Queria Ensinar as Pessoas a Amar
Lição Um
Sinceramente queria que houvesse um modo, algum jeito mais fácil para
lhe ensinar.
Mas não há lições nem tarefas para se aprender, como é complicado me
entender.
Já tentei de todas as formas, mas nem Eu mesmo me compreendo. A cada momento que penso chegar a uma solução exata de mim, não estou nem no início do fim.
Querer ser desvendado porém inserindo dúvidas e questionamentos avulsos, algo sem sentido, sem fundamento.
Crio muros e labirintos para o caminho que levam ao Meu Eu.
E quantos mais se perdem, menos é a esperança de que alguém seja capaz de me achar.
Juro que estou querendo te ensinar. Porém não há meios de Eu próprio me desvendar.
Sem manuais, não existem guias práticos para me resumir.
Assumo que a culpa talvez seja minha. Entretanto existem tantos outros culpados. Prefiro não cita-los.
Certos momentos Eu só queria (precisava) de um abraço profundo,
daqueles em que o único som audível são os de palpitar de dois corações.
Enfim no escuro, não tenho por que lamentar.
Nada me resta senão minhas vãs orações.
Nesse emaranhado de palavras sem nexo, chegamos a um fim complexo
Eu sou Eu
Ela queria ele, ele queria ela e outra.Ela sofria, ele nem ligava.Ela chorava, ele ria.Ela falava, ele não ouvia.Ele mentia, ela acreditava.Ela o esperava, ele não voltava.Ela queria coisa séria, ele só queria se divertir.Ela demonstrava seus sentimentos, ele brincava com eles.Ela sorria pra ele, ele ria dela.Ela acreditava em tudo q ele dizia, ele dizia o mesmo pra todas as outra.Ela se iludia, ele alimentava a ilusão.Ela espera por ele, ele já esta em outra.Ela ama, ele gosta.Ela fazia tudo por ele, ele dizia Não se contentar com tão pouco.Ela achava q ia dar certo, ele tinha certeza q ia dar errado.Ela queria pra sempre, ele só por um momento.Ela se entregava, ele evitava.Ela falava eu te amo, ele apenas sorria.Ela ficava por conteúdo, ele por quantidade.Ela procurava o príncipe, ele procurava a próxima.Ela queria "o", ele queria "uma".Ele descobriu q ela era a UNICA, e ela descobriu q ele era só mais UM...
Só mais uma vez...
Queria apenas por um momento,
Poder apagar o passado,
Poder estar ao seu lado,
Para dizer que te amo.
Queria apenas por um instante,
Poder tocar a tua face,
Poder ter o teu amor,
Poder sonhar um pouco mais.
Queria apenas por um minuto,
Poder ser um daqueles silêncios,
Que quando menos se espera,
Surpreende de forma irreverente.
Queria apenas por um segundo,
Poder ser parte do teu pensamento,
Poder ser a cada instante,
Uma lembrança constante,
Que não se apaga mais.
Enfim, queria apenas uma chance,
Para ter um momento do teu amor,
Um minuto do teu silêncio, e...
Todos os segundos do teu pensamento!
Eu queria tanto me deitar ao lado dela, envolvê-la em meus braços e adormecer. Não queria transar, como nos filmes. Nem mesmo fazer amor. Só queria dormir com ela, no sentido mais inocente da palavra.
(Quem é você, Alasca?)
Ela queria todas as coisas do mundo.
Comprava, tinha...
Mas ainda não tinha todas as coisas do mundo.
Até que ele sorriu pra ela.
E ela viu que ele era TODAS AS COISAS DO MUNDO!
Queria te dar algo especial
que, ao mesmo tempo que você
ganhasse eu me sentisse feliz
e realizada, que, ao mesmo tempo
fosse um momento mágico, também
seria inesquecível, mas infelizmente
eu não sei como se embrulha
Um beijo
Alô? Tem algo marcado pra hoje? Queria saber se você quer sair para beber alguma coisa? (E ouvir umas histórias. Contar algumas também. Botar a conversa em dia… Falar sobre nós um pouco, talvez. Contar umas estrelas. Fazer uns pedidos. Quem sabe realizar alguns meus. Rir um pouco. Sentir-se leve. Esquentar um pouco os pés frios… O coração vazio. Se não quer sentar e relembrar o passado. Matar essa saudade. E essa vontade. Quem sabe sentir alguma vontade. Não sei… Queria saber se você não está a fim de amar um pouco? Se aceita ser amado. E me amar.) Aí a gente pode bater um papo. Sair com a turma.
