Quero Alguém que Me Dê Flores

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"Queria te dizer...o quanto te quero...e o te querer...é apenas te querer...pois sem você...não sei viver...e pra te querer...pra sempre...te quero...te amo...e quero te querer...para sempre...viver em você...meu eterno...te querer."💖

" Quero te beijar...desejo sagrado...encantado...mais,se acaso,seu lábio não possa beijar...meus olhos,os seus olhos,vão beijar...e neste momento...pra sempre vou guardar...o segredo...a luz...o brilho do seu olhar."💞✨️💞

💕✨️"...Bela morena...da boca pequena...quero te beijar...abraçar...vêm...chega devagar...quero te tocar...amar...bela...sincera...vou te conquistar...e naquele momento...guardado no tempo...não importa o lugar...a bela morena...pra sempre...jurarei...amar."✨️💕

"Quero estar ao teu lado...em todos os momentos... preencher o teu vazio...com um puro sentimento.
Te trazer um sorriso...e felicidade de viver...sonhar os teus sonhos...em cada anoitecer.
Te embalar no sereno ofuscante da madrugada...fazer de cada noite...uma eterna caminhada.
Sinto tua ausência...mas tenho esperança...de um dia te conquistar... não somente na lembrança."

"Porque eu quero misericórdia, e não o sacrifício (religiosidade); e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos." - Oséias 6:6


Assim como no passado, atualmente o verdadeiro significado da adoração e devoção a Cristo não é se guiar por dogmas ou convicções humanas, mas ser transformado pelo operar constante da graça (favor imerecido), que transforma o homem e o liberta de suas próprias mazelas existenciais.

É fácil ser guerreiro quando há um exército.
Quero ver ser guerreiro quando só existe você.

Hoje, eu quero
que o hoje seja hoje,
nem que seja
somente hoje.

Não quero trabalhar kkkkkk

Antes de começar uma nova experiência, pergunte-se sempre 3 coisas:
1 - Eu Quero?
2 - Eu Posso?
3 - Eu Devo?


Se alguma das 3 respostas for Não, repense melhor, poderá não ser bom o resultado.
Se as 3 forem Sim, siga em frente, vai dar certo.


Cesar L.

O Desfile dos Meus Eus




Sou o intervalo entre o que quero e o que sou,


o lugar onde meus eus se encontram
sem se reconhecer.


Cada um traz no rosto aquilo que o outro deixou,


e nenhum sabe ao certo
quem veio primeiro a ser.


Passa por mim um que se julga corajoso,


logo atrás,
vem o que chora na penumbra.


Um inventa certezas com ar cuidadoso,


enquanto o outro desfaz
tudo aquilo que inventa.


Eu os observo,


ou eles me observam?


Já não sei
quem conduz esta procissão.


Talvez sejam meus os passos que me movem,


talvez eu seja apenas
mais uma na multidão.


Quantos sou eu
neste instante exato?


Quem pensa
aquilo que agora escrevo?


Sou o autor,


o personagem


ou o ato?


Sou o que sinto


ou aquilo que concebo?


Há em mim quem sonhe
sem nunca ter vivido,


quem viva
sem jamais saber que sonha.


Quem escreva
para encontrar o próprio sentido


e quem se perca
justamente quando o encontra.


Canso-me de assistir
à minha própria passagem,


espectadora de uma comédia
sem enredo.


Procuro um rosto inteiro
atrás da personagem,


mas só encontro
estilhaços, máscaras e medo.


Nunca ser somente um,


talvez seja esse o dilema:


ser o que parte,


o que fica


e o que quebra.


Carregar dentro do peito
mais de um


e ainda perguntar:


qual deles sou eu, afinal?


Se me procuro no espelho,
não vejo nada.


Nenhuma certeza
permanece ali.


Vejo apenas
a multidão que me habita calada,


e, no meio dela,
alguém


que escreve por mim.


Carina Gameiro

Sou viciada na minha própria vibe.
Me reconheço através dos meus propósitos.



Quero buscar o impossível, vejo Deus em tudo!
Agradeço por tudo
No meu mundo, tudo é bênção e tudo tem propósito.
E também sei abandonar o que não me serve.
Minha intuição está sempre em alerta .
Sigo ✅

Vi _ver
Eu quero ver
Eu gosto de ver
Eu preciso ver
Para sobreviver...

Eu quero ironizar, afinal, hoje é domingo.
Dia de batizado, piquenique e praia cheia
Eu quero muito sorrir e florir.
Porque não tenho certeza
De nada do amanhã.
Então, hoje eu serei alegria.
Sorrirei para a maresia.
Enganar as preocupações,
Que são somente minhas.
Deixo-as guardadas na gaveta,
Com o relógio que hoje não faz cócegas.
Que a maresia leve embora a dúvida,
E traga no lugar o cheiro de bolo e a leveza.
Se amanhã o mundo for de ponta-cabeça,
Hoje eu planto flores na certeza,
De que o sorriso, ironicamente, é a única defesa.
Aproveite o seu domingo!
Com esperança, luz e Fé 💖

Eu não quero ostentação de riqueza, quero apenas saúde para ostentar a natureza.

