Questão
Sempre haverá pobres e ricos, e o meio termo. O problema é uma questão de espiritualidade, equilíbrio, equidade e integralidade. Você não precisa amar ninguém ou ser amado por alguém; você só precisa se respeitar e se amar primeiro.
O paradoxo do barco de Teseu é um conceito filosófico que levanta uma questão intrigante sobre identidade e mudança. Imagine que o barco de Teseu, um herói mitológico grego, tenha todas as suas partes substituídas gradualmente ao longo do tempo. No final, não há mais uma única peça original no barco. A pergunta então é: o barco ainda é o mesmo?
Esse paradoxo levanta questões profundas sobre a continuidade e a essência das coisas – incluindo nós mesmos. Se tudo que nos compõe pode mudar com o tempo (físico, psicológico, emocional), somos ainda as mesmas pessoas? Isso se encaixa na vida porque estamos em constante transformação. Desde nossos pensamentos, valores, experiências, até o nosso corpo – tudo passa por mudanças.
À medida que amadurecemos, vamos deixando de ser "o antigo eu" e nos tornando uma nova versão. Assim como o barco de Teseu, mantemos uma "essência", uma linha de continuidade, mas será que somos os mesmos? Esse paradoxo nos faz refletir sobre identidade, e sobre como a soma das nossas experiências, relações e memórias formam quem somos.
O paradoxo do barco de Teseu nos convida a ver nossas vidas como um processo de reconstrução contínua, e talvez aceitar que é essa mudança, e não uma fixação rígida, que define nossa verdadeira essência.
Esse tempo é agora.
Minha questão é agora.
Cada dia nasce um entendimento.
Preciso me reencontrar com a sabedoria e me reconhecer nesta manhã.
Como sou aquele que gosta de ser...
Então!
Devo tomar café agora.
Em um mundo capitalista é hipocrisia dizer que o estar feliz é uma questão de opção, pois como imaginar a felicidade em um ambiente onde suas necessidades básicas não são atendidas? Como encontrar prazer em um mundo de privações? O discurso dos insensíveis a essa realidade é que a felicidade está atrelada ao aceitar a sua situação, como se o fato de se acomodar com as suas limitações fosse a solução para a sua vida desprovida de prazeres.
As vezes tudo que você precisa saber é - O que é certo. Então a questão não é ter problema de fazer o que é certo. A relevância não está na ação, mas no conhecimento que gerou a ação. Será que suas decisões são conscientes e estão respaldadas de conhecimento e informações suficientes?
Todos nós temos limitações, a questão é quais você quer superar e quais você quer ignorar. Mas primeiro você precisa saber quais são.
Estar com as pessoas certas não é questão de sorte, é de escolha. Cerque-se de quem te impulsiona, não de quem te limita!
Moabe Teles
A Prudência na Expressão do Pensamento
A questão não reside meramente na liberdade de expressão, mas antes na prudência de censurar, dentro de nós, aquilo que pensamos, para que não comprometa a solidez da nossa formação enquanto seres racionais. A palavra, quando irrefletida, pode tornar-se um instrumento de destruição ou contradição, fragilizando aquilo que buscamos edificar em nós próprios.
É certo que não somos perfeitos, mas a imperfeição não nos exime da responsabilidade de evitar o erro. Pensar antes de falar é um ato de consciência e de respeito pela própria razão. Refletir sobre o que habita no íntimo da nossa mente permite-nos discernir entre o que deve ser dito e o que, por prudência, deve permanecer em silêncio.
A lógica das nossas palavras não se sustenta apenas na sua construção gramatical, mas na coerência entre o pensamento e a razão que o orienta. Só há verdadeiro sentido naquilo que dizemos se, antes, tivermos pensado com clareza e profundidade.
Lisboa, 3 de Fevereiro de 2025
Pelas 1h41 da madrugada
Como um caloroso nascer do sol me veio a resposta a minha triste questão, advinda do meio mais adverso, um panfleto religioso, Deus realmente surge das formas mais adversas. A resposta para minha questão é ao fechar o livro ele se encerra e vem uma continuação da história, com um enredo que não me vêem a visão, mas que tem a premissa de superar o anterior. Então posso ler com calma, aproveitando a jornada e sem temer o fim do primeiro livro.
A questão é: se uma verdade precisa ser imposta por meio de engano e manipulação, será que ela realmente se trata de uma verdade?
A vida é um tabuleiro onde poucos percebem que são jogadores e não apenas peças. A questão é: você está movendo ou sendo movido?
Liberdade não é uma questão de grau: ou você a possui por completo, ou ainda está preso às correntes que te limitam.
