Querer bem e uma Prece que se Reza por Alguem

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Para mim, a capacidade de sorrir é uma das mais belas características do ser humano. É algo que nenhum animal é capaz de fazer. Cães, baleias ou golfinhos, seres muito inteligentes e dotados de notória afinidade com os homens, não conseguem sorrir como nós. Pessoalmente, sempre fico um pouco curioso quando sorrio para alguém e a pessoa permanece séria e impassível. Por outro lado, meu coração se alegra quando me retribuem o sorriso. Mesmo quando se trata de alguém com quem nada tenho a ver, se a pessoa sorri para mim, aquilo me enternece. Por que? A resposta é que um sorriso sincero toca algo de fundamental em nós: o apreço natural pela bondade.

Aprendemos que é uma tarefa difícil ir atrás dos nossos sonhos, mas talvez ainda não tenhamos percebido que é até mais difícil viver dia após dia sabendo que não os estamos perseguindo.

Mensagem de uma Criança

Dizem que sou o futuro;
Não me desampare no presente.
Dizem que sou a paz;
Não me preparem para a guerra.
Dizem que sou a promessa de Deus e do bem;
Não me entreguem ao mal.
Dizem que sou a luz de seus olhos;
Não me deixem mergulhar na escuridão.
De vocês não espero o pão apenas;
Dêem-me a luz do entendimento....
Não quero de vocês o carinho somente;
Suplico que me eduquem...
A vocês não lhes peço apenas brinquedos,
peço-lhes boas palavras e bons exemplos...
Não vejam em mim um enfeite na casa de vocês;
sou alguém, pessoa humana à imagem de Deus.
Ensinem-me a oração, o trabalho, a humildade,
para que eu venha a ser bom, puro, forte e justo.
Corrijam-me agora, ainda que eu sou sofra...
Enquanto é tempo..
Amanhã poderá ser tarde...
Ajudem-me hoje, eu lhes suplico:
para que amanhã eu não os faça chorar....

“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas, ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” (Carl Jung)
A questão principal a ser respondida, ao se escolher um ramo profissional a se seguir, não deveria se relacionar tão somente às habilidades e competências das pessoas, mas, principalmente, ao fato de o indivíduo gostar ou não de gente. Quem não gosta de lidar com pessoas deve procurar uma ocupação que possa ser realizada isoladamente, com o mínimo de interação pessoal. Isso é fato.

Quando lidamos com o público, estaremos diante de seres humanos que carregam, em si, histórias diversas e que passam por momentos que nem sempre são bons.
Quase ninguém, por exemplo, procura um médico porque está se sentindo ótimo e feliz. Quem vai a uma consulta médica está doente, sofrendo, com dor e medo, ou seja, estará fraco e vulnerável, precisando de atenção, de força e de esperança. Ninguém, em sã consciência, opta por sofrer, por ficar doente e triste. Por isso é que não dá para aceitar situações em que o médico trata mal o paciente, com uma rispidez desmedida, sem ao menos olhar nos olhos de quem sofre ali na sua frente, sem nem tocar no paciente.

Da mesma forma, dá-se o relacionamento entre advogado e cliente, uma vez que a grande maioria das pessoas que procuram por serviços jurídicos está prestes a enfrentar batalhas judiciais desgastantes, que podem determinar a qualidade de suas vidas dali em diante. Quem nunca foi maltratado ao ser atendido em algum balcão de banco, em algum guichê de serviço público, entre outros? Como entender quando um vendedor parece querer expulsar da loja quem está ali exatamente para dar lucro ao estabelecimento?

Quem atravessa tempestades e enfrenta dificuldades possui menos força para se defender, para se posicionar, haja vista a sua autoestima já se encontrar alquebrada. Dificilmente, nesse caso, essa pessoa terá como fazer valer os seus direitos mínimos de cidadão. Por isso, é covardia descontar os próprios problemas em quem não tem nada a ver com eles, desaguando mau humor e cara feia frente a quem, muitas vezes, necessita exatamente do contrário, a quem somente gostaria de alguém que o enxergasse e lhe sorrisse.

Colocar-se no lugar de quem está ali na sua frente é o mínimo a ser feito quando se lida com pessoas.
Pessoas não são robôs, não são experimentos, não são de ferro, portanto, não são obrigadas a ter que enfrentar, além das próprias escuridões, o vazio desesperançoso de quem deveria lhes ajudar. Dá para ser útil sem ter que interagir com os outros, cozinhando na cozinha de um restaurante, pesquisando em laboratórios, entre várias opções.

