Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
É aquela velha frase: "Quando encontrares alguém que queira andar na chuva com você, se molhe."
Confesso que não me recordo onde li isso, mas ando vivenciando essa boa situação.
A verdade é que amar não é somente sossego, nem conforto do lençol sequinho na cama, muito menos raio de sol o tempo inteiro.
Amar é enxergar o outro na sua forma mais despida, enxergar o outro e seus defeitos, e acreditar que por mais difíceis que possam parecer a travessia será possível alcançar o outro lado da estrada.
É saber que por mais que os medos e receios cheguem, haverá sempre uma vontade grandiosa de jamais desistir.
Amar é não se importar com o que os outros possam vir a dizer ou até mesmo pensar.
Amar é encarar a batida, o compasso e até o descompasso que o coração venha a fazer.
É andar junto na mesma direção.
É estar abraçado em dias de sol, mas principalmente quando a tempestade chegar.
A chuva
Ela inveja a tristeza
Transparente que todos almejam.
Que desce do rosto
Em tempos chuvosos.
Como um grito,
Angustia infinita
Remorso sem dor.
Ela inveja aquela beleza
E como ela expressa
Escorrendo como novela,
E como pousa em sua boca
Transformando sorrisos
De casais que se apavoram
Como se não houvesse “outrora”.
Ela inveja as lágrimas.
Sim!
Pela vontade de prosseguir;
De continuar,
De nunca desistir.
Ser recebida com enorme carinho
Nos braços do amigo.
Ela inveja aquelas gotas
(por mais que a chuva tente)
Ela não consegue viver.
Mora e morre em seu rosto
O sol aquece o corpo
E esconde as gotas de amor.
Melancolia?
Nunca faltou.
Na falta de colo
Ela cai como flor
E como for
Enfeita o pôr do sol
Que se põe.
Dor e soluços
Sente-se estalos nos músculos.
Ela inveja aquelas lágrimas
Que não se matam,
Que criam romances,
Quem fazem filmes,
Que criam belas novelas,
Que cai solitária e fria.
Ah chuva! A chuva.
Haja chuva.
Molha-me!
Sim. Sim. Sim.
Sim!
Quero ser gotas.
Prefiro ser lágrimas
Mas quero ser chuva
E te fazer amada!
Abra a janela e venha ver
Faça sol ou faça chuva
Um novo dia vai nascer
Abro a janela e vejo a chuva cair
Flores que irão brotar no meu jardim
Caminhos retos, caminhos tortuosos
Dias de sol e alegria...
Dias de abandono e escuridão
Mas a Luz que vislumbro no horizonte
De esperança enche meu coração
E deixa alegre meu despertar.
Bom dia, amigos!
O dia pode estar nublado e chuvoso, mas o sol que existe dentro de vc não pode nunca deixar de brilhar!
Anime-se: "este é o dia que o Senhor fez para nós. Alegremo-nos e nele exultemos."
edite lima / 2016
Bom dia meus queridos amigos!!!
Nesta manhã que mais chuva promete
Sejamos agradecidos pelo que há de acontecer
Chuva é um bem que à natureza compete
Deixar no solo cair para se refazer...
mel - ((*_*))
VARANDO A MADRUGADA
A Chuva
Pingam
pingos
platinados
na pingadeira
da parede
ao piso...
parecem
pedrinhas
polidas
pela
poesia
pautadas
na prosa
poética
do papel...
mel - ((*_*))
BOM DIA QUERIDOS AMIGOS!
Que chuva abençoada
Varou toda a madrugada
E continua caindo tão amável
Trazendo-nos uma brisa agradável...
mel - ((*_*))
Chove Chuva No Meu Sertão
Sol quente
Que bate na cachola
Queima o juízo
E o calor extrapola.
Sol ardente
Terra rachada
Chora o nordestino
Com mão na inchada.
Nordestino com sua crença
Pede a todos os Santos Benditos
São José, São João ,São Pedro
E o Padre Cicero.
Chuva ,caia para abençoar essa gente
Das mãos calejadas
Da face mapeada
Da pele manchada
Chuva,mate a cede
Desse povo amado
Que trabalha feito condenado
Para ganhar seu centavo.
Chuva,seja amiga
Encha os açudes
Para pescar o peixe,o pão
E que a fome mude.
Chuva, desça depressa
Estamos a esperar
Com muita fé
Para as barragens sangrar
Chuva,venha logo,
Estamos a implorar
Para vermos nesse horizonte
O verde e o mandacaru florar.
O MAU TEMPO NÃO DURA PRO SEMPRE. DAQUI A POUCO A CHUVA PASSA VOCÊ VAI VER.AGUENTA FIRME AI NOS DOIS JUNTOS .
" CHUVA É NORMAL MAS NÃO PODEMOS DEIXAR ELA ACABAR COM A NOSSA DIVERSÃO ! ELA É PASSAGEIRA,VAI E VEM MAS A NOSSA ALEGRIA PODEMOS TORNÁ-LAS DEFINITIVAS "
TEMPORAL
O vento soprava forte pressionando a janela,
a chuva cantarolava e eu fazia versos para ela,
a luz dos raios que cruzam o céu geram imagens de rara beleza,
nestes momentos constatamos a força da natureza!
