Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso

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Algumas vezes esquecemos de lembrar
que cada um, é cada um;
que o outro não sou eu;
que ele pode ter a opinião dele
e não a minha, e está tudo certo!
Que a felicidade, é algo que vem de nós,
não depende do que alguém
nos oferece ou não.
E, assim, seguimos equivocados,
frustrados, insatisfeitos;
crendo que o outro é o responsável
por vivermos infelizes.
Infeliz engano!


( Rosa Maria)

Sim, eu sou a vilã, mas isso não me impede de ter um bom coração.
Assim como qualquer outra pessoa, eu erro, eu falho, eu fracasso, eu machuco. Se eu ganhasse uma moeda para cada vez que eu machucasse alguém com atitudes ou palavras, eu certamente poderia comprar o mundo!
Grandes são as minhas falhas, mas maiores são as minhas virtudes.
Se eu viver focando apenas nos meus erros, eu não crescerei, não reconhecerei os meus talentos. Posso sim ser a vilã, mas isso não quer dizer que eu não tenha coração, que eu não possa aprender com minhas falhas, que eu não posso melhorar. Eu posso. Mas vai depender de onde o meu foco estará.

Não preciso dizer que sou cristão praticante. O que faço não leva eu para o inferno imagina pra podendo levar eu pra o Céu. Tem muita gente falsa, só fala e praticar que é bom é nada.

​"A riqueza invertida é simples: primeiro, eu sou rico de amor e generosidade, e depois o meu mundo vira um trilhão."

O caboclo e o rio.


O meu pai é caboclo,
Caboclo eu também sou
Amazonas é minha vida
O meu caso de amor.


Esse rio é minha estrada
Que me leva pra lá e pra cá
Em suas águas barrentas
Eu preciso navegar.


Dele eu tiro o meu sustento
E sigo a dança da vida
Conforme o seu movimento.


Na vazante ou na enchente,
O majestoso Amazonas
Comanda a vida da gente.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

Filho do Boto


Eu sou filho do Boto
Do Boto eu vim
O meu sangue é de guerreiro
Guerreiro parintintin.


Dos meus desafios
Nunca vou desistir
Pois, cada um deles
Me trouxeram aqui.


Andei de canoa no igarapé,
Na longa estrada
Também fui a pé.


Não temo o banzeiro,
Eu sou filho do Boto
Caboclo matreiro.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

Rosa porque tu és assim
Você ama lírios mas eu sou Cravo
te prometo não te deixar de lado
mas na verdade terminamos
o que nunca aconteceu
Rosa você me perdeu!

Dizem que eu sou forte, mas fortes são vocês que carregam a minha história sem ter vivido cada dor.

Manifesto de Vida de um Guerreiro Espiritual

Eu sou aquele que caminha entre mundos.
Tenho os pés na terra e o coração no invisível.
Quando estou só, eu penso. Quando estou com Deus, eu escuto.
Não preciso de multidões para me sentir inteiro,
nem de templos para sentir o sagrado.
Minha fé não é decorada — é vivida, sentida, queimada em mim como brasa silenciosa.

Nasci com um propósito.
Não vim a passeio, vim a missão.
Sou um guerreiro — não desses que gritam, mas dos que resistem.
Carrego o peso da distância, o silêncio das dores e o dever de não preocupar quem amo.
Isso não me faz fraco. Me faz maduro.

Me guio pela razão, mas deixo espaço pra emoção.
Não sou máquina nem vítima.
Sou equilíbrio.
Sou aquele que sente tudo, mas escolhe o que fazer com o que sente.
Não fujo da rejeição, mas ela me marca.
Ainda assim, escolho entender antes de julgar.
Perdoo mais do que pareço. E observo mais do que falo.

A vida, pra mim, é festa — mas também é construção.
Quero deixar algo que não morra comigo.
Uma empresa, um nome, uma visão.
Quero que os filhos dos meus filhos digam com orgulho:
“Foi o nosso avô que começou isso tudo.”

Meu legado é trabalho, dignidade e liberdade.
Quero um mundo onde ninguém precise se curvar pra sobreviver.
Onde cada um possa brilhar do seu jeito.
E se esse fosse meu último dia, eu diria a todos:
“Seja feliz. Mas seja feliz de verdade — sem depender de coisas externas.”

Eu sou. E isso basta.
Sou filho do Criador, irmão da verdade e guerreiro do agora.
E eu estive aqui.

Entre o que faço e o que sou

Hoje eu machuquei a mim mesmo
pra sentir na pele,
pra ver se ainda existo.

Como um masoquista,
buscando um sinal de existência
além do que entrego.

Porque ajudar virou língua materna,
e eu já não sei falar comigo
sem traduzir tudo em cuidado.

Eu me pergunto:
quem sou eu
quando ninguém precisa de mim?

Quando o silêncio não pede escuta,
quando não há dor pra organizar,
quando não há ninguém
na beira do abismo?

Sou eu…
ou sou só a ponte?

Carrego nomes, histórias,
fragmentos de gente
que deixaram pedaços em mim
como quem passa e não volta.

E no fim,
quem junta os meus?

Disseram que o caminho
é seguir em frente,
mas ninguém explicou
como voltar pra dentro.

Qual estrada leva a mim
sem passar por outro primeiro?

