Querer bem e uma Prece que se Reza por Alguem
Na falta do cair de uma lagrima a dor a bem maior do que aquele que chora por tudo, porque quando choramos colocamos para fora tudo aquilo que sentimos e quando não choramos guardamos para nós mesmo todo o sentimento que foi ganho ou que foi perco
As vezes ver a vida de uma forma bem mais alegre é a melhor coisa para se fazer,quando nada vai bem .
A Vaidade é um modo de valorizar o que achamos ter de bom em nós mesmo. Ter uma vaidade bem dosada é, então, muito bom para nosso crescimento e aumentar nossa autoconfiança.
Existe alguma coisa nas palavras me fazer bem, antigamente eu sempre tinha uma mania de pegar qualquer pedaço de papel e começava a escrever, somente escrever … letras, milhares delas, textinhos que aos poucos sempre conseguia traduzir meus sentimentos, e a cada texto escrito, a cada palavra a mais meu coração se reconstruia com uma facilidade tamanha, se você que esta lendo esse meu texto saiba que escrever pra mim é minha vida, eu encontrei um caminho nas palavras, uma saída, um refúgio, não me encomoda se depois de algum tempo as palavras deixarem de fazer sentindo, ou meu coração perder a inspiração, a única coisa que faz diferença pra mim nesse momento, é ler cada uma dessas palavras ditas e sentir o quanto cada uma delas faz sentido.
Me pergunto as vezes, me tornei uma pessoa mais triste? Me sinto bem, mas já não dou tantas gargalhadas como antigamente...
Agora mesmo
estou escrevendo
uma história verdadeira
que bem poderia ser a da minha vida
nasci em meados de agosto
lá em mil e novecentos e sessenta e três
numa manhã fria de agosto
lá em casa moravam
meus pais,
eu e mais quatro irmãos,
viviamos bem
sem luxos
mas o amor reinava conosco
todos crescemos
cada qual seu caminho seguiu
eu mesmo fui em frente
não era muito de estudar
então chegou o tempo de trabalhar
e como tudo acontece um dia
veio o tempo de amar
o tempo de mais responsabilidades
até me casar.
vivi momentos de amor absoluto
até esse tempo se esgotar
pois tudo na vida
tem um tempo de vida
e estava tudo terminado
naquele instante começava
uma nova fase
um novo despertar.
Viajei...
dei meus primeiros passos
em carreira solo
indo rumo ao desconhecido
desconfiando do mundo
e o desafiei
mas logo voltei...
e fui viver como ninguém
conheci pessoas especiais
outros amores eu encontrei
vivi momentos
amei sem limites
tive dissabores
e chorei de solidão
mas uma certeza eu tinha
que a cada manhã
um novo dia nascia
com novas alegrias
e novas esperanças
dentro do meu coração.
Sigo de cabeça erguida
rumo ao meu futuro
ainda incerto
mas com muitos sonhos
com lugares a explorar
e vitórias a comemorar
Assim é a vida...
bela as vezes
desafiadora talvez
mas incrivelmente atraente
para continuar acreditando
num novo dia a cada amanhecer...
(Fouquet, 2010)
Aceito a minha fragilidade como se fosse uma força, o bem para combater o mal, a inteligência para aceitar os erros dos outros.
Eu sou uma garota, no minimo BEM diferente de qualquer uma.
Não tenho muito o que dizer sobre mim, sei que as vezes chata, egoista e até ignorante. Falo a verdade mesmo que doa a quem doer, aprendi a me amar desse jeito. Não é que eu seja uma garota má, não nada disso. Mais eu já sofri muito nessa vida, perdi meu avô com 11 anos. Foi aí que me tornei uma garota rebelde, não ligava pra nada do que as pessoas falavam, pra falar bem a verdade ainda não ligo. Me tornei, digamos assim uma marginal. Fiz novos amigos, que certamente não eram os melhores, pois já tinham ficha na policia e tinham asaltado uma lanchonete aqui perto, perto de casa.Bom voltando, fiz os novos amigos, deixei os velhos e bons amigos pra trás, pra falar serio, levei duas amigas comigo mais isso aconteceu bem depois. Primeiro os meus novos e melhores amigos, me arumaram um namorado, eu tinha um corpo no todo muito bonito com 11 anos. Tudo bem, eu já namorava, já tinha participado de umas coisinhas com meus amigos, quando decidi puxa minhas amigas pra essa vida maluca que eu tinha. Era só festa, bebedeira, a gente caia na zuação sexta de noite só voltava pra casa na segunda. Mais vocês se perguntam,e os pais dessa garota, bom eles fizeram de tudo, tudo mesmo, mais ela já tava viciada nessa vida. A liberdade que eu tinha era maravilhosa, foi que veio o primeiro susto. Caí de moto, quebrei um braço e bati a cabeça com muita força, isso aconteceu em uma noite quando voltava com um amigo de uma festinha. Minhas amigas, já não tinham mais jeito, estavam as duas como eu. E as pessoas começaram a falar: ''ela levou minha filha pro mau caminho'', ''essa menina não tem mais jeito'', ''vai acaba presa como o namorado''. Eu nunca liguei pra nada disso, eu sabia que minha mãe moria de vergonha de mim, mais que sentido tinha eu viver se tudo o que eu mais amava tava morto e enterado? Fui indo desse jeito até completar uns 12 anos ou 13. Terminei com meu namorado por insistencia de minha mãe. Por mais que ele fose oque fose, eu o amava, aprendi a amar. Mais ela, ah ela, ela o tirou de mim sem dó nem piedade. Eu quase mori, eles me levaram pro interior, onde estou agora, e me deixaram lá com uns tios. Eu estava muito mau, quando conheci três meninas, amigas de verdade. Hoje sou feliz, e vi que minha vida era muito ruim. Mais de certa forma ainda pertenço a marginalidade, e eu quero minha liberdade de volta. Estou lutando com todas as minhas forças!