Eu só queria te lembrar que foi amor. Não esses amores de filmes ou novelas, mas foi um amor real. Um amor que, de tão real, teve até fim. Porque eu sei e você sabe, nada dura pra sempre e nada é tão digno da perfeição. Isso só prova que a nossa história não foi uma farsa. O sentimento foi verdadeiro, vivo, gritante. Eu te amei tanto que o meu coração era capaz de abranger o mundo, mesmo sabendo que o mundo era incapaz de compreender o tamanho desse amor. E isso era lindo. Você era lindo. Éramos lindos juntos. Qualquer um dizia, comentava, elogiava. Tínhamos aquele ar de casal que duraria para sempre. E eu queria te lembrar que, por mais duro e difícil que seja aceitar, a verdade é que o para sempre não existe. Mas isso não quer dizer que eu ou você tenhamos lutado menos, se entregado menos ou se arriscado menos. Algo, de algum modo, nós fizemos muito certo. Porque eu sei que, assim como eu, você também deita a cabeça no travesseiro e deseja que tivesse sido diferente. Não foi, eu sei. Mas foi amor. Um amor bom, feliz, puro, sem cobranças, livre, saudável e delicioso como uma barra de chocolate. Talvez a vida tenha sido injusta com a gente. Talvez o destino invejou tanto amor habitando apenas dois corações famintos de felicidade. Talvez o tempo não tenha gostado da ideia de nós inaugurarmos o eterno. Ou talvez nós devêssemos encarar de peito aberto que os culpados pelo fim fomos nós mesmos. A gente podia ter tido mais calma, sem pisar tão fundo no acelerador. Ultrapassamos a velocidade permitida e fomos multados com raiva, incompreensão e brigas diárias. Erramos feio. A gente devia ter medido as palavras para não magoar o outro. Deveríamos ter segurado a barra, deveríamos ter contornado a situação - deveríamos querer contorná-la. Poderíamos não ter trocado os pés pelas mãos. Poderíamos ter dito algo que mudasse a situação, que trouxesse de volta o que sempre fomos, que resgatasse de uma vez por todas aquilo que um dia foi tão forte e único. Eu só queria te lembrar que a gente tinha tudo pra ser. E que se não fomos, talvez não era o nosso tempo. Um dia, quem sabe, a gente se reencontra no tempo certo. Iremos tomar um café, falar amenidades, comentar sobre os planos frustrados e sonhos realizados, como a sua barba cresceu, como está a minha mãe e tudo mais. Sorriremos sem saber do quê ou porquê, abaixaremos o queixo e sentiremos tudo aquilo voltar outra vez. Músicas românticas não irão tocar, nem cupidos aparecerão arqueando as suas flechas, mas dentro de cada um algo mais forte irá pulsar e só então nos daremos conta de que chegou o tempo - o tão majestoso tempo onde as coisas foram feitas para ser. Mas talvez a gente não se dê conta disso e apenas se despeça com dois beijinhos na bochecha, como velhos amigos que se reconhecem de longa data em um dia corriqueiro qualquer. E talvez não passe disso. Ainda assim, eu só queria te lembrar que as nossas músicas nunca sairão de moda e que o teu perfume ou o teu nome nunca passarão despercebidos por mim, não importa o tempo que passe. E que é nessas horas, quando eu me pego escrevendo sobre você, olhando as suas fotos e torcendo pra que a gente ainda possa dar certo algum dia que eu me dou conta de que realmente foi amor. De que realmente tocou a alma, o coração e todas as artérias do corpo. E que, independente de qualquer coisa, já valeu a pena por isso.
Queria se um baseado
para nascer em seus dedos
morrer em seus lábios e fazer sua cabeça
A maior covardia de um homem
e desperta o amor em uma mulher
sem ter a intensão de amá-la
Como eu queria cuidar de você.
Fazer você feliz todos os dia com você.
Acordar ao seu lado.
Fazer a primeira oração do dia junto e as primeiras palavras depois de falar com deus, fosse eu amo você
Levar café para você na cama,
Todos os dias
Arrancar um sorriso seu mesmo quando o dia não for dos melhore,
Preparar sua refeição e ser sua sobremesa
Saber como foi seu dia antes de qualquer pessoa,
O que mais me dói e não poder fazer isso,
E a pessoa que tem essa oportunidade jamais fazer
Dói saber que tens um relacionamento machucado pela falta de atenção e de carinho
E sequer posso cuidar de suas feridas
Te amo
Sempre te amarei
Mesmo sabendo que nunca terei você
Só pra mim...
Os Justos
Um homem que cultiva o seu jardim, como queria Voltaire.
O que agradece que na terra haja música.
O que descobre com prazer uma etimologia.
Dois empregados que num café do sul jogam um silencioso xadrez.
O ceramista que premedita uma cor e uma forma.
O tipógrafo que compõe bem esta página, que talvez nem lhe agrade.
Uma mulher e um homem que lêem os tercetos finais de um certo canto.
O que acarinha um animal adormecido.
O que justifica ou quer justificar um mal que lhe fizeram.
O que agradece que na terra haja Stevenson.
O que prefere que os outros tenham razão.
Essas pessoas, que se ignoram, estão a salvar o mundo.
Sabe o que eu mais queria na vida?
Queria, durante uma semana, só ler notícias boas...
