Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

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A estupidez e o grito, são as armas de defesa, de quem não tem argumentos.

Educação, respeito e honestidade, são valores tão nobres e difíceis de encontrar, que quem os têm, não os vedem, mas os oferece gratuitamente.

Inserida por paduadesousa

Muito além do meu umbigo há um mundo interessante...
Há vida em profusão,
há quem tem muito a me ensinar,
há quem eu preciso estender a mão...
Há muitos talentos, muita cultura...
Muito além do meu umbigo
é possível ver que quase nada sei
da difícil "arte de viver".
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

Quem tem um bom coração
pode sim se entristecer com algumas ingratidões...
Mas que isso não seja motivo para se deixar abalar
naquilo que há de melhor em sua essência.
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

⁠Tem dias que até as minhas cicatrizes ardem, principalmente quando lembro do peso de ser quem sou.

Inserida por arcaismos

⁠O poder é tirano,

pra quem não tem

sabedoria para

lidar com ele.

Inserida por paduadesousa

Quem chamas, já não existe,
Quem chamas, já não existe,
Quem chamas, já não existe,
Agora já não é - alguém
Quem chamas, já não existe,
Quem chamas, já não existe,
Quem chamas, já não existe,

Neste funeral de mentiras.

Inserida por edgarsacadura

⁠És o que és, porque queres ser o que não sois... eu diria mais, Sois o que sois, porque queres ser o que não és.

Inserida por RobertoBy

⁠Quem sou, quem fui, quem serei

Fui primeiro, fui últi mo, fui produto do meio.
Continuo na fila, não sei que posição larguei.
Escroto, medonho, covarde.
O sonho, o anseio, vibra, dói, arde.
Hoje é cedo, ontem escreveu, amanhã pode ser ou não ser tarde.

Fui preconceito, também tratado desse jeito.
Menosprezei, desfiz, fui menosprezado, quebrado nariz.

Malandro, relapso, vagabundo.
Também um sentimento de pai, profundo.
Insensato, inseguro, agredi meu caráter.
Paguei caro, um jogo milionário.

Achei que poderia fazer, organizar, da familia fazer diferença.
Não sabia, da estripulia, a história, geração e memória, um preço pagaria.

Fui crime, fui fraqueza, fui a natureza ordinária.
Talvez não conhecia desse tribunal, impiedosa avareza, que se vale da fraqueza, profundamente, esmaga a gente na medida binária.

Fui torto, fui direito.
Olhei pra trás, pra frente, mundo Brasil perfeito.
Eu cordeiro manco, manchado, jamais aceitado, por este mundo de efeito.

Enfim, assim, se a colheita está plantada em mim.
Amigo, este mundo perfeito, sacie e boa sorte, vida sim.
Hoje, do começo, meio e fim.
43 anos morrendo.
A esperança nascendo.
Tanta ambição.
Frustração.
Não vou ser ingrato.
Um dia, também e exaltação.
Amanhã não sei.
Ontem um livro que não desvendei.
Hoje o contentamento, uma no grau, uma bolacha água e sal, nada mais sei.

Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

“Não entendo essas pessoas que sorriem de mais, quem elas querem enganar com aqueles sorrisinhos falsos? A mim que não vão.”

Correr atrás daquilo que faça seu coração vibrar, ficar perto de quem te quer bem.

Não vive verdadeiramente
quem canta vitória sem ter conquistado coisa alguma,
nem quem desiste do jogo
só porque conhece suas enormes chances de perder.
As vitórias e as derrotas têm de ser vividas,
não apenas presumidas.

Quem diz que me entende nunca quis saber.

Baixou a cabeça como quem vai chorar. Mas não choraria mais um gota sequer, decidiu brava. E contemplou os próprios pés.

O mundo é de quem não sente. A condição essencial para se ser um homem prático é a ausência de sensibilidade. A qualidade principal na prática da vida é aquela qualidade que conduz à acção, isto é, a vontade. Ora há duas coisas que estorvam a acção - a sensibilidade e o pensamento analítico, que não é, afinal, mais que o pensamento com sensibilidade. Toda a acção é, por sua natureza, a projecção da personalidade sobre o mundo externo, e como o mundo externo é em grande e principal parte composto por entes humanos, segue que essa projecção da personalidade é essencialmente o atravessarmo-nos no caminho alhieo, o estorvar, ferir e esmagar os outros, conforme o nosso modo de agir.

Para agir é, pois, preciso que nos não figuremos com facilidade as personalidades alheias, as suas dores e alegrias. Quem simpatiza pára. O homem de acção considera o mundo externo como composto exclusivamente de matéria inerte - ou inerte em si mesma, como uma pedra sobre que passa ou que afasta do caminho; ou inerte como um ente humano que, porque não lhe pôde resistir, tanto faz que fosse homem como pedra, pois, como à pedra, ou se afastou ou se passou por cima.

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o escritório e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Não deve esperar um afago de volta
quem responde com um soco a um sorriso.

Neste mundo são os olhos de quem ama as flores que se abrem, as grinaldas acesas em um barco, sinos das escolas, uma paisagem, conversas inesquecíveis, amigos, o domingo de uma criança, as músicas prediletas, o vestido novo para a festa, a roupa favorita, o outono e todas as estações...

Quem nunca está só já não conhece mais a si mesmo. E quem não conhece a si mesmo passa a temer o vazio.

Quem ama precisa saber perder-se e precisa saber encontrar-se...