpo é a estrutura física: fios, circuitos, alto-falantes. A mente é o sistema de sintonia. Já o espírito é a fonte do sinal.


No espiritismo, o espírito não nasce no corpo — ele o utiliza. Da mesma forma, o rádio não cria a música; apenas a capta. Quando a sintonia está limpa, o som chega claro. Quando há ruído, interferência ou frequência desalinhada, a música continua existindo, mas chega distorcida.


Nossos pensamentos funcionam como o botão de ajuste fino. Emoções densas, culpa, medo e raiva geram ruído. Pensamentos elevados, fé, estudo e caridade afinam a frequência. O corpo sente o resultado dessa sintonia: equilíbrio quando o sinal flui, adoecimento quando a interferência persiste.


A mente, nesse modelo, atua como antena. Quanto mais consciente e disciplinada, maior a capacidade de captar inspirações superiores. Não se trata de misticismo ingênuo, mas de responsabilidade íntima: ninguém controla o sinal universal, mas cada um é responsável pela qualidade da própria recepção.


Cuidar do corpo é manutenção do aparelho. Educar a mente é ajustar a sintonia. E evoluir espiritualmente é aprender, pouco a pouco, a ouvir frequências mais altas — aquelas que não gritam, mas orientam.


O silêncio interior, curiosamente, é o momento em que a antena mais capta. É ali que a consciência percebe que nunca esteve desconectada; apenas precisava sintonizar melhor.
Quando não estamos bem, conversar com pessoas de boa frequência faz toda a diferença. Não porque elas “resolvam” nossos problemas, mas porque ajudam a ajustar a sintonia interna.


Pela ótica do espiritismo — e também da psicologia — emoções são contagiosas. A mente funciona como uma antena sensível: em ambientes carregados de pessimismo, culpa ou julgamento, o ruído aumenta. Já perto de pessoas serenas, lúcidas e compassivas, o campo mental tende a se organizar. O sinal fica mais limpo.


Pessoas de boa frequência não são as que negam a dor, mas as que sabem escutar sem alimentar o caos. Elas não amplificam o sofrimento, não reforçam o papel de vítima e não transformam a queda em morada. Funcionam como referência de equilíbrio, lembrando — às vezes sem dizer uma palavra — que é possível atravessar a turbulência sem perder a direção.


Isso não é misticismo vazio. Estudos em neurociência mostram que interações sociais positivas modulam o sistema nervoso, reduzem cortisol e favorecem estados mentais mais regulados. No espiritismo, diríamos que isso facilita a influência de bons pensamentos e amparadores espirituais.


Por isso, escolher com quem conversamos quando estamos frágeis é um ato de cuidado espiritual e emocional. Em certos momentos, a cura começa não na resposta certa, mas na presença certa — aquela que ajuda a mente a voltar para uma frequência onde a esperança consegue ser ouvida.

⁠Existe de tudo um pouco...
Até pessoas que são péssimas em ser.
Logo, prefiro meu rádio a tagarelar e um café amargo a me acompanhar nas noites de luar.

Tudo se resume a uma questão de vibrações; assim como um rádio, se seu dia não está na direção desejada, concentre-se em alterar essa frequência.




Pensador

Ondas de rádio são invisíveis e podem ser gerados na Terra e captados na lua. Da mesma maneira, nossas vibrações mentais podem trazer eventos positivos ou negativos para nossa existência; tenha fé nisso.

"Como policial de rádio patrulha por mais de 20 anos, vi de perto milhares de ocorrências pequenas que poderiam ter sido resolvidas na hora se tivéssemos juízes, promotores e defensores de plantão em cada município. Enquanto o topo do Judiciário se perde em influências e processos intermináveis (como mostra a imagem), o sistema trava porque não resolve o básico na base. Se puníssemos o pequeno conflito com agilidade e mediação direta, acabaríamos com as montanhas de processos que geram impunidade e libertaríamos as forças de segurança para o que realmente importa. A justiça precisa sair dos gabinetes de Brasília e voltar para o dia a dia do cidadão comum."
(Mário Luíz)

