Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

Cerca de 308847 frases e pensamentos: Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

⁠Não coloca pedra no seu próprio caminho, ajudando um amigo no qual foi imparcial em uma injustiça cometida por um ex-amigo desleal e que são amigos.

Inserida por valdirene_pereira

⁠entre as pedras, a mais perigosa delas é a pedra oculta. Aquela bate e esconde a mão, a mão de pedra.

Inserida por lasana_lukata

🔥
Você me fez em labaredas,
lava quente a virar pedra ao escorrer montanha abaixo.
Algo tão quente, que por tanto calor eu me calo.
A boca seca e as pernas tremem, aquele frio na barriga danado.
Logo a vergonha de tí me acha.
AHHHH, fico bem atordoado.
Ao imaginar nós dois sozinhos,
em qualquer lugar deste espaço.
Se me disser não é pra tanto,
Tá ok, mais confesso que te amo..."

#❤

Inserida por DiegoSousaSouza

Não se pode tirar leite de pedra.
Mas se ⁠esmagar a pedra ao máximo vai transformá-la em areia e aí pode construir sua própria ordenha e ter o leite que quiser.

Inserida por anapaulafing

Cansaço é EXAUSTÃO de si mesma sendo, vivendo; ainda persistindo em sobreviver na Selva de pedra, sem ser devorada pelos leões algozes. ⁠

Inserida por servamara

⁠Pedra do mato

Estou endurecido
no mato!
Levaste a minha voz,
não durmo mas
passo toda noite
a ouvir
o vento da tua voz !
o meu rio desaguou
no foz das sobrancelhas
dela.

O colchão enxuga
toda angústia
a dia que penso em tirar
a minha vida ?
não quero viver
longe do sopro da tua era
vou matar o sol
com a luz da temperatura
o meu coração pica
tanto
me embriaga
com as tua canções
de amor .

Me tornei estrangeiros
no mato do teu amor
Não fala muito
só uma palavra ,tua pode
Rover a estrela mas brilhante
do universo...

romântico eke roma
segundo ela poeta falso
poeta já morrem mas.

Inserida por Poeta_Falso

⁠"A humanidade se acha grande coisa. Os dinossauros eram gigantescos e bastou uma pedra para eles serem varridos da face da Terra"

Inserida por Vogelfrei

O que é?Que é duro como uma pedra,duro como rei e duro no seu coração?R:Ramsés.

Inserida por RUBENSPARANHOS

As fontes negativas vão nos atingindo, como gotas de água em pedra que em algum momento perfuram.
É a vida!
Os fracos sucumbem.

Inserida por janete_miranda

⁠O jogo

Se acerto, movimento a pedra do jogo.
Se erro, prossigo, penso, tento de novo.
Assim foi, é e para sempre será.
Eu só não posso parar de caminhar.

Inserida por Marilea1947

⁠Eu pedi a Deus um coração de pedra, pois coração de pedra não sente nada. Não sente dor, tristeza, angústia, rejeição, saudade, raiva, mágoa, não sente nada. Mas Deus me disse que em coração de pedra ele não entra... Então mudei de idéia pois onde Deus entra, entra amor entra paz, entra alegria, entra esperança onde tem Deus tem tudo!!!

Inserida por priscila_Ldss

⁠Imaginação Lilás.

