Queria Ensinar as Pessoas a Amar
Sim, Deus usa o sofrimento pra nos ensinar, pra mostrar muitas vezes que não é bem por este caminho que devo seguir.
Deus me ensina ser responsável pelos meus atos,, me ensinar ser responsável pelo que ganho e pelo que gasto,, me ensinar a polpar e me ensinar a saber gastar,, me ensina ser humilde no que posso fazer e não deixar eu querer ser o que não sou no momento, Deus me ajuda a ser mais responsável, porque responsabilidade trabalhar junto com o caráter, não existem caráter sem pessoa responsável,, caráter e responsabilidade é um conjunto que tem que andar juntos, Deus me ensina a viver minha vida e não viver a vida dos outros, porque só tu sabes meu tempo aqui na terra e com toda responsabilidade e caráter eu sei que viverei por muitos anos aqui, Deus obrigado de ter me dado consciência para poder entender a verdade das coisas e assim fazer da minha vida uma vida de paz saúde e gratidão
Se a benção do meu ensinar repousa sobre aqueles merecedores da prosperidade; a maldição do não ensinar castiga os indignos.
Nada melhor do que o silêncio para tentar ensinar aquele que tem dificuldades em aprender a não falar demais
Um filho(a) não deve ser educado debaixo das asas de um Pai... Este deve ensinar os primeiros passos, para que corram velozes por toda vida, e pela eternidade...
Deus pode nos dar o que quisermos, mas geralmente não dá, porque tem várias coisas para nos ensinar. Uma delas chama-se contentamento. Se não aprendermos sobre isso, seremos constantemente derrotados pela fome de nossos desejos egoístas.
Aos professores, minha gratidão:
ENSINAR...
Umberto Sussela Filho
Ensinar é a arte própria daqueles que não são egoístas.
Ensinar é pretender o sucesso, mesmo que ele não seja seu e ficar feliz com isso.
Ensinar é exercitar a paciência e compreeder que o que fica de nós é a nossa contribuição e não o que desejamos.
Ensinar é lapidar a jóia bruta para que se obtenha o mais precioso brilho.
Ensinar é despertar consciências para um mundo desconhecido.
Ensinar é quebrar as correntes da ignorância para a liberdade da razão.
Ensinar é fortalecer individualidades e mostrar que quando unidas são mais fortes.
Ensinar é mostrar o caminho, mesmo que muitas vezes este não seja seguido.
Ensinar é compreender as escolhas, respeitando-as, mesmo sabendo que as consequências são caras.
Ensinar é dar amor, pois só o amor ensina, outra forma de ensinamento traz o medo e ao invés de despertar, oprime.
Ensinar é pensar que os dias podem ser melhores, mesmo que eles continuem nublados.
Ensinar é matar a sede e fazer entender que o conhecimento é preciso, mesmo quando não parece necessário.
Ensinar é deixar um pouco de si em cada ideia nova.
Ensinar é expandir a mente para que ela nunca volte ao seu tamanho original.
Ensinar é aprender.
A crítica cruel nunca é significante. Seu propósito não é ensinar ou ajudar, seu objetivo é mero castigo.
Uma reflexão na hora de ir deitar,, agradecer a Deus por tudo que você pode ensinar, que suas palavras sirva de exemplo na vidas das pessoas e assim o amor de Deus pode brotar ".
Os bêbados podem nos ensinar muito, como por exemplo que a estrada do excesso, nos leva a floresta da perdição.
By Ale✍️
Aí, a gente aprende que só se aprende com o tempo. Ensinar o aluno a aprender é o mesmo que ensinar o professor a ensinar.
Não há luz.
Há ausência. Sombreando meus desejos, tentando ensinar meu coração a aceitar que não há mais você.
Há uma pausa, um hiato; uma possível falta, a suposta ausência, talvez uma certa ofensa condensada no silêncio que tanto se faz perceber.
Atos falhos, omitidos, sem sentido.
Obrigo-me a pensar. Ponderar o sujeito oculto em orações.
As preces sussurradas para que eu volte a sentir você.
E de tanto pedir... você se foi.
Uma ausência hostil e ostensiva, que cria rumores e mal humores dentro de mim.
Revolto-me, inquieto fico.
Amanhece. Já não se pode ver as estrelas de teus olhos.
Busco em meio aos escombros e pedaços interiores alguma explicação.
Vasculho os retalhos do meu coração e não encontro nenhuma resposta.
Não há luz. Há somente a poeira imóvel de algo adormecido e estagnado.
Busco atento palavra tua, um verbo velado, um brilho longínquo, mesmo que opaco. Em vão, pois não há você.
Converso com o silêncio e faço dele meu amigo.
Travo discursos ferrenhos com a quietude.
Então, sozinho, tento embalar-me entre meus próprios braços.
E, enfim, descubro que não há resposta quando o silencio insiste em responder.