Para o meu amor subterrâneo
Eu me apaixonei primeiro pela sua voz — no som do rádio, em uma cidadezinha do interior. Tudo era tão estranho, tão encantador. E o mais curioso: o nosso primeiro contato foi bem pertinho da minha casa, num comício de política... (risos). Você me observou tanto naquele dia, mas não me chamou para dançar.
Depois disso, ficou fácil dizer pra mim mesma que eu gostava de você. Mas eu ainda era só uma menina de 13 anos, imatura, confusa. E você, um rapaz de 18. Hoje essa diferença pareceria pequena, mas naquela época era decisiva.
Eu gostava tanto de você, mas a minha insegurança me fazia dizer “não”. Só que, lá no fundo, eu tinha certeza do que sentia. Até que, um dia, meus pais me deram a notícia: íamos embora. E assim, mais uma vez, deixei você ir. Pouco tempo depois, uma colega que morava por perto começou a namorar com você... Eu nunca entendi isso direito. Sempre tive curiosidade. Porque, no fundo, eu sentia — de algum jeito — que você também me amava. Ou algo perto disso.
Fui embora, a 500 quilômetros de distância. Naquele tempo não tinha celular nem WhatsApp. O único meio de escutar sua voz era o orelhão perto da minha casa, onde eu ficava esperando ansiosa pelo sábado. Queria tanto te ouvir de novo... E você, às vezes, nem reconhecia mais a minha voz. Mas eu nunca me esqueci da sua.
O tempo passou, e é claro, eu me apaixonei outras vezes. Namorei, encontrei novos amores. Como você. Conversamos muito na época do MSN. Dividimos histórias, dores, alegrias. E eu esperava — ansiosamente — ver você online, pra te dizer o quanto as coisas estavam difíceis. Mas, em vez disso, eu mentia e dizia que estava tudo bem, que era feliz aqui. Você nem imagina, mas foi meu amigo em um tempo em que eu me sentia tão sozinha. Você me ajudou e nem sabe disso.
Não lembro quantas conversas foram. Nem sei quando elas acabaram. Mas eu sempre desejei, de verdade, que você fosse feliz. E eu sei que encontrou a mulher da sua vida. Acompanho de longe, e vejo: vocês formam uma família linda. E fico feliz por isso. Porque amar, de verdade, é querer o bem — mesmo que não seja ao seu lado.
Talvez eu nunca tenha tido coragem de dizer isso antes. Acho que por isso essa história ficou guardada aqui por tantos anos. Só queria te contar que, sim, você gostou de mim. Mas eu... eu te amei mais. Eu só não sabia como dizer.
Hoje, eu também encontrei o amor da minha vida. Juntos, construímos uma história linda. Mas às vezes, a gente só consegue dizer certas coisas quando sente que pode ser tarde demais. E eu não queria esperar mais. Essa é, talvez, a minha última mensagem para você. E eu precisava que fosse em vida.
Sempre tive vontade de te falar isso. Prometo que nunca mais mandarei. Essa é minha última carta de amor.
Continue sendo feliz. E saiba que, de onde eu estiver, também estarei feliz por você.
Com carinho,
Da menina que nunca teve coragem, mas sempre te amou em silêncio.


Se um dia fizer uma busca na rede, sobre um amor platônico. Que você a encontre aqui. (C)

"Estou sintonizando a frequência da minha mente na rádio do impossível, até que o volume do sucesso ensurdeça as minhas dúvidas."

⁠Você, eu, um vinho barato, nesse momento o mundo parece parado, o rádio calado, tudo paralisa com você ao meu lado ❤️

O silêncio da noite tem uma voz que só os insones conseguem traduzir, uma frequência de rádio que transmite apenas as notícias do que perdemos pelo caminho. É nessa hora que a escrita se torna o único radar capaz de localizar algum sentido no meio desse nevoeiro existencial.

Quando a seleção entra o país muda de tom,
fogos cortam o céu, rádio aumenta o som,
até quem desacredita acompanha o dom,
de ver onze jogadores levantando a multidão.
E se vier o hexa vai ter povo chorando,
lembrando das batalhas que seguimos enfrentando,
porque no fundo o brasileiro vai lutando,
entre sonhos partidos e a esperança retornando.
Helaine machado

Pense em alguém que está ouvindo o rádio e acompanhando as notícias. Pode ser que esteja apenas ouvindo uma música. O que importa é que se não houver uma sintonia entre emissor e ouvinte, a mensagem jamais chegará. Assim é a vida. Quando não estamos sintonizados com o que queremos ou mesmo com alguém. É impossível receber ou enviar uma mensagem. Não há diálogo na mesma linguagem. Eu falo mas não sou ouvido. Eu tento ouvir mas não existe uma mensagem no mesmo canal. As palavras se perdem. São inuteis. Então mudamos de estação, buscamos conexão.

A vida nos cruzou de um jeito que ninguém explica: um fio de voz no rádio e um coração do outro lado pronto para escutar. Podem falar o que quiserem, mas carência não faz o que o destino fez conosco. Não foi apenas um 'oi' ao vivo, foi o encontro de duas almas que cansaram de sofrer e decidiram se curar juntas.

A vida nos cruzou de um jeito que ninguém explica: um fio de voz no rádio e um coração pronto para escutar. Podem falar o que quiserem, mas carência não faz o que o destino fez conosco. Não foi só um 'oi', foi o encontro de almas que decidiram se curar. Hoje não estamos juntos, mas ninguém pode dizer que foi passageiro. E para quem critica: é engraçado não acreditar em destino, mas acreditar em livro com cobra falante. Cada um com sua fé, e eu fico com a verdade do que senti.

Dizem que foi carência, mas carência não sintoniza corações por uma rádio. Foi destino. Engraçado é o julgamento de quem não acredita que a vida cruza caminhos, mas acredita em história de cobra falante. Se estamos juntos ou não hoje, o que importa é que o nosso 'oi' foi o começo de uma cura que só quem sentiu entende.

Dois corações machucados e uma rádio que serviu de ponte. Não foi carência, foi o destino se cruzando. Podem rir ou duvidar, mas a hipocrisia de quem acredita em cobra falante e nega a força de um encontro de almas não apaga a nossa história. O que foi real, ninguém desmente.

A vida nos cruzou pelo rádio e o povo jurou que era carência. Engraçado vindo de quem acredita em cobra falante, mas não aceita que o destino sabe o que faz. Podem duvidar à vontade; o nosso 'oi' foi o começo de uma cura que a hipocrisia de vocês jamais vai entender. O que foi real não precisa de aprovação de quem vive de fábula.