Eu estava ali entre as “Ave Maria” e o céu ventania calma.
Entre uma pedra e outra do meu rosário.
Ressuscitei a lembrança genuína de seu rosto na minha memória.
Sentir uma saudade da mocidade quando tinha sua idade, e de agora nossa curta história.
Nada é tão perfeito como ficar te olhando através de uma lembrança.
Como se morássemos em polos diferentes, ainda não!
Seu corpo pequeno, cabelos longos e sorriso largos me transcende.
Agora estou no colo do silêncio e meu pensamento te procurando em algum canto da cidade.
Tento convencer todo meu ser a esquecer o seu doce olhar de mulher menina...
Eita! Noite linda e calma que meus anjos te traz a sua beleza enfeitada de saudades.
És tu luz lilás? Mesmo que eu não quisesse meu coração fartaria, a caso pensasse em te esquecer...
Se pudesse agora pular das nuvens do próprio pensamentos e afundar nessa beleza,
Desse pequeno espaço da realeza que habita em ti...
Já que é proibido nossos olhos ficarem fixos e podem se perderem.
Aconselhou-me Rubem Alves um senhor chamado “tempus fugit”...
Pedir meu anjo que a beijasse para eu saber de que flor é tirado seu mel.
Com unhas minhas plantarias jardins eu cultivaria flores e mais flores lilás,
Para que seu doce seja eterno na boca desse insignificante autodidata escritor.
Um beijo sonhado por um pobre cultivador de palavras,
Que caminhas desoladamente a ver a lua e o sol dentro da mesma estrela.
Faz silêncio alma boa e respira, silêncio e inspira...
Veja metamorfose se movendo nas ondas sonoras do silêncio composto por dois corações.
Faz silêncio alma boa e respira, silêncio e inspira...
A única canção que duas almas compõem sem mesmo se tocar é o destino.
Faz silêncio alma boa e respira, silêncio e inspira...
E delicadamente seus castanhos faz chover o meu verde petróleo nos campos que a vida ensina.
Faz silêncio alma boa e respira, silêncio e inspira...
De bobo e alegre ainda continua dando asas à imaginação como sua única fiel namorada...
Ele sorrir com ela nos pensamentos, e sua boca cheia de riso que ilumina as suas preces...
Tudo Solenemente ela existe para enriquecer suas lembranças.
Ele a Ama assim como a vida ensinou nos campos, de longe!
Primeiro ele ama a terra ele ara sol a sol, arde lilás,
Segundo momento ele olha o céu lilás e percebe a primeira chuva,
Lança as sementes e ele espera, espera sem se cansar...
Faz seu cafezinho, escuta a previsão do tempo no rádio...
Abre a janela ė manhã lilás, o sol brilha e sua plantação florida e sorriso na calma.
Ele colhe de uma estação a outra os grãos com olhos cheios de afeição.
É assim que ele a ama de alma e coração.
Quando ela não está por perto, ele a inventa na sua imaginação lilás...
28.12.2021

Inserida por Itaoe

⁠"Muitas vezes focamos tanto na pedra que nos derrubou.
Que nos esquecemos da mão que nos pôs de pé."

Feliz 2022,Deus abençoe.

Natanael Bonifácio

Inserida por Natanaelbonifacio

Quando alguém atira uma pedra, e outro alguém, a atira de volta. Se faz a guerra !
Quando a pedra atirada, permanece no chão...
...ali também vai ficar, o espírito de vencedor, de quem atirou a primeira pedra !

Inserida por VagnerSSajo

⁠Achavam que ela era feita de pedra e era mesmo. Os golpes duros disparados contra ela não a quebraram como esperavam, mas conferiram-lhe a forma que todo diamante lapidado deve ter.

Inserida por ednafrigato

A vida

⁠A vida não espera
Você passar a limpo
O hoje
É a pedra mais preciosa
Que não se encontra em garimpo

A vida nos dá a opção
E nós temos as escolhas
Nós somos alunos
E a vida professora.

A vida as vezes judia
Mas você tem a opção
De se agarrar na alegria
Ou de mergulhar na solidão.

A vida te dá o que você planta
Se plantou o bem
O mal pode vim
Mas nada adianta.

A vida é breve, passageira
Não se ache imortal
A conta chega
E a morte é certeira.

A vida é bela e preciosa
Não perca o sabor
Viver
É sensação mais saborosa.

A vida é cada amanhecer
Agradeça todos os dias
A oportunidade
Que você tem pra viver.

Inserida por oziasbarbosa

⁠Vou-lhes revelar a única verdade concreta: cimento, areia, água e pedra.
E, assim mesmo, sujeita às intempéries!

Inserida por SAINTCLAIRMELLO

⁠Por mais que eu pense em desistir
Minhas forças me revoga a seguir
sobre diversas pedra de desânimo
venho construindo meu castelo de persistência
Sou minha própria força
sou meu próprio Eu
Amanhã e sempre guiado por Deus...