Essa força que desnuda e desarruma a paisagem,
deixa claro que o ser humano é pequeno e está só de passagem,
mostra a nossa insignificancia diante do criador,
que de nada adianta ficar alimentando tanto rancor!
Por isso o ser humano se esconde do temporal,
cruza os dedos e alguns fazem cruz de sal,
mas nada podem com a força da tempestade,
apenas torcer que venha a bonanza mais cedo ou mais tarde!
Nestes momentos refletimos sem parar,
será que vale a pena tanta amargura segurar,
se a vida é tão curta e logo a vida pode se apagar,
melhor é amar e da chuva desfrutar!
Antônio C. C. Almada.
►Chuva
Eu amo você, mas não irei me esquecer
Quanto já pensei em chorar, me fez sofrer
Claro que a culpa de tudo, em mim irá jogar
Não é necessário nem "adivinhar", é só esperar
Sei que acusações irão chegar e me atormentar
Suspeito agora que almeja me fazer chorar
Estou correto em afirmar?
Diga então que estou mentindo
Diga então como devo está me sentindo
Diga, como posso continuar confiando em ti?
Me tratou como um qualquer, não é?
Ou pior, me tratou como um brinquedo
Que serve para saciar seu desejo
Reflita a maneira como se comportou, garota
Você me abandonou, me ouça
Não se agarre na esperança que você agride
Pense bem, veja quem você feriu
Minha antiga cicatriz aquele dia se abriu
Tornou-me infeliz, mas mesmo assim
Creio que o ocorrido fora o estopim
Me enganou de forma majestosa e impiedosa.
Falsas foram as palavras que disse
Reverencio sua habilidade, capacidade para brincar
Diga-me, como consegue os sentimentos não usar?
Também quero saber, para aprender a me cuidar
"Mulheres possuem o coração de gelo", ouço falar
É verdade? Afinal não custa nada perguntar
Mas jamais deixarei de me expressar, não irei mudar
Serei perspicaz, sagaz.
Sei que preciso, necessito esquecer
Mas alguém poderia me dizer o que fazer?
Por não seguir a razão acabei ficando perdido
Por seguir meu coração acabei ficando desiludido
Mas não entendo, por que fez isso comigo?
Diga para mim, o que fiz contigo para me tratar como lixo
Não é disso que preciso, perdi seu abrigo
Sei que com você eu brigo, mas mesmo por isso
Não deveria ter feito aquilo, entende?
Como pode fizer que me ama se me abandona?
Nunca te deixei nem um centímetro de distância
Amo sua companhia, mas duvido que ame a minha
Agora nem consigo conversar com você
Creio que você fez um buraco no meu ser
Meu superego, o id irá conter
Não me permitam mais que eu sofra por ela
Já que ela não se importa com a minha dor
Ainda sonho em estar ao lado dela
Idiota? Eu sei que sou
Sei também que ainda não acabou o nosso amor
Mas saiba, você me magoou profundamente.
Sei que estou a te evitar
E não sei até quando irei continuar
Não sei se será até eu melhorar
Talvez amanhã eu esteja de bem
Indo ao encontro de alguém para me alegrar
De já, meu amigo pode me ajudar
Outrora, busco me remediar e o buraco tampar.
Chuva, limpe essa minha dor
Chuva, limpe esse odor de amor ferido
Eu preciso, chuva.
Funeral
" É tão bom o som da chuva, é tão bom o som do mar, é tão lindo seu sorriso, quanto a lua no céu a brilhar, é tão bom lembrar daquilo que no passado se perdeu, é tão bom lembrar da dor e de quem te acolheu, é tão bom ver nos seus olhos aquilo que um dia vc pode ver, remechendo nas lembranças de um tempo em que pode crer, na beirada de um precipcio você se pos a chorar, nos 19 segundos de queda eu vi você voar, suas asas tão belas quantos as estrelas do céu, você se tornou uma delas após te cobrirem com um véu, um profundo silencio macio e acolchoado, na porta que nunca vai abrir seus olhos estão fechados, mais dentro da mente daqueles de confiança, foi deixada a lembrança, daquela que fez a mudança, seu nome quase esquecido, ja deixado a uma longa distancia, o unico resquicio de seu viver é em sua lapide de abundancia, letras claras e brilhantes, seu nome esperança"- Nicolas Gabriel Klitzke
Desolado
Caminhei sozinho
Sob a chuva
Não havia mais ninguém
Naquela rua
Enquanto todos a ouviam
De dentro de suas casas
A chuva me tocava
O corpo e a alma
Eu sentia que aquelas gotas
Eram o meu próprio choro
Que caia do meu vazio
Sobre o meu corpo
Frio
Velho Chico.
Volta chuva pro sertão
molha o pobre e molha o rico
enche aqui meu coração
que de tristeza não fico
traz de volta o nosso irmão
que se foi na solidão
das águas do Velho Chico.
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