Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Doces memórias da infância
Do tobogã no ribeirão
Das pescarias de enguia
Do barreiro transbordando
Do meu irmão com medo dos trovões
Do segundo sol na chuva forte
Dos baldes de água na cabeça
Da minha mãe nadando
Dos ombros tortos
Do escorrego com o carro-de-mão
Da cicatriz
Das feridas não cicatrizadas
Da saudade
Das lágrimas
Da luz em meus óculos.
Querer-te todos os dias é sofrer a cada instante a tua ausência
Sentir na pele, o arrepio que vem da alma
Imaginar a cada sentimento meu, um desejo seu
De retornar ao tempo, ao qual estávamos juntos em pele
Recordo o poema que te compus
As noites em que te amei
Você tatuou o seu nome em mim, arquitetaste coisas às quais ainda não tive dimensões
Dimensões essas do espaço-tempo
Infinito desde as pirâmides do Egito...
Entrar pela “toca do coelho” pode te custar muitas experiências, mas o aprendizado e o encontro com a sua alma serão satisfatórios sempre!
O Eu se permite viver quando para de insistir em relacionamentos que alimentam tristeza, dor e julgamento.
O Eu se permite viver quando entende que a superficialidade das relações cotidianas são fundamentais para a proteção da individualidade.
O Eu se permite viver quando deixa de fazer o que é certo e começa a fazer o que faz sentido.
O Eu se permite viver quando desiste de sonhos que não alimentam mais a expiração.
O Eu se permite viver quando abandona a idealização da riqueza material como o ápice da sua maior conquista pessoal.
O Eu se permite viver quando entende que o amor pessoal se constrói com autocuidado.
O Eu se permite viver quando entende que errar faz parte da construção da sabedoria de uma vida sem manual.
O Eu se permite viver quando entende que olhar para trás é tão relevante para o futuro quanto planejar o próximo passo.
O Eu se permite viver quando deixa de fazer o que é certo e começa a fazer o que faz sentido.
O Eu se permite viver quando desiste de sonhos que não alimentam mais a expiração.
O Eu se permite viver quando entende que olhar para trás é tão relevante para o futuro quanto planejar o próximo passo.
O Eu se permite viver quando para de insistir em relacionamentos que alimentam tristeza, dor e julgamento.
O Eu se permite viver quando entende que a superficialidade das relações cotidianas são fundamentais para a proteção da individualidade.
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