Inserida por JonataNunes

⁠"A cada nova manhã somos enviados à morte nesta selva de pedra em que vivemos.
Nem durante a noite estamos livres dela (morte).
Este é o destino ao qual estamos fadados.
Mas há muita vida neste percurso e somos agraciados com visões paradisíacas vez por outra.
O encanto e a beleza estão muitas vezes escondidos, assim como o ouro e o diamante inexplorados.
Existem pessoas encantadoras no nosso trajeto e da mesma forma as más (Estas não precisamos procurar muito)."

'Põe-me uma mesa, Senhor, na presença dos meus amigos (Só os verdadeiros) e nos fartaremos nela.'

Inserida por Avanildo

[A PAISAGEM NO ESPAÇO-TEMPO]


⁠Neste momento, contemplo uma paisagem. Há uma pedra no caminho (subitamente me lembro do poema). Ela é antiga como a Terra, mas isso no momento não importa. De qualquer maneira, é bruta, jamais trabalhada pelos homens de qualquer tribo ou civilização, Atraído pelo ruído suave das águas (ou terei imaginado isto?), meu olhar volta-se subitamente para o pequeno rio urbano, canalizado em meados do século XIX. O encanamento, contudo, já era naquele momento a substituição de um outro, construído vinte e oito anos antes (cheguei a ler o documento que registra o primeiro plano de captação, em um velho arquivo público). A atual calha que contém o traçado do rio, para evitar pequenas enchentes nos dias chuvosos, ali está desde meados do século XX, mas sofreu reparos recentes, por causa das olimpíadas de 2016.

O rio tinha seu nome tupi-guarani por causa dos papagaios que nele vinham se alimentar desde os séculos anteriores, mas a poluição das últimas décadas do século XX já os afastou há muito. Todavia, foram substituídos por aquelas garças, de dieta alimentar menos exigente, que vivem em um zoológico mais distante. Há uma árvore, duas, três, e mais, nas suas margens, sendo que cada uma tem uma idade diferente. Cada uma delas canta a sua própria imponência, na minha imaginação. Mas sou despertado deste devaneio por um outro ruído, este de verdade. É um rolar maquinal, que adentra a paisagem sonora como uma dissonância. A muitos e muitos passos do rio, há uma abertura para o chão. O metrô tem 25 anos, mas aquela estação foi agregada há apenas três anos, e agora oferece aos passantes a sua entrada. Entre ela e o rio enfileiram-se edifícios de diversas idades, de cada lado da rua asfaltada (com exceção de um curioso trecho de paralelepípedos, talvez esquecido pelas últimas administrações públicas).
Há também uma casa muito antiga, do início do século passado. Terá sido tombada? Sobrevive. Alguns automóveis, há muito eu não via um opala, movimentam-se discretamente na rua de mão única. Formam um pequeno fluxo. Seguem por ali, em meia velocidade, e logo vão desaparecer sem deixar vestígios. Por enquanto, todavia, fazem parte do acorde visual da paisagem. Registrei tudo, em minhas anotações. Mas agora me dirijo ao Metrô.

Ao entrar naquela estrutura moderna, que por sobre trilhos me conduzirá através de um conduto contemporâneo tão bem incrustado em uma pedra de milhões de anos, anterior ao surgimento da própria vida sobre a Terra, espero chegar em vinte minutos ao centro da cidade. Ali, naquela alternância de avenidas asfaltadas e ruas estreitas, por vezes talhadas em paralelepípedos, novos acordes de espaço-tempo me esperam. Sem ânsia maior de me mostrar a superposição de cidades que escondem e revelam, eles me indagarão, como se ressoassem do fundo de um verso: “Trouxeste a chave”? A todos perguntam a mesma coisa, indiferentes à resposta que lhe derem .

Já me demoro demais. Andar pelo espaço é viajar pelo o tempo. Retorno, será mais seguro, à reflexão histórico-geográfica


[extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p. 59-60]

Inserida por joseassun