Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

Cerca de 302596 frases e pensamentos: Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

⁠Quem leu pelo menos uma página de um livro nos últimos dois anos, levante o dedo. Não vale mentir! Ah, ah, ah,
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠Quem vive, sente.
As emoções que transbordam,
a raiva do que nos machuca,
a alegria do que nos anima,
a paixão que nos move.

Quem vive, sente.
A emoção circulando nas veias,
o calor dos abraços,
o medo correndo em lágrimas.

Quem caminha sobre a terra
conhece o sapato que incomoda,
a distância que desanima,
o tempo que nunca basta
Mas quem não desiste, conquista.
a dignidade de se refazer,
o valor das amizades sinceras,
os amores que resistem ao tempo,
e um legado que não se mede em moeda
mas em presença, verdade e memória.

Inserida por mardoniobarros

⁠A culpa alheia virou moeda para quem não quer pagar o preço da própria vida.

Inserida por I004145959

⁠Há quem explore a dor dos fracos e o peso da consciência dos fortes.

Inserida por I004145959

⁠Não há oráculo que defina quem somos, apenas nossas próprias decisões.

Inserida por I004145959

⁠"A cada passo da jornada, honra teu esforço. O cansaço é a marca de quem escolhe avançar, e a gratidão, o combustível que ilumina o caminho. Hoje, celebre não apenas as conquistas, mas também a coragem de ter dado o seu melhor."

Inserida por thiago_sousa_6

⁠O processo é o caminho. A Justiça é o destino. E quem sonhou em ser juiz… sonhou em fazer Justiça.

Inserida por gustavolpsouza

⁠Quem descobriu o Brasil? Cabral ou Rede Globo?
Benê Morais

Inserida por BeneditoMorais

Quem lê por meta festeja;
Quem lê por gosto, almeja.

Inserida por I004145959

⁠A vida boa vale mais quando partilhada com quem amamos.

Inserida por I004145959

⁠Deus está acima de qualquer debate — para quem crê, isso não é objeto de opinião, mas uma convicção inabalável. Tal afirmação não nasce do dogmatismo irracional, mas de uma percepção refinada da realidade. Assim como o artista sente a arte no mais íntimo do seu ser, e o cientista compreende a harmonia nas leis naturais, só reconhece a presença de Deus quem desenvolveu sensibilidade espiritual. A fé não é ausência de razão; ao contrário, é percepção aguçada, visão que transcende o imediato. Como afirmou C.S. Lewis: “Acredito no cristianismo como creio que o sol nasceu: não apenas porque o vejo, mas porque vejo tudo à sua luz.” Esse tipo de fé não é fantasia, é fundamento.

A existência de Deus e a encarnação em Jesus de Nazaré não se restringem ao campo simbólico ou mitológico. São verdades documentadas por registros históricos confiáveis, que atravessaram os séculos e desafiaram as críticas mais severas. Autores romanos como Tácito, Suetônio e Plínio, o Jovem, assim como o judeu Flávio Josefo e registros do Talmude, fazem referência à figura de Jesus, confirmando que ele viveu, foi crucificado sob Pôncio Pilatos e impactou profundamente sua geração. Como afirmou o filósofo francês Jean Guitton, “a figura de Cristo é tão grande que só há duas atitudes possíveis: ou Ele é o Filho de Deus, ou foi o maior impostor que já existiu.” O Evangelho de João, de forma poética e profunda, nos lembra que “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1), e que “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória” (João 1:14). Não estamos diante de alegorias fantasiosas, mas da afirmação de um fato que alterou o curso da história.

Reconhecer a atuação da Igreja em uma sociedade democrática e justa é reconhecer também sua função civilizadora, muitas vezes ignorada ou subestimada. Ao longo dos séculos, as igrejas cristãs fundaram universidades, hospitais, orfanatos, e participaram ativamente de lutas sociais, reformas e movimentos abolicionistas. Mais recentemente, continuam atuando como verdadeiros agentes de transformação nos rincões esquecidos do país, preenchendo lacunas deixadas pelo Estado. A Pontifícia Academia de Ciências, por exemplo, é composta por diversos ganhadores do Prêmio Nobel, provando que fé e razão não se excluem, mas se alimentam mutuamente. E mesmo aquela igreja considerada incômoda pelo som que emite aos domingos pode ter sido o espaço onde um ex-detento foi acolhido, ressocializado e reintegrado à sociedade — algo que o Estado muitas vezes negligencia.

