Quero te ver essa Noite
O dia e a noite
A noite vai
O dia vem
Num rodopiar sem fim
Eu me ergo do meu leito
Agradeço e digo Amém
Amém para a luz
Amém para a chuva
Amém para o vento
Amém para a vida!
Amém, amém, amém...
Como é bom despertar
E com Jesus começar a falar
Pedir pra meus passos guiar
Minha fé fortalecer
Neste novo amanhecer!
Sempre junto meus "caquinhos" à noite.
Uma metáfora usada por minha mãe: crianças, juntem seus caquinhos e vão todas dormir.
Ela queria dizer com isso, que tanto os pertences materiais, quanto as palavras e relações conturbadas durante o dia, entre nós, deveriam ser resolvidas antes de dormirmos...
Boa noite amigos! Bons sonhos!
mel - ((*_*))
"Existem coisas que são como as estrelas em noite de céu nublado... Não podemos vê-las, mas sabemos que estão lá!"
Marli D.H.F.
Faz tempo que não paro
para admirar as pequenas coisas da vida
Me encanto tanto com a noite
e acabo esquecendo o dia.
É noite de eclipse da lua,
E nesta noite, e sempre...
Sou sua, lembre de nós:
Minha face em teu colo,
Seus dedos em meus caracóis,
Pensamentos anelados,
Corpos recém amados,
Só risos, abraços apertados.
É noite de eclipse da lua.
E meu amor continua...,
Hoje e sempre, infindável.
Lembra de nós?
Em tantos momentos,
Não etéreos...eternos!
Um amor palpável,
De pele, de toque...ao vento.
E nesta bela noite de eclipse,
A lua retoma seus ensejos
E põe-se a pensar mais em ti,
... em seus toques urgentes...
...e seus ardentes beijos...
Invadem-lhe anseios, desejos
De ter-te por perto, bem aqui,
Outra vez... e mais, e sempre!
Abro uma champagne e, nessa noite de turbulência e festa, do mesmo escuro são noite e mar." (O último verão em Paris, crônicas, 2000)
Nessa longa noite do esquecimento dickeana, esse sol que me alumia é fora de hora, e é lento e é morno, mas, de qualquer modo, bem que esquenta, se eu quero. Procuro o bistrot, mas nem ele é bar e nem é cuiabano, e depois a poeira do Egito me agride, exigindo que eu aperte muito os olhos para bem olhar. Cairo exibe suas formas sem graça, austeras, feias, a cidade plena de fantasmagorias que as luzes nas cumeeiras dos prédios sem vida não conseguem dissimular. O mar de novo me espera, nessa enorme noite das horas sem canto, das horas sem dobras, das horas em aro, no mediterrêneo de todos os pesadelos, de todos os pecados e de todos os sonhos, meu barco bem que é azul e branco da cor dese meu céu." (O último verão em Paris, crônicas, 2000)
Nessa longa noite do esquecimento dickeana, esse sol que me alumia é fora de hora, e é lento e é morno, mas, de qualquer modo, bem que esquenta, se eu quero." (O último verão em Paris, crônicas, 2000)
O mar de novo me espera, nessa enorme noite das horas sem canto, das horas sem dobras, das horas em aro, no mediterrêneo de todos os pesadelos, de todos os pecados e de todos os sonhos, meu barco bem que é azul e branco da cor dese meu céu." (O último verão em Paris, crônicas, 2000)
A tônica para esta noite acompanhada de uma insonia blasé ficou para a releitura das obras de Marian Keyes.
As vezes eu paro e levo minha mente aonde tudo começou, naquela noite, quando eu te vi tão linda, e o amor nasceu em nós, em que nós perdemos a fala e fixamos os nossos olhares sem ao menos piscar, desde então não conseguir te esquecer, pois o que sinto por você é maior que eu, aquele dia foi diferente, o céu estava lindo, bem envolvente, cheio de estrelas, a lua parecia está ali só para nós dois, Deus fez tudo tão lindo só para nos mostrar esse amor.
