Querer bem
Cada vida é um colar. Pérolas! Cada momento é uma conta. Quem parte deixa uma jóia preciosa. Valores, costumes, realizações, dores, alegrias, conhecimento, histórias… Alguns colares ficam guardados esquecidos, outros são passados de geração em geração. Com o passar do tempo muitos se arrebentam. E as contas ficam por aí, perdidas nas frestas do assoalho.
Devagar vou longe.
Divagar me leva onde.
De vagar, devagar, divagando
Percebi...
Minha imaginação
é muita areia pro meu caminharzinho!
Envelhecer
A verdade é que não podemos fazer retornar a areia que cai pela ampulheta do tempo, nem somos carrapichos para grudarmos nas bordas desta enxurrada que se chama vida. É preciso deixar-se levar...
Cheguei à conclusão que saber envelhecer é a obra-prima da sabedoria. É um dos capítulos mais difíceis da arte de viver se não aceitarmos o deixar-se levar...
Então, já estou aceitando e amando minhas limitações, são partes de mim, componentes da minha história.
E procurando descobrir todos os prazeres que este período da vida pode me reservar – e olha, já vi que são muitos. Surpresas? Que venham…
Desejos
Que a coragem continue tua companheira.
Que a esperança impulsione teus passos.
Que a fé acompanhe tuas aspirações.
Que a alegria seja teu suporte.
Irmãos são mais que amigos ou companheiros.
São muitas vezes nosso leme, nossas asas, ou freio, rede que permite descanso, mesa farta, festa alegria....
Ô saudade!
E de repente, aos vinte e poucos anos, meus filhos me fizeram mãe.
Sem manual de instrução, sem tutorial, sem Google para pesquisar.
Mas, abraçaram a aventura de serem de filhos.
Hoje são minha alegria, exemplo, inspiração...
hoje é dia de ser feliz ✋
E você pode ser feliz onde você está.
Gratidão.
Essa é a palavra-chave para começarmos mais um dia, mais uma jornada, mais uma oportunidade de vida.
Agradecer a Deus por nos permitir acordar.
Não se mede caráter por aparência, nem felicidade por sorriso, eu sei, mas o sorriso ilumina tudo e é contagiante.
Sorria para a vida.
VALOR
Não se preocupe muito com os fins utilitários. Em vez disso, lembre-se sempre de que você não está na vida para se tornar um produto. Não está aqui para se tornar uma coisa útil e isso encontra-se abaixo da dignidade.
Não está viva para se tornar cada vez mais eficiente - está vivendo para se tornar cada vez mais feliz; está aqui para se tornar cada vez mais inteligente; está lutando para se tornar cada vez mais forte, arrebatadamente fiel aos seus propósitos
Completamente 😃
É acreditando.
Que a gente vence todos os dias, é tendo fé em Deus que a gente continua e é vivendo a gratidão que a gente conquista, mesmo que tudo esteja tão difícil.
Força 💪 Foco 👀 e Fé 🙏
Respeite o Estado Emocional dos Ouvintes
É preciso que aqueles que sobem o altar para ministrar a palavra de Deus, respeitem o estado emocional do público! Nem todos que estão ali para ouvir uma palavra de Deus, estão felizes ou animados para glorificar, repetir frases de efeitos ou fazer gestos proféticos. Na verdade ninguém é obrigado a nada disso!
Sabemos que a alegria faz parte do culto que dedicamos a Deus (Salmos 98.4; Salmos 100.1-2; Sl 122.1), mas a tristeza também. Sim, quem está triste, com a alma abatida ou desanimada, não deve ficar em casa ou esconder seus sentimentos no culto. A tristeza, a dor e a decepção devem ser trazidas ao culto, e apresentadas a Deus (Esdras 3.10-13; 1º Samuel 1.10-15; Tiago 5.13).
Portanto, aqueles que estão ministrando no altar, devem respeitar o estado emocional das pessoas, os que estão tristes não devem ser constrangidos; o culto não é um palco de entretenimento. O ministro está ali para ministrar uma palavra de Deus aos corações dos ouvintes, independente do estado emocional dos ouvintes.
Nenhum ministro do Evangelho deve se comportar como um animador de auditório, constrangendo os ouvintes que estão passando por um momento difícil a repetir bordões motivacionais, a dar glória a Deus ou fazer gestos infantis que não passam de truques emocionais, e que vão apenas constranger quem está triste.