Uma dura tarefa é ter como responder adequadamente às exigências que a vida nos faz e, ser bem-sucedido é uma resposta adequada.
MESMO QUANDO SE TRATA BEM UMA PESSOA E ELA TE TRATA MAL, NÃO RIA E NEM CHORE, CONTINUE TRATANDO BEM OU NÃO "TRATE".
Palpite
Julia é uma mulher que tem lá suas feridas, umas já fechadas, e outras bem escondidas; tem sempre um sorriso no rosto, independente de como esteja por dentro; é apaixonada por música, cinema, Vinícius de Moraes e brigadeiro; tenta não se arriscar tanto quando o assunto é coração – embora não tenha muito sucesso quando tenta evitar –; ama o sol e adora um dia de chuva, daqueles pra ficar embaixo do cobertor, vendo filme.
Rodrigo é egoísta, talvez até demais; não é daqueles que contam a sua vida de primeira e diz “acabou”, ele é completamente o contrário; às vezes surpreende como ele é tão complicado e difícil de entender; gosta do sol, mas prefere uma boa chuva; não é lá muito preocupado com o futuro; gosta de observar os sorrisos dos olhos – diz que é o mais sincero – e adora soltar umas cantadas ao pé do ouvido só pra poder ver um sorriso envergonhado.
Embora possa não parecer – ao menos nesse pedacinho contado de cada um -, eles são umas das pessoas mais parecidas que eu já vi... A maior diferença é que Rodrigo tem uma namorada, e o maior problema foi o destino tê-los apresentados na hora errada.
Ou não, vai ver que era pra ser assim mesmo: um amor incomum, que dispensa explicações; que só de olhar, você já entende. É exatamente como Rodrigo definiu: esse amor deles é uma espécie de amor-amizade.
Bem, eles se conheceram num bar, e Julia nunca pensou que isso viesse dar em algum lugar, muito menos nessa amizade que eles têm hoje... Afinal, a primeira coisa que Rodrigo disse para ela foi logo uma reprovação. Ele a viu pedindo cachaça, olhou estranhamente, e deve ter pensado algo como “porque diabos uma mulher ia pedir cachaça? Ela parece tão frágil! Deve estar é querendo afogar as mágoas na cana mesmo”, quando falou:
- Cachaça? Mas que coisa feia, rapaz!
Julia o olhou com uma cara um tanto quanto desprezível, em relação ao comentário dele, mas logo abriu um sorriso e soltou sem nem pensar:
- Mas o que é que tem de feio? Nunca visse uma mulher beber cachaça não, foi? Hahahaha.
- Claro que já, mas é que você parece tão...
- Frágil? Eu sabia que tu tinha pensado alguma coisa desse tipo...
- Bem, era o que eu ia dizer... Mas é que não sei explicar, eu acho que não combina muito bem contigo. Além do mais que cerveja é bem melhor, não acha não?
- Hahahaha, eu não gosto muito de cerveja não, ainda tô aprendendo a gostar. Mas e aí, me conta o que tu pensou quando me viu pedindo cachaça?
E daí em diante, começaram a conversar sem nem saber o quão especial um seria para o outro.
Aos poucos, foram se descobrindo... Era como se em cada dia, Rodrigo contasse um capítulo de sua vida – o engraçado é que ele ainda não acabou o seu “livro” até hoje – e Julia contasse um pedacinho do que ela era. Descobriram gostos iguais para tudo: pra música, pra sentimento, pra escrever, pra olhos e pra sorrisos. O tempo passava rápido para eles, quando na verdade passava tão lento que só fazia uns três meses que eles se conheciam... E mesmo assim, já tinham um laço tão forte como alguém que se conhece há anos.
Num dia, sem nem ter porquê, discutiram que sobre o destino. Disseram que ele havia se atrasado, que havia feito as coisas numa ordem inversa, que eles deviam ter se conhecido antes, só pra ter mais tempo. Mudaram de assunto. Falaram sobre alguns textos, uns filmes e sobre o clima. Caíram no assunto “nós”. Discordaram e concordaram, ficaram sem resposta e sem saber o que dizer. Por fim, chegaram numa conclusão: que deixasse a vida levar, porque o que tivesse de acontecer, iria acontecer de todo jeito.