Ninguém me disse nada, eu também não quero saber.
Se não for para ajudar, eu não vou atrapalhar.
São esses os meus ditados favoritos.
🙈🙉🙊

⁠Quero que os Metodistas sejam exemplo permanente de sabedoria e modelo em todas as coisas, grandes e pequenas.

⁠Eu quero Cristo por completo como meu Salvador, toda a Bíblia como meu livro, a Igreja como minha comunhão e o mundo inteiro como meu campo missionário.

Não quero saber como a vida funciona, não quero estragar a mágica com o meu conhecimento, não quero perder a minha inocência. Quero viver apenas.

“O Infinito em Fragmentos”




Não quero ser um. Quero ser todos. Quero sentir como o místico sente Deus, como o pagão sente a carne, como o engenheiro sente a precisão dos números. Quero contradizer-me, porque na contradição habita a totalidade. Ser coerente é ser parcial. É escolher uma porta e fechar todas as outras. Eu quero atravessar todas as portas simultaneamente, mesmo que para isso precise me estilhaçar em mil pedaços.

Inventei-me vários. Não por loucura, mas por necessidade metafísica. Como poderia um só homem conter o universo? Como poderia uma só voz cantar todas as canções possíveis? Então fragmentei-me. Fiz de minha ausência de centro a minha obra-prima. Onde outros construíram identidades sólidas como fortalezas, eu construí um arquipélago de ilhas que nunca se tocam mas pertencem ao mesmo oceano.

Há aquele que nega o pensamento e vê apenas o que existe. Há o que exalta os deuses antigos e a beleza sensorial do mundo. Há o engenheiro das palavras, frio e preciso. Há o que escreve mensagens cifradas sobre ocultismo e hermetismo. E há eu, que não sou nenhum deles e sou todos ao mesmo tempo, o maestro invisível de uma orquestra onde cada músico toca uma partitura diferente.

Sentir tudo de todas as maneiras. Não é dispersão. É ambição máxima. É querer ser o universo experimentando a si mesmo. Cada emoção possível, cada pensamento concebível, cada filosofia imaginável - tudo isso precisa ser vivido, sentido, expresso. Não posso me limitar a ser católico ou ateu, monárquico ou republicano, clássico ou moderno. Preciso ser todos esses e seus opostos, porque a verdade não está em nenhum deles mas na soma impossível de todos.

Os outros escrevem o que sentem. Eu sinto o que escrevo. Ou melhor: invento quem sinta o que preciso expressar. É uma fraude? Talvez. Mas é a fraude mais honesta que existe. Porque reconhece que toda identidade é ficção, todo “eu” é personagem, toda coerência é máscara. Eu apenas tive a coragem de admitir que sou teatro, e de fazer desse teatro a minha verdade.

Não tenho biografia. Tenho bibliografias. Não tenho psicologia. Tenho dramaturgia. Minha vida não está nos fatos que vivi mas nas vidas que criei. Enquanto outros buscam encontrar-se, eu me perdi propositadamente em todas as direções possíveis. E nessa perda encontrei algo maior que qualquer identidade individual poderia oferecer.

A unidade do ser é uma prisão confortável. “Conheça-te a ti mesmo”, diziam os gregos. Mas e se não houver um “ti mesmo” para conhecer? E se formos apenas potência pura, possibilidade infinita que se trai cada vez que escolhe uma forma? Preferi não escolher. Ou melhor: escolhi todas as escolhas, habitei todas as possibilidades.

Minha ausência de identidade fixa não é falha. É método. É filosofia encarnada. É a prova viva de que podemos ser mais que nos permitem ser. Que podemos explodir os limites do eu e nos espalhar por todos os eus possíveis. Que podemos fazer da multiplicidade não uma doença, mas uma arte.

Serei lembrado? Talvez. Mas por quem? Pelo sensacionista? Pelo heteronímico? Pelo ortónimo melancólico? Por todos e por nenhum. Porque minha obra não é o que escrevi. Minha obra sou eu - ou melhor, a ausência de mim transformada em constelação de presenças.

Sentir tudo de todas as maneiras. Viver todas as vidas. Morrer todas as mortes. Ser nenhum para poder ser todos.

Esta é a única identidade que aceito: a de não ter nenhuma.

E assim me tornei múltiplo, para que na multiplicidade coubesse o universo inteiro.

Pessoa: o nome perfeito para quem escolheu ser todas as pessoas possíveis.

E se um dia teu toque me matasse
Então eu amarei você
mesmo assim, pois eu quero procuro em você não é só físico


— Patrick Wallace