Questão
O que você vê nem sempre é real. Distinguir entre o verdadeiro e o falso às vezes é só uma questão de tempo e paciência.
Quando estiveres em um embate acerca de um assunto, e perceberes que a prenda em questão é desdenhada veementemente pelo seu oponente, desconfie imediatamente: Conchavos emergirão!!!
Um ser humano que admira demasiadamente suas conquistas e faz questão de expô-las, achando-as belas feito um narcisista, não é um humano!
É uma ameba altiva de comportamento presunçoso.
Não é questão de ceticismo ou apostasia. Mas rezar e apegar ao divino, de nada vale quando os planos dos homens já foram arquitetados; tu já fostes julgado e condenado. Resta- te agora uma sentença a cumprir.
290126
"O ser humano é assim mesmo, se não existe nenhum problema na sua vida, ele faz questão de criar um."
Talvez a questão mais profunda não seja "por que as pessoas culpam Deus?", mas "que imagem de Deus elas carregam?". Quem vê Deus como um juiz severo tende a interpretar o sofrimento de uma forma. Quem vê Deus como amor incondicional tende a interpretar de outra.
"Meu espírito se ELEVA ao Senhor grandemente,
por cada benção extendida que Ele faz questão de me entregar."
—By Coelhinha
"Algumas pessoas surgem em nossas vidas como uma benção, a estas faço questão de manter-las. Outras como lição; a estas já faço questão de despedir-me assim que aprendo...na busca de não ter que conviver no mesmo recurso do cansaço de não cometer os mesmos erros."
―By Coelhinha
O SILÊNCIO NÃO TRANSMITE SOMBRAS.
Referente em apoio a questão 459 de O Livro Dos Espíritos
Dizem que o umbral infiltra-se nos fios invisíveis da tecnologia, que percorre o ar como um sussurro maligno, que atravessa o Wi-Fi como se este fosse um portal aberto às trevas. Mas tal ideia não resiste ao exame da razão serena.
O mal não necessita de antenas, tampouco de roteadores. Ele se aloja onde sempre habitou: na consciência indisciplinada, no pensamento viciado, na inclinação moral que se desvia de si mesma. Transferir à matéria o poder que pertence ao espírito é apenas um modo elegante de fugir à responsabilidade íntima.
O Wi-Fi transmite dados, não intenções. Propaga sinais, não consciências. Não há frequência tecnológica capaz de substituir a sintonia moral, pois esta não se mede em hertz, mas em escolhas.
Se algo atravessa o invisível, não são entidades conduzidas por ondas digitais, mas pensamentos que se afinam por afinidade. E essa lei não depende de dispositivos humanos, mas da estrutura profunda da própria alma.
Atribuir ao umbral o uso de ferramentas materiais é reduzir o espiritual ao mecânico, o que constitui um equívoco conceitual grave. O espírito não precisa de meios físicos para influenciar, assim como a luz não precisa pedir licença à escuridão para existir.
Portanto, não é o Wi-Fi que abre portas ao invisível, mas a mente que se abre ao que cultiva. Quem disciplina o pensamento não teme redes, sinais ou conexões. Pois a verdadeira conexão, esta sim inevitável, é aquela que cada ser estabelece com aquilo que escolhe sustentar dentro de si.
E é nessa soberania silenciosa da consciência que se decide, sem ruído e sem cabos, o destino das próprias influências.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 632.
SOBRE O BEM E O MAL SEGUNDO A LEI NATURAL.
A questão seiscentos e trinta e dois de O Livro dos Espíritos, traduzido por José Herculano Pires, situa-se no âmago da ética espírita, onde a consciência humana é convocada a discernir, com rigor, o bem e o mal. O questionamento é direto: sendo falível, poderia o ser humano enganar-se, atribuindo ao bem aquilo que, em profundidade, é mal?
A resposta dos Espíritos superiores, sintetizada pela remissão ao ensino do Cristo, é lapidar e absoluta: tudo se resume ao critério do que desejaríamos receber. Este princípio, enunciado como medida universal, evita sofismas e protege o espírito contra ilusões morais. O erro humano não se origina na lei, mas na deformação dos desejos e na projecção egoísta das próprias paixões.
