Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Às vezes, eu simplesmente olho para Deus e digo: obrigado. A vida pode não ser fácil, mas sou abençoado além do que posso imaginar.
Se disser que a amo
Sou um criminoso e devo morrer por amar
Porisso o meu amor por ti eu escondi entre os versos desses meus poemas que irás queimas por desprezo teu
Pois os poetas não nasceram pra amar neste tempo
Meu amor por ti eu silenciei comigo o levarei
Quando repousar
Nesta vida não a mais lugar para os poetas que se apaixonam
Porisso aprisionei o meu amor como minha sentença pelo crime de ti amar.
"Eu não tercerizo a minha insanidade, nascido no Submundo e nunca renego o meu lar. Eu não sou onde ou o que nasci e pareço... Eu sou o momento e mudarei no próximo... Não tente me escrever com as suas palavras, você não é o autor da minha história."
Salvo
Se todas as pessoas me disserem que eu não sou salvo! Eu simplesmente pergunto "Você é? Como é que eu não sou e você é" Complicada situação!
A prova que o crente peca está aqui!
14 Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. 15 Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. 16 E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.
17 De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.
18 Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.
19 Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. 20 Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.
21 Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. 22 Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;
23 Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.
24 Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?
Romanos 7:14-24
Eu sou o osso que trinca da mão do pugilista. Para o detetive uma pista. Minha doutrina é alquimista. Vivo entro sorrisos e vistas, acasos e sinas, você pode até chamar de loucura esse desapego a vida dura. É porque eu fortifico a estrutura, reintegro o que nos funda, avalio o que circunda, conecto o que semeia, é tipo saber que o ouro vale menos que o mel de uma abelha. Seres viciados no prazer, mas se não fosse isso qual o incentivo para viver? Estou cansado dessa parafernália. Esgoto a céu aberto, torres de concreto que nos tornam objetos. Francamente, é tudo uma questão de plantar e regar a cemente, quebrar as correntes que nos prendem e reatar os laços que nos rendem. Na sociedade, o lema é cada um com os seus problemas, cá estou eu com meus dilemas. Pintando o céu cinzento com as cores de safira, olhares se cruzam na vida. Sonhos e suas expectativas. Vale o lema: “também morre quem atira”. Aceno a bandeira branca em missão de paz. E se não houver acordo, utilizo utilizo armas que provocam perfurações e cortes profundos. Lutar pela vida é saber como viver. Aprender com cada ato que nos faz entender. É assim que resolvemos: uma conversa entre eu e você nos fará entender. Não tem briga quando a humildade habita. Procuro em sílabas maneiras de curar feridas.
Desconheço...
Sou eu poeta?
Cenário dolente...
Embora me divirta...
Aqui, coração que andou entre os homens, arranco...
Ando à deriva na fonte de muitos olhos...
Movendo-me aqui e agora entre contornos vivos...
A minha prisão de viver são perfumes de pecado...
A grande inteligência é sobreviver...
Entre o murmúrio dos esgotos...
Rotina...
De longos braços estendidos...
Velhos desejos recalcados...
Espantos e receios...
Escondidos em leitos sangrentos...
Disfarçados em diálogos sonolentos...
Provisórios dias do mundo a ti pergunto:
Sou eu poeta?
Desculpai-me esta face...
Serei eu só mais um fantasma de tudo?
Sandro Paschoal Nogueira
Acordei assim:
Eu sou lúcido na minha loucura, permanente na minha inconstância, e na minha comodidade.
Escrevo a realidade com alguns sonhos, enxerto sonhos em cenas reais. Choro lágrimas de rir e quando choro pra valer não derramo lágrima nenhuma.
Amo mais do que posso e, por medo, talvez!
Amo mais do que sou capaz. Eu tenho costume buscar o amor pelo prazer nas paisagens e raramente pela alegre frustração de um chegar ou de um sair, acho que entende o que quero dizer.
Quando me entrego, me atiro e quando recuo jamais volto. Mas não me leve a sério, sei que nada é definitivo. Nem eu ou o que penso que eu sou.
Nem nós ou que a gente pensa que tem.
Bebo porque só me aceito embreagado, fumo pra enganar a ansiedade e não aposto em jogo porque não gosto. Tomo um café pela manhã, almoço… sim mas gosto de me alimentar daquilo que penso.
Também falo muito, geralmente quando não estou embriagado. Rsrsrs … Sabe nem sempre o que você quer saber. Eu sei! E assim é realmente a vida. Hoje eu estou embaixo e amanhã, como estarei?
Eu sou um prisioneiro do Progresso desleixado sem amor
Assassino da simplicidade
Que destrui a beleza que existia numa vida calma feliz
Com a ganância maldita
Ah tempos!
passado dos poetas estes admirados
Dos romances e os apaixonados da casinha de barro do homem do campo que sobrevivia somente com o necessário
Onde a vida era simples humilde e boa e sem vaidade
Sou prisioneiros do Progresso irritante e apressado sem tempo pra vida pro amor
Estou sentenciado a esta prisão de cidades asfaltos e muros
Desse barulho infernal
Que anuncia um futuro desgastante que se Deus quiser não farei parte.
Eu digo que sou louco porque rasgo dinheiro mesmo...
É, mas isso não é loucura, isso é sabedoria!
E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me. Marcos 10:21
Nunca quis ser mais duque ninguém,
Mas sou melhor duque o eu de ontem, e o eu de hoje, é inferior ao eu de amanhã.
Eu sou romântico...
Dou carinho e trato bem, mas na hora de fazer amor, eu só não gosto de muito requinte e sutileza.
Após o primeiro beijo, o romantismo fica embaixo da mesa...
Farei de você o meu banquete e eu serei a sua sobremesa.
Quando o prazer nos fizer por satisfeitos, dou-te carinho e beijinhos de ursinho.
"Toda vez que sua mente se incomodar com qualquer coisa
Diga para si mesmo:
Eu não sou refém do prazer!"
Eu sou
Eu sou um vaso que alguém derrubou propositalmente de uma estante... Minha alma são os cacos; cada fragmento de porcelana é uma parte de mim. Confusos, embaralhados e quebrados.
Eu sou como o último gole doce de um café, tão doce como o mel, e o primeiro trago de um cigarro barato, amargo como o fel...
Eu sou um oceano violento, um vulcão em erupção. Eu sou como a primeira gota de orvalho, eu sou como a neve em dias quentes.
Eu sou, eu sou, eu sou...
Estou a um passo do paraíso
Não sei se eu posso suportar
Sou pecador, pai, aviso
Misericórdia na hora de julgar a mim…
Eu sou essa mulher que sobrevive aos dias de dor até alcançar a vitória.
Eu sou forte igual ao rochedo, igual as ondas do mar e também sou frágil como a nuvem que parece algodão, e que se desenha no céu, ganhando formas de anjo, de pássaro, de coração. Eu sou essa menina que o tempo amadureceu, mas que ainda não cresceu.
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