Querer algo de Verdade
A companhia de verdade, achava ele, era aquela que não tinha por que ir embora e, se fosse, ir embora significaria ficar ali, junto.
Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. (Mateus 24:2)
A verdade sempre vem à tona.
É uma das regras fundamentais do tempo. E quando ela se revela, ela pode te libertar... ou acabar com tudo pelo qual você lutou tanto. Mas a pior coisa que a verdade pode fazer, é quando você finalmente a revela e ela não te liberta... mas fecha você para sempre.
Amigos de verdade te conhece a fundo por isso não te julga nem te aponta o dedo ;
Amigos de verdade não te copia por inveja mas por te admirar ;
Amigos de verdade tem a nobreza de te pedir desculpas porque reconhece o erro e tem medo de perder sua amizade ;
Amigos de verdade não pedem desculpas e depois joga a amizade no lixo isso é falsidade ;
Amigos de verdade se amam,se respeitam ,cuidam um do outro e continuam amigos além da eternidade.
Você se compromete verdadeiramente com o seu bem-estar quando você está a favor da verdade. Da sua verdade, pois a verdade alheia é...alheia.
Quando alguém me pergunta se o Yoga ensina a respirar, eu respondo que na verdade, ele ensina a aproveitar melhor os momentos em que perdemos o fôlego.
Sobre SER ASSIM... De verdade, não perfeita!
Sou assim.
Procuro ângulo, coloco filtro, cores...
Ou simplesmente NÃO TIRO FOTO e apenas vivo o momento.
Tem dias que acordo inchada,
Tem dias que acordo Diva!
Tem dias que o cabelo obedece, outros dias eu obedeço o cabelo.
Tenho momentos que fico brava.
As vezes quero fazer manha, mas em maioria passo o dia em maioria SORRINDO!
Afinal SÃO SÓ MOMENTOS e eu escolho o que vai ficar no meu dia!
Sou várias em uma!
Sou uma em várias em um só dia!
Sapeca, mulher, menina, amante!
Apenas VIVA!
Apenas VIVENDO!
Nem tudo chega aos ouvidos como verdade. Porém o relato é uma forma de alcançar a sinceridade, desde a iniciativa de falar. Veja pra crer!
Quem engana, na verdade, está enganando a si mesmo. Na arte de enganar, há sempre uma perda de si mesmo no processo. Seja verdadeiro!
Não é justo! Por que nós temos que dizer coisas que não são verdade e fingir ser quem todos querem que sejamos o tempo todo?
Sabedoria consiste em falar e agir da verdade.
Aprendizagem muito não ensina compreensão.
Todas as coisas vêm a seu tempo devido.
O sol é novo a cada dia.
Porém faça isso de verdade, de coração aberto e com plena certeza que estais fazendo a coisa certa, pois não há nada mais triste e inútil que viver somente de planejamentos e pensando sempre em como poderia ser, pare de viver com expectativas á longo prazo, pois somente quando você tentar de verdade vai saber exatamente o que te deixa vazio, o que te completa e o que te transborda!
E na verdade, que me perdoem, mas o que os outros pensam, é apenas o que eles pensam. O que os outros dizem, é apenas o que eles dizem. Eu sei quem sou e posso surpreender. Do que adianta escrever frases bonitas e tentar dar lição de moral, se você nem sequer segue suas próprias conclusões.
Em verdade temos medo.
Nascemos escuro.
As existências são poucas:
Carteiro, ditador, soldado.
Nosso destino, incompleto.
E fomos educados para o medo.
Cheiramos flores de medo.
Vestimos panos de medo.
De medo, vermelhos rios
vadeamos.
Somos apenas uns homens
e a natureza traiu-nos.
Há as árvores, as fábricas,
Doenças galopantes, fomes.
Refugiamo-nos no amor,
este célebre sentimento,
e o amor faltou: chovia,
ventava, fazia frio em São Paulo.
Fazia frio em São Paulo…
Nevava.
O medo, com sua capa,
nos dissimula e nos berça.
Fiquei com medo de ti,
meu companheiro moreno,
De nós, de vós: e de tudo.
Estou com medo da honra.
Assim nos criam burgueses,
Nosso caminho: traçado.
Por que morrer em conjunto?
E se todos nós vivêssemos?
Vem, harmonia do medo,
vem, ó terror das estradas,
susto na noite, receio
de águas poluídas. Muletas
do homem só. Ajudai-nos,
lentos poderes do láudano.
Até a canção medrosa
se parte, se transe e cala-se.
Faremos casas de medo,
duros tijolos de medo,
medrosos caules, repuxos,
ruas só de medo e calma.
E com asas de prudência,
com resplendores covardes,
atingiremos o cimo
de nossa cauta subida.
O medo, com sua física,
tanto produz: carcereiros,
edifícios, escritores,
este poema; outras vidas.
Tenhamos o maior pavor,
Os mais velhos compreendem.
O medo cristalizou-os.
Estátuas sábias, adeus.
Adeus: vamos para a frente,
recuando de olhos acesos.
Nossos filhos tão felizes…
Fiéis herdeiros do medo,
eles povoam a cidade.
Depois da cidade, o mundo.
Depois do mundo, as estrelas,
dançando o baile do medo.
Eu confio em você, é o que eu quero dizer. Mas isso não é verdade, eu não confio nele para me amar apesar das coisas terríveis que eu fiz. Eu não confio em ninguém para fazer isso, mas isso não é problema dele, é meu. (Insurgente)
A vitória da verdade é certa.
Nota: Trecho do texto conhecido com o "Testamento" (1911) de Rodin, reproduzido em "Histoire Générale de L'art Franc̜ais de la Révolution à nos Jours", de André Fontainas e Louis Vauxcelles, 1922 (volume 2, p. 259-261).
...Mais