Devemos pregar a palavra, e cabe ao Espírito Santo trabalhar no coração dos ouvintes, e cada um reaja á palavra da maneira que foi tocado naquele momento. Que cada expressão de louvor ou cada lágrima derramada seja espontânea, e não porque foram constrangidos pelo ministrante.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Quanto mais percebo a tristeza em meus dias, mais transformo essa dor em arte, criando esperança para combater esse mal no mundo.
´´Deus é especialista em recolher muitas lágrimas e num processo celestial transformar todas em muita alegria e riso.´´
ORAÇÃO DA MADRUGADA
Senhor, nesta madrugada silenciosa, em que a maioria dos seres repousa, venho lhe pedir que derrame graças sobre mim, minha família e meus amigos; nos proteja de toda maldade; nos cubra com seu manto de proteção; ao amanhecer, renove nossas forças para que possamos prosseguir nossa caminhada, com saúde, paz, amor e alegria. Amém.
Tentamos frequentemente fugir da dor e da tristeza, mas é preciso passar por momentos delicados para provarmos para nós mesmos que somos capazes de enfrentar e superar qualquer coisa.
A beleza humana se revela facilmente quando o coração se transborda de alegrias. Viva esses momentos como se fosse único.
A amizade é algo que favorece e amplia vários aspectos da vida do ser humano, nos deixando mais alegres e confiantes.
Feliz por sua amizade!
A vida têm mais importância quando estamos ao lado de pessoas especiais, até nosso sorriso têm mais essência de alegria. O nosso encontro foi maravilhoso!🌹📚
NA QUINTA ESTAÇÃO...
Livro: NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A chuva não caía — ela tocava.
E cada gota era uma nota.
Cada nota, um passo de Camille no silêncio do mundo.
A música não vinha de fora: ela nascia da própria água que se desfazia no ar, tocando vidraças com um compasso que parecia ensaiado por um maestro ausente. Mas eu sabia — era ela.
A chuva era a música.
Não se podia distinguir quando o som virava líquido ou quando o líquido virava lembrança.
A canção se dissolvia em gotas finas e melancólicas, e cada uma delas trazia uma sílaba do teu nome, Camille, como se o céu sussurrasse teu rastro.
E eu, ali, imóvel, encharcado de ti.
Tudo vibrava em uma mesma frequência: os pingos, as cordas invisíveis do violino que eu jamais vira, a harmonia do teu perfume — absinto e jasmim — que emergia do asfalto molhado como se a cidade também te procurasse.
Não era nostalgia.
Era possessão.
Aquela música que chovia estava viva, e era tua.
E pela primeira vez compreendi o que é uma presença não ser corpórea, mas sonora. Camille não veio. Camille aconteceu.
Como se a tua existência tivesse sido reduzida a uma partitura de água, tocada pelas nuvens, naquela quinta estação onde só nós dois existimos — tu, dispersa em som e chuva... eu, diluído em espera.
E toda vez que chove assim, ainda que ninguém perceba, a mesma melodia volta.
A mesma. Sempre a mesma.
Como se a quinta estação não tivesse acabado —
ou como se eu nunca tivesse saído dela.
Recolhimento de Camille
Então ela surgiu.
Não com passos. Não com palavras.
Mas com um sorriso.
Um sorriso em delírio, feito de algo que o mundo desaprendeu:
viver sem saber que se vive.
Ser por inteiro sem a obsessão de se compreender.
Camille, ali, diante de mim — e ainda assim inatingível — era o retrato vivo daquilo que a humanidade perdeu quando começou a pensar demais.
Ela sorria como se o sorriso não lhe fosse emprestado pela razão.
Sorria porque o coração dela não sabia fazer outra coisa senão dançar com a música invisível da existência.
E era ali, na chuva já quase cessa, que eu compreendia:
Camille não se dava conta de que vivia.
E por isso vivia mais do que qualquer outro ser.
Se existiam partituras, haviam sido abandonadas.
Porque a melodia dela era espontânea.
Porque a música que ela era dispensava pauta, regência ou intenção.
Camille era um som antes de ser um nome.
Era um momento antes de ser uma história.
E talvez seja por isso que nenhum sofrimento a tocava como a nós.
Porque só sofre profundamente quem se vê como personagem.
E Camille...
Camille era o próprio enredo sem precisar de roteiro.
Observei-a por um longo instante —
recolhi sua imagem não com os olhos,
mas com o que resta de fé em mim no que ainda é sagrado.
Naquela quinta estação, eu soube:
todo ser humano deveria ser assim.
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