Somente se proponha a lidar com gente quando você souber se comportar como gente. Simples assim.

A humildade é uma das características mais honradas e poderosas de uma pessoa.

É um valor precioso, que nos distingue das pessoas ao nosso redor e nos torna merecedores das melhores coisas da vida, porque reflete um caráter correto e um coração bondoso.

No entanto, essa qualidade está cada vez mais difícil de ser encontrada em quem nos cerca e, algumas vezes, em nós mesmos. Por alguma razão, a humildade é vista como algo negativo, quase sempre relacionada à pobreza ou à falta de ambição. Por isso, muitos acreditam ser uma virtude fraca, que deve ser abandonada no caminho em direção à riqueza e à prosperidade.

Porém o verdadeiro significado de humildade nada tem a ver com isso. Ser humilde não é ser pobre ou carente de conhecimento, ser humilde é saber que se vive num mundo muito grande e que ninguém é melhor do que ninguém. É ajudar as outras pessoas, sem esperar algo em troca e sempre estar preparado para ser luz no caminho daqueles que precisam.

A humildade é uma prática diária, é o abandono do ego e do sentimento de superioridade, e o aceitar da empatia e do amor ao próximo.
Muitos acreditam que as pessoas humildes não chegam a lugar nenhum porque estão sempre pensando no outro e se preocupando com o mundo ao seu redor, quando deveriam estar focadas em si mesmas.

Mas é exatamente essa qualidade que faz com que as pessoas humildes cheguem tão longe.

Uma pessoa egoísta jamais será capaz de compreender a coletividade e fazer o mundo melhor através dos seus exemplos. Ela poderá prejudicar quantos forem necessários para chegar aonde deseja, por isso nunca alcançará a verdadeira grandeza.

As pessoas realmente grandes têm a humildade presente em cada uma de suas atitudes, pois:

sabem reconhecer os próprios erros e mudar aquilo que não contribui para o bem geral;
valorizam aquilo que é realmente importante: o amor e a amizade, a empatia e a bondade, a felicidade e a simplicidade;
tratam a todos como iguais, porque sabem que podem aprender com qualquer um, até os mais simples;
apreciam a simplicidade da vida e sabem que cada dia é uma oportunidade de ser melhor.
As pessoas humildes alcançam a grandeza porque saberão exatamente o que fazer quando estiverem no topo do mundo.
Tão admiráveis, essas pessoas nos dão um exemplo de que é possível vencer sem passar por cima de ninguém.

Gosto das pessoas que sabem que, para ser grande, é preciso ter humildade, porque elas são a diferença de que o nosso mundo precisa.

Rafael, se eu pudesse te ensinar apenas uma coisa nesta vida, eu te ensinaria a não ter medo de errar.


Errar é bonito. Errar não diminui ninguém, não é motivo para vergonha e muito menos para se humilhar ou sofrer. Quando você errar, não abaixe a cabeça. Olhe para o erro, reconheça, aprenda e siga em frente.


E se algum dia alguém apontar para você e disser: “Você errou”, tenha coragem de responder: "Sim, eu errei.” Porque reconhecer um erro não é sinal de fraqueza; é sinal de coragem, humildade e maturidade.


Lembre-se: é errando que a gente cresce. É nos erros que adquirimos experiências, aprendemos coisas que nenhum livro consegue ensinar e nos tornamos pessoas melhores.


E quando eu digo que você ficará mais rico com seus erros, não estou falando de dinheiro. Estou falando de uma riqueza muito maior: a riqueza do conhecimento, das experiências, da sabedoria e da capacidade de aprender com a vida.


Por isso, meu filho, nunca tenha medo de tentar por medo de errar. Tenha medo, sim, de deixar de viver, de tentar, de aprender e de descobrir até onde você pode chegar.


Você não precisa ser perfeito. Precisa apenas ter coragem de aprender, sempre que a vida lhe mostrar que existe algo novo para aprender.


E nunca se esqueça: um erro não define quem você é. O que define você é a maneira como escolhe aprender, crescer e seguir em frente.

Talvez uma das maiores forças de uma elite não seja apenas o poder que ela possui, mas a capacidade de convencer os outros de que estão lutando pelos mesmos interesses.

No Brasil, atravessamos séculos mudando governos, regimes e discursos, mas determinadas estruturas de poder e privilégios continuam encontrando maneiras de sobreviver. O que muda são os personagens; nem sempre muda a lógica.

E existe algo ainda mais intrigante: trabalhadores e pequenos empresários, pessoas que vivem diariamente os desafios de pagar contas, manter seus negócios e conquistar uma vida melhor, muitas vezes defendem interesses que não são os seus — como se pertencessem a uma elite da qual, na realidade, estão muito distantes.

