Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
De tanto amor dividido, me perdi nesse sentimento que arrebatou meu coração, me jogou na lona da paixão, sem pensar em mais nada, me tirou da solidão, olhando em seus olhos, disfarço e me perco em seu abraço, vendo aquela sua blusa preta com os botões abertos, provoca e instiga meus sentidos mais selvagens sem juízo falando besteiras em meu ouvido.
Segredos Seu & Meu.
A CHUVA
O dia é tão mais nobre. Nesse dia,
Rompendo o pulsar tremente...
E sobre o luminar, o sol ardente
É n'alma um beijar de alegria...
Lágrimas dispersam ardentia
Ao tempo, olhos de toda a gente...
Vida pós vida, completamente
Em ricas horas de infante magia.
No horizonte há pássaros ao hino...
Erguem-se o cantar, que pequenino,
Alegra-se ao silêncio do arrebol.
Ao dia dourado, despercebido,
Risos de esperança são concebidos
Únicos, perfeitos, ao glorioso sol.
Metalinguagem
Absorta nesse exato momento
Poesia é tudo que sei enxergar
Poetar é coragem, por hora tormento
Toda rima é inútil, infértil, vulgar
Poesia inerente, ecoa, irradia
Atormenta na noite, urge, faz levantar
Caneta em riste, “Lei Áurea”, alforria!
Imprecisas palavras, ressequido pomar
Confusa ao léu procurando sinais:
um “oásis” oculto nos vultos do dia
Bem no dia do “dia de todos os 'ais’ ”
Fracassar, quem diria, se fez Poesia
Clarice Sertã-Junqueira
Poesia que inundou meu pensamento.
Maio...
Mais um mês se inicia e o que tem de novo nesse novo mês?
A nossa esperança que reacende e brilha como nunca
O que tem de mais bonito?
As oportunidades que não podemos desperdiçar
O que tem de mais importante?
Os novos dias que Deus nos concede e que devem ser valorizados
O que tem de único?
O nosso tempo, ele não volta
O que tem de mais importante?
A nossa vida que nos permite desfrutar de tudo o que Deus tem guardado para nós...
Portanto, não são os momentos que nos definem, mas as escolhas que iremos fazer, os caminhos que vamos percorrer e as pessoas que resolvemos que nos acompanharão em mais esse mês... Que tenhamos escolhas sensatas, pois delas dependem a nossa felicidade...
Tu é coisa rara
E nem se compara
Nesse bando de alma rasa
Que insiste
Que profundo é razão
Nesse jogo de tanto faz
Foi que a gente se desfez e agora a gente dança
Nessa guerra pela paz
Nessa insana lucidez
A vida nunca cansa
Por que será?
Porque existe dor?
A dor serve para obtenção
De crescimento,
Lutas serão previsíveis
Nesse mundo veloz
Mas as vitórias das lutas
Serão dádiva de vencer.
De renascer.
Não quero ser precipitado
Muito menos te assustar
Mas é nesse teu sorriso
Que o meu beijo quer morar
A verdade, é que todos se encontram nesse mesmo barco, à deriva; e poucos, são os que conseguem sair desse naufrágio, segurando na mão de alguém... É preciso ser muito forte, para ser o pouco do outro.
Mente leve, corpo cansado
Como pude acabar nesse estado?!
Isso é drama, frescura,
Ou uma profunda loucura?
Se nada faz sentido então
Devo viver, ou não?
Viver é uma opção?
Tinha chegado ao limite. E é nesse estado que os acuados avançam e os medrosos se transformam em heróis.
O que a demais belo nesse universo é tudo aquilo que exala da tua beleza, que de sublime encanta o meu coração.
Intermitente
Saudade do presente
Não há, certamente
Porque, nesse tempo
Tudo é passado
Insanamente
Há quem transporte para frente
Mas como transportar para o inexistente?
Certamente, um demente
Num desarranjo mental
O enfermo morreu
Transpondo na faísca do presente
Um passado de futuro idealizado
Incólume da realidade externa
Não percebeu suas projeções
Resgatadas no sopro da vida
Imediatamente devolvidas ao passado
Falemos, então, dos vivos-ainda-vivos
Com a centelha do presente divino
Acessam os registros dos retratos do passado
E criam a expectativa de mais uma chispa para si
Dentre estes, os prudens
Detentores do elementar dos sábios
Em constante aspiração
Potencializam a expectação
Agora, falemos do hoje
O hoje não existe; alias, nem o presente
Quimera para unir a fagulha da vida
E os recentes registros do passado
A saudade… sublimes lembranças – mera abstração
Gatilhos à espera de um estímulo
A droga é liberada
Passa; surge então a abstinência
Os tempos verbais são artifícios
O passado, passou
O presente é um presente – é a centelha divina da vida
O futuro é a expectativa de um novo presente
Na eternidade, o permanecer cessa
Quando cessa a centelha
O retornar surge
Quando surge a centelha
Talvez sejamos vaga-lumes
A piscar numa constante
No apagar de cada instante
Infinitos flagrantes.
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