Sol poente..
Falo,falo e nada digo
Noite surgindo..
versos confusos,nem um pouco entendidos
Madrugada gelada..
posso te abraçar?não percebeu o quando desejo te tocar?
Estrelas a brilhar..
beijo sua boca e de vingança você beija a minha
O vento está soprando..
como estes seus olhos são inebriantes
Lua crescente ou minguante?
tanto faz,o que me importa é aproveitar cada instante
Silêncio ecoante..
estarmos nos amando é o gesto de nossas vidas mais importante
E depois de maravilhosas horas de perfeita sintonia o sol novamente está a raiar
Os minutos irão perguntar sem pudor ou dor na conciência.
"O que será de nós se o meu corpo e o seu nunca mais se encontrar?"
Hoje me emocionei.
Minhas aulas de hidroginástica são sempre à noite e hoje, como estou de férias, fiz às 11 da manhã, no horário da “3ª idade”.
Ao chegar, já percebi a diferença: as alunas estavam todas prontas, sentadinhas no vestiário, esperando a hora da aula. Ainda faltavam 15 minutos para começar e estavam todas lá, ready to GO. A noite não é assim, geralmente sou a primeira a chegar, também 15 minutos antes da aula, e ainda espero uns 10 minutos sozinha ate começar a chegar o primeiro aluno.
As pessoas mais velhas têm menos compromissos ao longo do dia, não sentem a correria dos tempos de hoje. Por isso estão lá, com antecedência, esperando o grande evento começar.
Já na aula, todas ficam muito felizes de estar na água e poderem se movimentar com uma liberdade que talvez não tenham mais, quando fora dela. O corpo impõe limitações com o passar do tempo que vai alem dos movimentos, são limitações no ouvir, no se expressar, no sentir.
A postura da professora faz toda a diferença. Ela assume postura de brava, dá bronca o tempo todo... Isso deve fazer bem a eles... “Tira a mão da borda da piscina”, “Põe a touca”, “de quem é essa toalha???”... Frases ouvidas durante a aula que deixam os alunos empolgados! “Oba, estão prestando atenção em mim!”
Sr Pedro entra no recinto e esqueceu de colocar a touca. A professora grita do outro lado e manda ele voltar. Ele não entende... Como assim, já não estou de touca? Percebe que não e volta. Quando entra na piscina, seu grande prazer é cumprimentar um a um com um sorriso amável e feliz, querendo saber se você está bem. Doce Sr Pedro... Também levou bronca por ser o beijoqueiro da turma.
No final da aula, sai uma aluna levando uma toalha que ela nem sabe se é dela. Volta, toda sem graça, dizendo que aquela que ela levou não é a sua tolha. “Cadê a sua toalha?”, pergunta a professora. Ela não sabe... A professora questiona uma a uma das toalhas e ninguém se manifesta. Ninguém se lembra qual é a sua...
A aula termina e vão todas lentamente ao vestiário. Dessa vez não sou a última a ficar pronta. Algumas senhoras, cansadas de se vestir, esperam o fôlego voltar com as calças no meio das pernas, dando “um tempo” antes de terminarem de se arrumar.
O coração aperta e penso: “Vou ficar assim também?”
Sempre achamos que isso ou aquilo não acontecerá conosco. Mas a 3ª idade chegará a todos nós, inevitavelmente. Como se preparar a ela, mantendo a flexibilidade do corpo, da alma, dos sentidos? Talvez possamos chegar à 3ª idade mais preparados para ela. Ou, como diz minha dentista, após os 60 anos o que importa é ser independente.
É na calada da noite que duas pessoas lembram de suas origens, de onde vieram mas é no sol nascente que pensam no que serão.
Meu presente de Natal: eu e você em uma bela noite, uma garrafa de vodca e somente a lua como testemunha do que disséssemos.
O escritor já nasce escritor, cresce escritor e não morre nunca". (Estranhos na noite, romance, 1988)
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