Não há nada errado em defender aquilo em que se acredita. O perigo começa quando deixamos de perguntar quem realmente se beneficia das ideias que defendemos.

Porque discurso não paga salário.
Discurso não sustenta uma pequena empresa.
Discurso não coloca comida na mesa.

É preciso olhar além das bandeiras, dos partidos e dos discursos inflamados. Perguntar quem ganha, quem perde e quais privilégios permanecem intocados.

Talvez a maior armadilha seja esta: fazer o cidadão comum acreditar que está defendendo o seu próprio futuro, quando, na verdade, está apenas ajudando a preservar o passado de quem sempre teve poder.

Existe, no Brasil, uma elite política e econômica que, há séculos, encontra maneiras de preservar privilégios e influência. Mudam os regimes, mudam os discursos, mudam os personagens — mas certas estruturas de poder permanecem.

O que mais me impressiona, porém, não é apenas quem ocupa o poder, mas quem acredita estar sendo representado por ele.

Vejo trabalhadores e pequenos empresários defendendo interesses que muitas vezes não são os seus, como se fizessem parte de uma elite à qual dificilmente terão acesso. Defendem privilégios imaginando que, um dia, poderão usufruí-los — enquanto os verdadeiros beneficiados continuam protegendo seus próprios interesses.

O problema não é alguém defender aquilo em que acredita. O problema é não perceber quem realmente ganha quando determinadas regras são mantidas.

Uma sociedade consciente não deveria perguntar apenas:
“De que lado você está?”

Deveria perguntar:

“Quem se beneficia com aquilo que estou defendendo?”

Porque, no fim, a maior força de qualquer sistema de privilégios não está apenas em quem os possui, mas também em quem, sem perceber, ajuda a preservá-los.

Talvez a verdadeira mudança comece quando deixarmos de escolher lados por identidade, paixão ou discurso — e começarmos a olhar para os interesses, os fatos e as consequências.

POLÍTICAS PÚBLICAS ANTES DOS VÍCIOS

Existe uma diferença que precisamos aprender a fazer: nem tudo aquilo que é vendido como liberdade deve ser tratado apenas como uma questão de liberdade individual.

O tabagismo é um exemplo histórico.

Quando São Paulo aprovou a Lei Antifumo, em 2009, houve resistência. Proprietários de bares e restaurantes temiam prejuízos, e críticos questionavam se o Estado poderia interferir em uma escolha considerada individual.

Mas a discussão mudou quando se percebeu que fumar em um ambiente coletivo não afetava somente quem fumava. A fumaça atingia também quem estava ao redor.

A questão deixou de ser apenas:

“Eu tenho o direito de fumar?”

E passou a ser:

“Eu tenho o direito de obrigar outra pessoa a respirar a fumaça que escolhi produzir?”

Hoje, estamos diante de uma discussão que guarda algumas semelhanças: as chamadas bets.

A legislação brasileira optou pela regulamentação das apostas de quota fixa, estabelecendo autorização, fiscalização, restrições de publicidade e medidas de proteção ao apostador.

Mas existe uma pergunta legítima que vai além da arrecadação, do entretenimento e do mercado:

Quando uma atividade comercial começa a produzir danos relevantes à saúde, ao patrimônio e às famílias, até onde deve ir a liberdade de explorá-la?

O próprio Ministério da Saúde reconhece os problemas relacionados aos jogos de aposta como uma questão de saúde pública e passou a orientar profissionais do SUS sobre prevenção e cuidado. Em 2026, lançou uma campanha nacional alertando para os riscos do uso problemático das apostas online.

Imagine, então, que o país decidisse seguir um caminho mais radical e proibisse as bets.

Certamente surgiriam os mesmos argumentos que aparecem sempre que o Estado interfere em uma atividade econômica:

“Estão tirando minha liberdade.”
“O governo não pode decidir o que eu faço com meu dinheiro.”
“Milhares de empresas serão prejudicadas.”
“Haverá perda de empregos e arrecadação.”

Todos esses argumentos mereceriam ser considerados.

Mas também precisaríamos fazer outras perguntas:

Quanto custa para a sociedade o endividamento?
Quanto custa para as famílias o jogo problemático?
Quanto custa para o sistema de saúde tratar suas consequências?
Quanto vale a arrecadação quando comparada aos danos que uma atividade pode produzir?

É aqui que a política pública precisa sair da paixão e entrar na análise.