Contudo, é necessário refletir também sobre a fé em tempos de hiperinformação e banalização da verdade. Vivemos uma era em que o sagrado é reduzido a conteúdo viral, e a Bíblia é frequentemente interpretada sem critério, contexto ou reverência. Em meio à profusão de vozes digitais, muitos são conduzidos por discursos que manipulam, distorcem e promovem escândalos — resultando não em conversões genuínas, mas no esfriamento de corações. Jesus já alertava: “Por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará” (Mateus 24:12). Diante desse cenário, urge recuperar a postura dos crentes de Beréia, descritos em Atos 17:11, que não aceitavam qualquer ensinamento sem antes confrontá-lo com as Escrituras. A fé cristã, portanto, não é fideísmo cego. É racional, histórica e profundamente ética. Desde Agostinho e Tomás de Aquino até Pascal, Kierkegaard e Chesterton, vemos que o cristianismo verdadeiro nunca teve medo do pensamento, da filosofia ou da dúvida honesta. O Evangelho não é produto para consumo — é chamado à vida transformada.

E nós, que atuamos no campo do direito penal, sabemos com clareza que justiça não se constrói apenas com códigos e tribunais. Ela nasce da dignidade reconhecida, da restauração possível, da esperança cultivada. É nesse sentido que o papel das igrejas se mostra indispensável: elas reabilitam onde o sistema apenas pune, acolhem onde o Estado abandona, oferecem amor onde só havia rejeição. Defender a liberdade religiosa, portanto, é defender um dos pilares da democracia, dos direitos humanos e da justiça social.

Por isso, reafirmamos com firmeza: Deus existe — e isso muda tudo. Como disse Dostoiévski, “se Deus não existe, tudo é permitido.” Mas Ele existe, e por isso tudo tem sentido. Reconhecer sua presença, respeitar as instituições que o servem com verdade, e exercer uma fé crítica e fundamentada são atos não apenas de devoção, mas de responsabilidade histórica e ética.

Inserida por alantrindade

⁠A maior riqueza do mundo está ao lado de quem sabe enxergar o valor real do amor e o sentido da vida.

Inserida por romario_marques

⁠Quem vive apenas para si acaba criando um vazio dentro de si.

Inserida por I004145959

⁠Quem nunca perdeu, nunca se achou.

Inserida por I004145959

⁠Quem somos nós para arrotar lições morais?

Inserida por I004145959



Não comete erro quem abre o coração,
Pois erro é sufocamento.
Não devemos viver de sentimento,
Mas não devemos anular o sentimento.
Não cometa o erro de não falar
O que está em sua alma.
Fale ou este silêncio te levará à morte!

Inserida por alexsandre_soares

⁠"Quem teme a morte
É so cavar um buraco
E se enterrar vivo"

Inserida por chaos4455

⁠As nossas escolhas são retratos, registros, reflexos do que há em nossa alma. Quem escolhe o mal é porque não acredita no bem. Mesmo que diga que acredita, o desacreditar já está impregnado em sua alma, pois perdeu a pureza.

Inserida por alexsandre_soares

Ler é nao se tornar ferramenta de quem produz ferramentas para dominar a tudo o que respira

Inserida por LuizHenriqueToledo

⁠Ouvindo quem fala sem pensar, aprendemos a valorizar o silêncio. Com os esbravejadores aprendemos a ser tolerantes. Pessoas nocivas nos ensinam a importância de ter um bom coração. A bondade quando expressa compreensão traz confiança, quando habita o pensamento preserva a solidariedade, quando é verdadeira alimenta os afetos. A compaixão é uma importante parte da bondade, e revela as boas intenções a partir das finalidades que deseja alcançar, e quem é indiferente a isso tem sério problema de caráter. Devemos acreditar na bondade sem disfarce, desvendar as pessoas sem máscaras, para fortalecer a confianca precisamos acreditar no sorriso que faz melhorar o dia, nas palavras que transformam tristezas em possibilidades. Não devemos nos cornformar em sermos somente bons, ou nos limitarmos apenas à caridade, precisamos nos imbuir em proporcionar realidades em que seja possível exercitar a bondade irrestrita. Afinal pessoas boas são feitas para a felicidade, para o perdão, para a paz em todos os sentidos, para a gratidão... Pessoas boas existem para melhorar a existência das outras, para dar vigor às boas relações entre uns e outros, para simplesmente melhorar o bom viver. Pois a honesta oferta vem da espontaneidade de um coração livre de conflitos e completamente cheio de purezas nas sua atitudes e muito amor verdadeiro, e nasce antes mesmo que qualquer pedido seja feito, sai da percepção das necessidades alheias. A caridade é um fortificante alimento que doamos às pessoas sem que precisam nos pedir ou implorar, e não vez por outra, mas constantemente para saciar as as pequenas e simples vontades de quem precisa e não tem tempo para esperar.

John Pablo de La Mancha

Inserida por JohnPablo23