Querer algo de Verdade
Um dia a menos de vida.
Espelho, espelho meu, diga-me a verdade!
O que eu tenho feito com os meus dias?
Quantos dias me restam de vida?
Qual foi a minha contribuição para fazer desse
mundo um lugar melhor, e mais humano?
Como eu tenho tratado os meus semelhantes?
E o mais importante de tudo, eu tenho sido honesto e justo comigo mesmo?
A lua brilha neste momento, e sol?
Amanha, pode ser, ou não ser, outro dia.
Diga, diga espelho meu
Porque o brilho dos olhos denuncia a viada e a morte
porque o brilho dos olhas fala a verdade e a mentira
porque o brilho dos olhos fala da alegria e da tristeza
porque o brilho dos olhos provoca desejo
porque o brilho dos olhos tem amor e paixão
porque o brilho dos olhos tem historia
porque o brilho dos olhos esta cheio de emoção
porque o brilho dos olhos seduz o coração
porque o brilho dos olhos vem da alma
porque o brilho dos olhos é a luz que ilumina a vida enquanto a morte não chega
Trigo e joio
Deus é amor, é a pura verdade,
O diabo, do ódio, é a crueldade.
O homem se perde, busca o luar,
Mas sem plantar, como irá colher o pomar?
Semeamos mentiras, colhemos espinhos,
Trilhamos caminhos tão mesquinhos.
Frustrados, vazios, sem saber amar,
Mal amados, seguimos a tropeçar.
O bem luta, vence, é luz que clareia,
Enquanto o mal, na sombra, se enleia.
Engana quem finge, quem se deixa iludir,
Mas a conta da vida um dia há de vir.
Quem estás a servir? Deus ou o mal?
Na colheita da vida, és trigo ou o joio final?
Escolhe o amor, a verdade, o perdão,
Pois colhemos o que plantamos no coração.
O nunca é inimigo mortal da verdade. Quem diz eu nunca é porque não tem bom senso, ou simplesmente quer chamar atenção.
A fuga da realidade,
Ilusão transitória da mente,
O temor da própria verdade,
Um coração insensato e descrente.
A covardia que esconde, que mortifica,
O desespero que expõe e enfraquece,
O amor que confunde e complica,
Uma vida que definha e empobrece.
Dúvidas que permeiam o meu coração,
Coração que quebranta o meu ser,
Sentimentos que sobrepõem minha propria razão,
Um amor que eu preciso tanto esconder.
Perguntas que expressam meu devaneio,
A insensatez que te move para longe de mim,
A flecha do medo que me atinge em cheio,
Que me fere e me deixa tão triste assim.
Emoções que me enloquecem,
Sentidos que entorpecem minha razão,
Sonhos vãos que me aquecem,
No limiar de uma grande paixão.
Um caminho sem origem ou destino,
Querer ser teu amado, querer ser teu,
Uma insensata ilusão de menino,
Uma esperança que um dia morreu.
Cada jornada concluída é, na verdade, o começo de algo novo, e não o encerramento definitivo de uma história. A vida é feita de ciclos, e ao terminar um, temos a oportunidade de iniciar outro com mais sabedoria, experiência amor e fé.
Amor de verdade não surge do dia pra noite. Amor de verdade vem crescendo aos poucos, a cada momento, até que se torna um amor de verdade. Antes disso é apenas paixão e apego.
Dizem que nunca conseguimos conhecer uma pessoa por completo, e é verdade. Por mais que conheçamos alguém, sempre haverá algo que nunca saberemos.
Me dói tanto por ser apenas um amigo, quando na verdade eu morro por estar contigo. Como eu queria ser tudo o que te toca. Como eu queria ser o sol que te vê todo dia de manhã. Como queria ser o travesseiro que te dá boa noite e te acaricia todas as noites enquanto você dorme. Como eu queria ser a força que te empurra, que te dá ânimo de viver. Como eu queria tapar esse vazio que se encontra em seu coração. Queria poder estar ao seu lado todos os dias, e em nenhum deles faltar.
A vida é estranha: ela te faz pensar que está por cima, mas de repente, ela te mostra que na verdade, você nunca saiu de baixo.
Talvez, lá no fundo, nós só quiséssemos ser amados de verdade. Mas não um amor de distâncias, que machuca com a ausência e faz sangrar um coração tão maltratado; mas, sim, um amor presente, forte e que tem a capacidade de curar.
Eu nunca acreditei em Papai Noel. Na verdade, eu nunca acreditei em nada que eu não pudesse ver e constatar que realmente existe.
Na verdade, as pessoas se importam exageradamente com o próximo. Com o que o próximo faz ou deixa de fazer, e sobre o que ele é e o que ele não é, obviamente.
