Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
🌟 Afirmação Diária
Eu sou luz, amor e abundância.
Eu caminho em santidade e prosperidade.
Eu atraio homens íntegros que honram o feminino.
Eu sou a Terra em ascensão, plena e fértil.
Criado por: Jacilene Arruda
Você é meu pecado
E eu sou o seu pecado
É normal sentir saudades?
Sentir o teu cheiro em meu corpo?
Você me fala dos cabelos meus em você
Eu falo que sua boca é doce
Sinto como se você me elevasse
Posso ver anjos
Sinto como se fosse uma rosa sagrada e você me penetrasse a alma
Estamos iluminados por uma luz maior que nos guia
É como se o seu DNA se entrelaçasse no meu e descobrisse que somos partes primordiais um do outro
É como se eu tivesse uma espécie de déjà vu todas as vezes que estou em tua presença
Dizendo apenas sim, não conseguimos dizer não e apenas continuamos aquilo que já é infinito.
Você me diz que sou sua
Como posso te deixar ir?
Se você me chama de volta?
Se tens medo que eu vá?
Queres habitar-te em mim eternamente?
Te falo sobre os sussurros do vento, você me ouve e sorri
Como se pensasse:
Por que?
Você chama o meu nome, repetidas vezes
Eu apenas ouço:
Lua, Sol, Lua, Lua, Lua…
PEDAÇOS DE MIM. SOU ASSIM.
Através de inspirações sussurradas na alma, eu me desmorono, me reconstruo e vou renascendo das cinzas dos pedaços que ainda insistem em ficar em mim.
Escrever este livro foi um profundo mergulho em um período constante de desconstrução e renascimento.
Foi quando as frases afloraram e me fizeram ver que temos uma força superior que nos move a seguir em frente. O caminho tem muitos atalhos; basta seguir a bússola que Deus nos deu.
A força de se refazer em cada pedaço 📖
Lu Lena / 2026
Sou um renascentista
Talvez eu tenha nascido fora do tempo,
mas minha alma caminha pelas ruas de Paris.
Não as ruas apressadas do turismo,
mas aquelas onde a madrugada ainda cheira a vinho, tinta e papel.
Onde os músicos tocam como se o destino dependesse de um acorde
e os poetas bebem a lua em silêncio.
É ali que existo — entre o som e a palavra,
entre o piano e o abismo.
Sou um renascentista: músico, poeta, pianista.
Vivo entre o sagrado e o profano, entre o vinho e o verbo.
Cada nota que toco é um pedaço de mim tentando renascer,
cada verso, uma confissão que o tempo não conseguiu apagar.
Não bebo para esquecer, bebo para lembrar —
que a vida, como a arte, é feita de breves eternidades.
Quando sento ao piano, sinto Paris me ouvir.
Os fantasmas de Debussy e Ravel espiam por sobre meu ombro,
e o Sena, lá fora, parece repetir minhas notas nas águas.
O poeta em mim escreve o que o músico sente;
o músico traduz o que o poeta pressente.
É uma comunhão silenciosa entre o som e o pensamento —
a forma mais bela de loucura.
Ser renascentista é não aceitar a indiferença dos tempos modernos.
É crer que a beleza ainda pode salvar,
que o corpo é templo e o amor é arte.
É brindar com o vinho e com o caos,
com a esperança e o desespero,
porque tudo o que é humano é divino quando há música no coração.
Sou um renascentista.
Poeta, músico, homem que vive nas ruas de Paris —
onde o tempo se curva diante de um piano,
e o vinho se torna prece nas mãos de quem ainda acredita
que a vida é, acima de tudo, uma sinfonia inacabada.
Eu sou apenas um rapaz latino-americano,
Sem dinheiro no banco,
Sem parentes importantes.
Mas nesse instante,
Eu faço emergir todo o amor que há na terra,
Falo para aqueles, por aqueles e para ela...
Todo amor que há na terra,
Mas nem todo amor que possivelmente encontro
Em jantares à luz de velas.
Pois seu amor por mim vela,
Mas vela numa imensidão que me carrega e me leva,
Mesmo sem a sua percepção,
Que parece ser uma cor fraca na sua aquarela.
Nesse vazio demográfico, país tropical,
Todo mal cai por terra ao avistar o teu astral.
Me sinto preenchido, me sinto sensacional!
Sujeito de sorte: Ano passado eu morri,
mas esse ano fiz um cavalo de pau.
Não satisfeito, lembro de São João Paulo
E sinto a solidão original.
Se tua aquarela se estendeu ao ponto
De eu não tê-la totalmente decorada,
Então me abraça, me leve
E me faça da sua fantasia.
Fantasia que vem do Grego,
Mas se agregou ao Latim.
Se eu te amo, eu te vejo
E se eu te vejo, eu choro por ti
Porque se um dia precisar
Hei de regar, hei de cuidar do teu jardim
E enquanto não chega a morte, ou coisa parecida, ou coisa parecida
Aparecida, rogai por mim!
Eu — eu mesmo:
sou aquele que, de si,
tudo e nada sei.
O que não deveria saber,
ainda assim, sabendo,
de mim quero o bem.
As pernas perguntaram para a mentira:
— Por que dizem que eu sou curta?
A mentira respondeu, vaidosa:
— Porque eu não deixo você ir longe.
Mas a tecnologia entrou na conversa:
— Errado. A mentira não tem pernas curtas.
A mentira sorriu, aliviada:
— Finalmente alguém me defende!
A tecnologia se aproximou e sussurrou:
— Mentira, você não tem pernas.
Eu cortei todas elas.
E comigo…
você não vai a lugar nenhum.
Me tornei alguém, alguém que tem planitude de sua alergia. Será que ainda sou alguém? Eu queria ser você, que busca sabedoria, que tem ótimas amizades, que todos acreditam no seu bem-estar. Será que dar pra ser você? Eu não quero ser alguém, não ser você, mas eu. oque seria eu? Eu que leio livro em busca de entender algo, que sai por aí ansiando por um elogio. Será que gosto de ser eu?
Eu sou.....
[...]um homem que preza pela simplicidade e não vive de aparências, não tento agradar a todos, pois só digo que gosto de alguém quando é de verdade.
Não uso as pessoas e valorizo quem tem essa mesma integridade comigo.
Aprendi, com o tempo, que as palavras podem enganar, mas as ações sempre revelam quem as pessoas realmente são!
"Me perguntaram se eu era livre. Respondi: 'Sou escravo da liberdade'. E o que é a liberdade? É não ter preço, não dever favores e não se curvar para caber no mundo de ninguém. É o direito sagrado de escolher o próprio caminho, mesmo quando ele é o mais difícil."
Ginho Peralta.
Eu acredito que sou bom, mas não porque existe um Deus olhando os meus atos, e sim porque é o correto a se fazer. Não acredito que Deus seja um ditador ou um julgador das nossas ações, mas sim que Ele seja a nossa própria consciência. Nós mesmos nos julgamos como bons ou ruins, conforme os nossos atos.Por isso Jesus disse que seremos julgados da mesma forma que julgamos.
NAMASTÊ!"
Papo torto tipo escoliose
Essa mina louca tá querendo ibope
Disse a ela - eu não sou o bastante
Ele disse: “mas jhow você tem p grande”
Depois vai e vim, a gatinha vem sim, e diz que vai assim, para seguir sem fim
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