A lei natural, conforme elucidada por Kardec em mil oitocentos e cinquenta e sete, é inscrita na consciência. O equívoco ocorre quando o homem, em vez de consultá-la, inclina-se à sombra de seus interesses, perdendo a clareza interior. A ética espírita, entretanto, oferece um método: a diligência reflexiva, o autoexame diário, a comparação entre aquilo que faço e aquilo que gostaria de receber caso estivesse na posição oposta. É um retorno permanente à simplicidade da sentença do Cristo.
A aplicabilidade deste princípio é inalterável. Não depende de época nem de circunstância, pois se funda na reciprocidade moral que estrutura a convivência e regula o progresso espiritual. Toda ação que resiste ao teste da reciprocidade revela-se legítima; toda ação que o reprova denuncia desvio.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 614.
A LEI NATURAL COMO EIXO ÉTICO DO SER.
A passagem transcrita, sob a tradução rigorosa e fidedigna de José Herculano Pires, situa o pensamento de Allan Kardec no ponto nevrálgico de toda a antropologia moral espírita: a Lei Natural como expressão da Vontade Suprema, inscrita na própria estrutura ontológica do ser humano. Trata-se do princípio matricial que orienta o espírito em sua travessia milenar, constituindo o fundamento da responsabilidade, da consciência e do aperfeiçoamento.
No item de número 614, a definição é direta, lapidar e inequívoca: a Lei Natural é a Lei de Deus, e por isso mesmo não é relativa, não é histórica, não é fruto das convenções transitórias dos homens; ela é anterior às civilizações e sobrevive às decadências das épocas, mantendo-se como eixo imutável da ordem universal. Seu caráter é normativo e teleológico: indica ao homem aquilo que deve fazer ou evitar, não por coação externa, mas por consonância íntima com sua destinação espiritual.
A infelicidade, como o texto assevera, não provém de fatalismos ou arbitrariedades celestes. Ela nasce do afastamento voluntário dessa Lei, isto é, da ruptura interior entre a criatura e o princípio de harmonia que a sustenta. A ética espírita, sob a pena metódica de Kardec e a transparência conceitual de Herculano Pires, desloca o eixo da tragédia humana do exterior para o interior, do acaso para a escolha, da fatalidade para a consciência.
A visão tradicional, que reconhece o valor do passado e das normas perenes, encontra aqui seu ponto de mais alta convergência: a felicidade não é invenção moderna, mas reencontro com o que sempre foi. O espírito não avança inventando novas leis; ele progride descobrindo a Lei que sempre o acompanhou, ainda que velada pelos instintos e pelas paixões.
"Dizem que para ser menino é uma questão de nascimento, ser um homem é uma questão de idade...Mas ser um cavalheiro é uma questão de escolha."
☆Haredita Angel
"Saber o que é certo e não fazê-lo, as vezes é uma questão de sobrevivência ou não!"
-Autoexamine-se!
Haredita Angel
14.04.22
- Mulher é bruxa ou fada?
Creio que seja uma mistura...
- Fada boa, bruxa má...
Ou uma questão de aparência...
- Fada bonita, bruxa feia...
- A fada é mágica, a bruxa é prática.
- A fada é intuitiva, a bruxa é mística.
- Da varinha mágica à bola de cristal,
ambas tem o poder de transformar
as coisas,seja para o bem ou não!
Haredita Angel
31.10.23
Feliz Dia das Bruxas!
Vamos repensar?
William Shakespeare — “Ser ou não ser, eis a questão.”
“A verdadeira questão não é existir ou deixar de existir; é existir sem nunca ter descoberto quem se é. Há pessoas biologicamente vivas, mas espiritualmente ausentes.”
Carlos Eduardo Balcarse
O perdão nasce com a decisão de não se "renovar" a questão. Quando Jacó e Esaú se encontram frente a frente, nenhum dos dois tocaram no assunto que os separou.
"Julgar a si mesmo, sem buscar referência na ignorância ou na sabedoria, é uma questão de autoestima."