Nem precisava que elas fossem tão boas; bastava que não houvesse nenhuma ruim.
As manchetes dos jornais não precisariam falar de coisas muito importantes.
Poderiam contar que neste ano estão crescendo flores, misteriosamente, em todos os canteiros de todos os prédios, e que até as vielas das favelas estão floridas e coloridas.
Além disso, por um capricho da natureza, elas estariam mais cheirosas do que nunca, e que esse fenômeno está fazendo com que as pessoas estejam mais gentis, mais delicadas, mais felizes. E os traficantes, no lugar de traficar, levariam grandes buquês para suas namoradas, que retribuiriam com beijos e palavras amorosas.
Os jornais diriam que nossos deputados e senadores se renderam à beleza que tomou conta do país, e durante esta semana esqueceriam de seus interesses particulares e só votariam projetos a favor do bem-estar geral.
E isso lhes faria tanto bem que eles sairiam do congresso a pé, falando com todas as pessoas com quem cruzassem na rua, sorrindo, simpáticos, como faziam quando estavam em campanha.
Eles também colheriam e levariam flores para suas mulheres, com um carinho que elas já haviam esquecido que existia.
As rádios só tocariam canções de amor, e as televisões mostrariam praias, montanhas, lugares lindos onde se poderia passar uns dias só sendo feliz, mais nada.
Algumas pessoas não seriam citadas no noticiário desta semana, e seria proibido falar de qualquer partido político, já que eles só nos trazem desgosto. Responda rápido: algum deles lhe trouxe alguma alegria nos últimos tempos?
Nessa semana, só uma coisa seria proibida: tirar fotos com o celular.
Para que as pessoas soubessem que os momentos de verdadeira felicidade são guardados dentro do peito, deles não se esquece, e para isso não precisamos de nenhuma maquininha.
Barraquinhas ofereceriam água de coco gelada e pão de queijo fumegando, de graça, como se estivéssemos numa quermesse...
Ninguém teria a menor preocupação com coisa alguma, ninguém falaria de doenças nem de tragédias, até porque ninguém estaria doente e nenhuma tragédia teria acontecido.
Teríamos a ilusão, durante uma semana, de que a vida seria assim, para sempre; e à noite, quando aparecessem os primeiros vaga-lumes, a certeza de que todos nossos sonhos iriam se realizar.
Aliás, uma semana seria demais; bastaria que fosse assim por um dia.
Você encerrava em mim eu mesma e era uma loucura tudo, como eu sentia, como eu queria me vomitar e ensanguentar e explodir e rodopiar em mim até furar o chão como uma broca desgovernada e depois sair derrubando o mundo como o único pião que sabe a verdade e precisa chacoalhar seu entorno pra não enlouquecer sozinho. Era uma loucura tudo. Mas a morte, o fim, nós, andando calmos, ao lado um do outro, isso me permitiu estar de alguma forma sem querer habitar cada instante do estar e para isso me retirando o tempo todo. E isso pode ser viver mas viver é terrível. E antes, quando eu não sabia viver e me sentia amada, era ainda mais terrível. Daí que sobra essa sensação de uma solidão filha da p*** mil vezes pois em nada dá pra ser com você. E tudo bem, não é você, nunca foi, mas escuta a maluquice: é que nada disso impede que eu sinta um amor absurdo por você.
Amar e ter alguém para amá-la, era
um desejo, então em vários braços,
procurou amor, mas só ganhou
desprezos...
Perdida, perguntava-se o que fazer
sem amor... Mas a única solução
que encontrava, era a que lhe
parecia mais impossível.
Ela achava-se injustiçada pelos o
que se diziam ser desprovidos de
sentimentos, pois ela se achava
merecedora do amor e porque se
via capaz de fazer com que a
felicidade, o respeito e amor que
fosse dado a ela, fossem
retribuídos em uma dosagem
maior.
Ela, ao amar, entregava-se de
corpo e alma, como se tivesse
convicção de que aquele momento
seria eterno, mas coitada dela que
não conseguia ver que tudo aquilo,
não passava de uma ilusão
momentânea...
De tanto procurar o amor, cansou-
se, mas a sua esperança de
encontrar esse tal amor, dava-lhe
forças para continuar nessa procura
que parecia não ter fim...
Ela sofria por ser desamada,
quando o que ela mais queria, era
ser amada.
“O maior inimigo de José do Egito era seus irmãos, as pessoas que queria parar Davi era seus irmãos, quem matou Abel foi seu irmão, as pessoas que mais devemos amar são nossos inimigos.”
"Será que eu vou ter que te matar pra você me ouvir?
Me ouve, se não eu vou ter que te matar pra viver!"
O homem, sozinho não pode nascer.
O homem, sozinho não pode viver.
O homem, sozinho não pode amar.
O homem, sozinho não pode morrer.
O homem, sozinho não pode nada.
O homem, sozinho não é homem.
O homem sozinho não é nada.
O homem, sozinho, não.