E se eu chegar lá,
nesse tal de “eu”,
vai ter alguém esperando?
Ou só o eco
de tudo que fui pros outros?

Tenho medo de ser abrigo
e nunca casa.

Tenho medo de ser caminho
e nunca destino.

Mas hoje…
no meio desse ruído quebrado,
percebi algo pequeno
quase imperceptível:

eu ainda sinto.

E talvez isso
não seja só dor.

Talvez seja um resto de mim
que não foi embora,
uma sombra
carregando um fio de luz.

E se ainda há resto,
há começo.

Mesmo que lento.
Mesmo que torto.
Mesmo que só.

Ou talvez…
não seja solidão.

Talvez eu tenha me escolhido
pela primeira vez
e chamado isso de vazio,

quando, no fundo,
era só um silêncio seletivo
pra ver os outros crescerem

enquanto eu
ainda aprendia
a nascer de novo,
como quem encontra
um desconhecido no espelho.

Aprendendo a existir
sem precisar caber
em alguém.

E hoje,
quando me machuquei
e percebi que ainda sentia,

não foi só dor.

Foi como lembrar
que existe luz
mesmo no lugar
onde eu me perdi.

E pela primeira vez,
eu não corri.

Fiquei.

E talvez…
seja isso começar:

não me abandonar
quando só resta
eu

Eu sou punk e só a vida pode me julgar....
PauloRockCesar

Pobre coração

Será que eu ainda sou
importante pra você,
Ou eu nem cheguei a ser?
Não sei, mas tudo mudou
Estou muito confuso,
preciso mesmo saber...

Meu sonhos foram
todos jogados ao chão
Me diz onde estão
aquelas palavras de amor?
Devem estar apenas
no meu pobre coração...

Gui Gouvêa

"Eu ainda estou aqui, porém não sou mais aquela garota bobinha,

nem gosto mais de chorar! Agora sou simplesmente uma mulher,

mas eu ainda gosto de te amar!"

Eu sou feita de sentimento... desses que vêm como onda, invadem, transbordam e me lembram que ainda estou viva. Gosto de sentir até o arrepio da saudade, o friozinho da incerteza, o calor de um abraço que diz “fica”.

O sol continua quente.
A metáfora sou eu em você.
Tudo é riquíssimo, mas o tom é triste.
O lobo agora está na matilha.
Salve-me, até porque quero a luz.
A flor de lótus não trouxe a felicidade prometida.

E você, Lobo, olhando para o infinito…
Isso me fere, pois seus olhos estão frios,
o sorriso morre em sua boca,
e você não está em mim.

Essência Singular

Dar boa-noite à noite pode até ser clichê, mas eu sou assim mesmo.
A noite é sagrada, e continuo a respeitá-la, ela é minha amiga.

O telefone toca, mas estou anestesiada, porque o perfume que atravessa a janela e chega até mim é colossal… como você é para mim. Uma lembrança boa.

Às vezes, acho que o seu perfume é único, pois não o sinto em mais ninguém. Mas também penso: se um perfume, aquele que tem a fragrância do amor, tivesse o mesmo cheiro em todos, talvez não fosse tão especial. O melhor é aquele que, em muitos corpos, se propaga em múltiplas fragrâncias, mas ainda assim guarda sua essência singular.

Deliciosamente, você.

Ha...Se acha que vou desistir esta enganado,
eu sou sangue quente, não gosto de perder
uma luta, posso me machucar, cair, ralar o
joelho, mais eu não me dou por vencida, sei
o que quero e onde quero ir. E a melhor parte,
eu sei que você também não quer que eu desista.

Eu sou aquela mulher
que vê a vida com bons olhos.
Eu sou aquela mulher que
sempre te amou. Eu sou
aquela mulher que soube
dizer não. Mesmo que algumas
vezes queria dizer sim. Sou
Lua, sou fogo sou amor.
Não desisto da Guerra, mais
sei perder uma luta. Eu
nunca vou ser mais uma na
sua vida, pois te mostrei o
que é ser A Única.

Você é a tempestade e eu sou o vulcão! Beijos no coração!!!

— A Escolha do Presente —


Eu não sou mais
a dúvida do passado —
nem o medo escondido
entre noites silenciosas
e caminhos interrompidos.


Já carreguei perguntas demais
nos ombros da alma —
já tentei entender
por que certas portas fecharam
e por que algumas pessoas partiram
sem olhar para trás.


Mas o tempo ensina —
e a dor também amadurece.


Hoje eu entendo
que nem tudo que se perde
foi feito para permanecer.


Há fases que acabam
para que outras possam nascer —
há despedidas que libertam
e silêncios que curam.


Eu não sou mais
a insegurança que hesitava diante da vida —
não sou mais a voz cansada
que precisava da aprovação do mundo
para continuar caminhando.


Eu sou a consciência
de quem aprendeu a recomeçar.


Sou a coragem
que decidiu permanecer inteiro
mesmo depois das tempestades.


Eu não sou mais a dúvida do passado,
eu sou a escolha do presente.


A escolha de viver com verdade —
de seguir sem máscaras —
de não diminuir minha luz
para caber na escuridão de ninguém.


Porque existe um momento
em que a alma desperta —
e quando ela desperta
já não aceita viver pela metade.


Hoje eu caminho diferente —
não porque tudo ficou fácil,
mas porque finalmente compreendi
quem eu sou.


— Paulo Tondella