Ficaram por quase uma semana sem se falar – o que era muito para eles -, até que Rodrigo ligou pra Julia e cantou:
- “Tô com saudade de você, debaixo do meu cobertor. De te arrancar suspiros...”
- “... Fazer amor.” Que música mais indecente pra cantar pra mim, num acha não? Hahahaha.
- Hahahahaha, acho não. Tô com saudade de você... Vamos sair? Agora?
- Agora? Às onze e meia da noite?
- É, agora! Bora pra aquele bar, onde a gente se conheceu?
- Tá bom... Vou só trocar de roupa e a gente se encontra lá em quinze minutos, tá?
- Tá certo, não demora!
- Relaxa. Beijo.
Julia desligou o telefone e ficou só ouvindo o barulho que seu coração fazia... Ou era amor, ou era saudade. Ela só não sabia bem do que se tratava.
Quando Julia desligou, Rodrigo correu pro banho. Não conseguia parar de pensar no tamanho da saudade que tava sentindo. Saudade do sorriso dela... Das conversas, do carinho. Saudade deles dois.
Julia chegou, e cinco minutos depois, Rodrigo também. Sentaram-se, ele pediu uma cerveja e falou:
- Cachaça, senhorita?
- Hahahaha, não, engraçadinho. Para você que não sabe, agora eu tomo cerveja – e o olhou desprezando o comentário dele de novo.
Parecia que estava tudo igual. O mesmo lugar, o sentimento, eles, a amizade... Tudo estava como era pra ser. Ficaram por lá até quase uma hora da manhã, e nesse tempo, conversaram muito; tanto, que não sei como eles ainda tinham do que falar.
Foram juntos até o carro, estava chovendo. Antes que Julia entrasse em seu carro, Rodrigo a puxou e sussurrou no ouvido dela:
- Me diz como é que você conseguiu me viciar assim, desse jeito, me diz?
- Só te digo uma coisa. Ou melhor, duas. Uma: nem venha com isso agora... Pare. E outra: eu tenho um palpite. Sobre a gente.
- Como é que eu posso parar com você sorrindo pra mim desse jeito e com seus olhos âmbar me olhando assim?
- São verdes, já disse.
- Pra quê tu insiste que são verdes? Âmbar é muito mais bonito.
- Então tá bom, eu deixo que eles sejam âmbar só pra tu.
- Hahahaha, obrigado. Me diz aí, qual é o teu palpite?
- “Eu sinto a falta de você, me sinto só... E aí, será que você volta? Tudo à minha volta é triste... E aí, o amor pode acontecer. De novo, pra você, palpite.” Era esse.
Rodrigo puxou-a pra mais perto e disse, perto da boca dela:
- “Tô com saudade de você, do nosso banho de chuva, do calor na minha pele, da língua na tua”. E esse era o meu pra você.
Beijou-a.
Na cabeça de Julia vinham milhares de coisas para serem gritadas, mas ela só conseguia mesmo era pensar que acabava de descobrir se era amor ou se era saudade. E não era nenhum dos dois.
Rodrigo não conseguia pensar em mais nada, só na chuva fria e o beijo que o esquentava por dentro, e na vontade de ter Julia sempre por perto.
Soltaram-se. Julia o olhou com os olhos cheios da confusão que brotara na sua cabeça, mas com a certeza que vinha de dentro do seu coração e disse:
- Como é que tu conseguiu roubar um pedaço do meu coração assim, tão facilmente?
- Eu sempre fui um bom ladrão.
- Ridículo.
O silêncio fez-se presente por uns dois minutos, e eles sabiam o que havia acontecido ali. Além de ficarem ensopados de água, eles de descobriram o que sentiam. Julia sabia que precisava dele, e Rodrigo sabia que precisava dela; eles eram como um vício, um para o outro.
Rodrigo beijou-a na testa, e já ia embora quando Julia disse:
- Entenda só uma coisa: Eu nunca vou deixá-lo ir.
O resto ficou subentendido, como um parênteses em aberto na cabeça de cada um.
Σ Alicerce cívico
Para criarmos um alicerce bem estruturado e com uma liga forte sobre o qual ergueremos
um combate à corrupção (todo o crime contra a administração pública) com eficiência; devemos criar um projeto de lei para tornar a corrupção um crime hediondo, por meio da iniciativa popular, exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados do projeto de lei, acima, subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles (art.61, §2, CR). Mas o ideal será a participação de todos os Estados com o apoio necessário da mídia.
Imagine a população na rua como numa copa do mundo...! Será uma extraordinária festa
cívica e o término da inércia atônita.
Enfim, uma manifestação pública eficiente e eficaz rumo ao bem-estar nacional.
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