Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
A compreensão da vida é está cm quem vc amar e o maior amor é aquele q cultivamos em casa ao aconchego da família, pra vc ser bem sucedido o primeiro passo é n ser uma pessoa grata a sua família a compreensão de uma pessoa sucedido começar pela família...
Quem faz o mal com plena consciência e depois tenta disfarçar com desculpas vazias só demonstra falta de caráter e de hombridade.
A CADEIRA DO DENTISTA
Quem nunca teve que ficar sentado em uma cadeira de dentista por horas? Pois bem, acho que todo mundo já teve uma cárie. Isso foi o que me ocorreu dias atrás. Lá estava eu, com a boca aberta, quase deslocando a mandíbula, olhando aterrorizada para o semblante nada agradável da dentista, que examinava meus dentes. Eu me sentia deveras angustiada. O medo corria em minhas veias, o suor começou a escorrer na minha testa e o nervosismo tomou conta de meu ser. Me parecia mais como uma tábua, de tão tenso que meu corpo ficara. Afinal, ninguém nesse mundo gosta de ir ao dentista, ou se sente bem em uma cadeira daquelas, só se a pessoa em questão, sofre de algum problema mental, pois esse lugar é um dos piores para se estar.
Nesse sentido, a ansiedade era enorme, mas a dentista nem sequer tinha encostado um dedo em minha boca; enquanto isso na minha mente acontecia uma batalha intensa. Quando avistei a agulha da anestesia, meu mundo desabou, queria sair correndo dali e nunca mais voltar. “A dor está próxima”, pensava eu, e de repente aquela coisa enorme e pontiaguda já estava fincada em mim. O pior de tudo isso, é que a minha cara de sofrimento tinha começado há uns vinte minutos atrás, antes mesmo de eu me sentar naquela cadeira sufocante. Ou seja, a minha “dor” já tinha começado há muito tempo, como algo meio inconsciente. Contudo, em um piscar de olhos, a terrível anestesia já tinha passado. Fiquei pasma! Como não senti dor alguma? Alguns minutos antes ela já existia, então o que aconteceu ali foi loucura.
Loucura? Eu não diria desse modo. Chegando em casa, pensei: meu medo era tão grande que na minha cabeça tudo seria horrível. Mas não foi bem assim. Era apenas meu cérebro criando futuros tenebrosos. A nossa mente é o que de mais poderoso nós temos, ela simplesmente inventa cenários terríveis, que provavelmente nunca ocorrerão. Desse modo, ela nos conduz a “sentir a dor antes da facada”, sentir medo de um momento fictício tornar se realidade, tudo isso impulsiona uma desordem imensa em nossos sistemas corpóreos. A mesma coisa se passa ao sonharmos com animais peçonhentos: no despertar noturno, achamos que nossa cama está cheia deles, sentimos cócegas por todo o corpo, mas, quando olhamos, nada tem embaixo das cobertas. O que quero dizer é que: não deixe sua mente te dominar, não morra antes do tiro, não sofra por antecedência, deixe para sentir a dor no instante em que ela se passa, isso se você chegar a senti-la.
Às vezes, sorrateiramente, a tristeza chega; quem não quer nada vai envolvendo, adentrando no seu coração e, pior, escondendo a esperança. Porém, chega a luz salvadora, travestida em palavras em uma mensagem, resgatando a esperança através do afeto, atenção e carinho de um inestimável presente que nos damos: uma sincera amizade!
Quem muito amou e hoje, na solidão, se sustenta das boas lembranças do que viveu, deve ser testemunho não de desistência, mas de coragem — pois a felicidade sempre ronda nossa porta e espera por quem ainda acredita nela.
Lembrando: a gente aprende mesmo com quem não é igual; viver é conviver com os outros; solitude e solidão são coisas muito diferentes; a unanimidade é a grande traíra da inteligência; e quem recebe um beijo do coração na boca, é amor.
Anaïs Nin, nascida no início do século passado, afirmou com a lucidez de quem desafiou sua época: “É errado a mulher aguardar que lhe construam o mundo almejado; compete-lhe criá-lo por conta própria”.
Hoje, num mundo onde o mocinho e bandido se confundem; onde é difícil saber que é a mamãe e quem é o papai; onde a narrativa se julga soberana diante da verdade; onde a máquina já pensa e, não duvido, já sonhe; eis um perplexo veterano com a pecha de ultrapassado, com todas as loucuras da modernidade, declara e afirma para todo sempre que: eu acredito no amor.
Tinha alguém com quem falava, ria, rosnava, chorava, até cuidava e, principalmente, sonhava. Optou por libertar, deixar voar, não por desdém, mas por amor. Não se deve prender uma linda borboleta. A natureza reclama e as flores agradecem.
"Nenhuma porta fechada pelos homens pode barrar o crescimento de quem caminha com fé e está destinado a construir algo muito maior."
A delinquência é o caminho de quem busca o atalho; a nobreza é a estrada de quem compreende que o valor está na jornada e no processo.
Nobreza de alma é a capacidade de estender a mão a quem cai, transformando a compaixão em uma ferramenta de elevação humana.
Quem fala mal dos outros revela apenas a própria pobreza de espírito e a falta de ocupações produtivas.
Quem entende que tudo o que possui é um empréstimo do Criador, gasta seus recursos com responsabilidade, justiça e generosidade.
A delinquência é o caminho de quem desconhece o seu próprio valor; a nobreza é o estado de quem sabe quem é diante do Criador.
A indolência é o maior obstáculo para quem deseja realizar propósitos elevados; a diligência é a ferramenta que concretiza sonhos.
O arrependimento é a purificação necessária para quem deseja alcançar níveis de prosperidade mais elevados.
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