Porque liberdade não pode ser confundida com ausência de regras.

Uma sociedade livre estabelece limites quando o exercício de uma liberdade produz consequências relevantes para outras pessoas.

A questão não deveria ser simplesmente “proibir ou liberar”.

Deveria ser:

Qual modelo protege melhor o cidadão sem ignorar seus direitos, os impactos econômicos e as consequências para a saúde pública?

Foi assim que a sociedade discutiu o cigarro.

E é assim que precisa discutir as apostas.

Talvez a grande lição seja esta:

O Estado não existe apenas para proteger aquilo que podemos fazer. Também existe para proteger as pessoas das consequências quando determinadas práticas passam a produzir danos coletivos.

E, quando interesses econômicos entram nessa discussão, talvez a pergunta mais importante não seja:

“Quanto dinheiro essa atividade movimenta?”

Mas:

“Quanto custa para a sociedade aquilo que esse dinheiro não mostra?”

As três forças que sustentam uma vida sábia

A vida não exige que sejamos maiores que ninguém.
Ela exige que saibamos quem somos quando ninguém está nos aplaudindo.

A humildade nos ensina que ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa nos ensinar. Quem precisa se sentir superior o tempo inteiro ainda não descobriu a verdadeira grandeza.

A coragem nos ensina que fugir de todos os conflitos não é viver em paz. Às vezes, é preciso enfrentar a tempestade, defender aquilo em que acreditamos e continuar caminhando mesmo quando o caminho parece difícil.

Mas existe uma terceira força, talvez a mais difícil de conquistar: a sabedoria de saber quando não vale a pena responder.

Nem toda provocação merece resposta.
Nem toda opinião merece debate.
Nem toda batalha merece nossa energia.

Há momentos em que permanecer em silêncio não significa fraqueza, covardia ou falta de argumentos. Significa maturidade para compreender que algumas discussões não procuram a verdade — procuram apenas um vencedor.

O sábio não precisa provar que é inteligente diante de quem escolheu não compreender.

Ele aprende a guardar palavras para quando elas puderem construir, coragem para quando precisar enfrentar e silêncio para quando falar apenas alimentaria a ignorância.

Porque amadurecer é descobrir que nem toda batalha que podemos vencer merece ser travada. E que, muitas vezes, a maior demonstração de força é simplesmente não permitir que a estupidez dos outros determine a paz dentro de nós.

A geração que sente, mas não demonstra

Estamos vivendo em uma geração que sente falta, mas não procura; gosta, mas não demonstra; tem tudo nas mãos, mas não sabe valorizar.

Uma geração que, muitas vezes, prefere o orgulho ao abraço, o silêncio à conversa e a distância a um simples pedido de desculpas.

Erra, mas não pede perdão.
Machuca, mas espera que o outro compreenda.
Perde, mas só percebe o valor quando já não pode recuperar.

E talvez uma das maiores tragédias seja esta: deixar a ignorância falar mais alto que o afeto e o orgulho ser maior que a vontade de preservar alguém.

Quantas histórias poderiam ter terminado de outra maneira se alguém tivesse dito:
“Eu errei.”
“Senti sua falta.”
“Você é importante para mim.”
“Vamos conversar?”

A vida é curta demais para transformar sentimentos em silêncio e pessoas importantes em saudades.

Porque, no fim, algumas perdas não acontecem por falta de amor.

Acontecem porque alguém preferiu ter razão quando deveria ter tido humildade.

E quando a pessoa finalmente entende isso, às vezes já é tarde demais: há portas que o orgulho fecha que nem o arrependimento consegue abrir novamente.

Quando uma pessoa percebe que não consegue te atingir diretamente, porque sua força é maior que suas provocações, ela pode tentar outro caminho: atingir a maneira como os outros enxergam você.


Então começa a distorcer histórias, plantar dúvidas, espalhar versões e manipular pessoas para que elas enxerguem em você aquilo que nunca existiu.


Mas não se desgaste tentando convencer todos sobre quem você é. Quem precisa destruir sua imagem para parecer melhor já revela muito sobre si.


Permaneça em paz. Continue sendo quem você é, mesmo quando inventarem quem você não é.


Porque a mentira pode até correr na frente da verdade, mas a verdade sempre chega mais longe.


E, no fim, o tempo não apenas revela a verdade…
ele revela quem precisou inventar uma mentira para escondê-la.

É assustador perceber que algumas pessoas não precisam de provas para acreditar em uma mentira, mas exigem provas infinitas para aceitar a verdade.
Não é a falta de informação que alimenta a ignorância, mas a resistência em aceitar aquilo que contraria as próprias crenças.
Quando alguém escolhe aquilo em que quer acreditar, nenhum fato parece suficiente. A mentira é acolhida porque conforta; a verdade é rejeitada porque incomoda.
O maior triunfo da mentira não é enganar quem desconhece a verdade, mas convencer alguém a rejeitá-la mesmo depois de encontrá-la.

Um escândalo nada mais é que uma grande encenação teatral daqueles que escondem sua má reputação atrás daqueles que acabaram de ser revelados.

Além das Ideologias

Não importa o lado, a cor ou a bandeira,
A verdade não pertence a uma trincheira.
Esquerda ou direita, pouco importa a direção,
Quando a honestidade é quem governa o coração.

Que se unam os justos, sem medo de discordar,
Pois quem busca a verdade não tem lado a idolatrar.
Que a consciência fale mais alto que o poder,
E que nenhum político esteja acima do dever.

Não somos inimigos por pensar diferente,
Somos um povo, uma nação, um futuro pela frente.
Que a corrupção não encontre abrigo na omissão,
Nem a cegueira ideológica silencie a razão.

Que a honestidade seja a nossa aliança,
A justiça, o caminho; e a união, a esperança.
Pois quando o povo se une para exigir o que é certo,
Nenhum poder deveria se considerar intocável.

Amor de encarnações não manifestadas,
mas escondendo os desejos de uma época pensada.
Reflexões de situações presenciadas,
no desenrolar de uma história mal contada.

Olhares ao longe,
refletindo as cores de um horizonte.
Campo florido de intensa relevância,
onde se renova as esperanças.

Mas sentimos uma ausência,
nos interpretares de outras existências.
Nomes que se assemelham,
nos conduzindo pelas notas de uma sinfonia.

Sol que ilumina os campos,
gerando diversos encantos.
Sintonias de uma vibração específica,
onde encontram vossas vidas.

A VIDA É UMA SÓ. NÃO TENHA MEDO DE VIVÊ-LA.


Sonhe sem medo, deseje sem culpa e caminhe na direção daquilo que faz seu coração vibrar. Vá para onde sua alma encontrar paz e seja quem você nasceu para ser, não quem esperam que você seja.


Você tem apenas uma vida, e o tempo não devolve as oportunidades que deixamos passar. Por isso, não adie a felicidade, não abandone seus sonhos para satisfazer expectativas alheias e não permita que o medo de errar impeça você de tentar.


Tenha felicidade suficiente para tornar a vida doce, dificuldades para torná-la forte, tristeza para torná-la humana, sabedoria para aprender com as quedas e esperança para encontrar luz mesmo nos dias mais escuros.


Abrace quem ama, perdoe quando seu coração estiver pronto, valorize os pequenos momentos e nunca se esqueça de que a vida acontece enquanto fazemos planos para o futuro.


No fim, você não vai desejar ter agradado a todos, ter acumulado mais coisas ou ter vivido sem cometer erros. Vai desejar ter amado mais, tentado mais, sentido mais e tido coragem de viver a vida que realmente queria.


Porque, no último capítulo da vida, não serão os dias que você viveu que farão a diferença, mas a vida que teve coragem de viver. E a maior tristeza não será partir deste mundo, mas descobrir que, por medo de perder, você nunca se permitiu viver de verdade.

A vida vai exeguir de você uma nova versão a cada fase da sua vida

EU NÃO PRECISO PARECER, PRECISO SER.

Não sou uma pessoa que se acha melhor do que ninguém. Gosto da simplicidade, da sinceridade e das relações verdadeiras.

Não sou amigo de todos, porque não confundo educação com intimidade, nem digo que gosto de alguém quando não é de verdade.

Não gosto de usar as pessoas e valorizo profundamente quem também não me usa. Acredito que as relações devem ser construídas com respeito, reciprocidade e verdade, nunca por interesse ou conveniência.

Com o tempo, aprendi a olhar além das palavras. Afinal, falar bonito é fácil; difícil é demonstrar caráter nas atitudes, lealdade nas ausências e sinceridade quando não há nada a ganhar.

Não espero perfeição de ninguém, apenas verdade. Não preciso de muitos ao meu lado, mas faço questão de que os que estejam sejam de verdade.

Porque, no fim, não é a quantidade de pessoas que passa pela nossa vida que importa, mas a sinceridade de quem escolhe permanecer nela.

Por detrás de todas as vidas existe uma história vivida... Para ser contada, eternizada, lembrada... Ou simplesmente apagada. Eu chorei lembrando HACHI...!!
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j