Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Não há Sol!
A Lua perdeu-se nos seus poentes ...
Quem me deu a consciência?
Onde está quem ma deu?
Para onde foi?
Do meu caminho se perdeu ...
Eu bem senti mas não parei ... que pena
... que vazio!
Porque dela me perdi eu não sei!
Não sei!
(Para Maria Flávia de Monsaraz)
O sobe e desce da vida
É o que nos da prazer
É mais difícil subir
E bem mais fácil descer
Quem sobe logo esquece
De quem ficou para trás
Subindo é só alegria
Descendo não satisfaz
A vida ensina subindo
E descendo muito mais
Por isso meu nobre amigo
Ouça bem o que lhe digo
No sobe e desce da vida
Bom mesmo é viver em paz.
Quem disse que você não consegue calcular onde uma moeda vai cair? Todos nós temos uma consciência do despertar que é capaz de realizar a força que precisamos exercer para andar, diversos cálculos complexos para andar de bicicleta, seu cérebro é mais incrível do que você imagina.
Antes de procurar perfeição em alguém procura o conteúdo em você, pois quem julga muita capa só consegue rascunho
É increvelmente!
como estranho ter e senti o toque de quem vc AMA,
é um momento único é seu e dele(A) é de vcs,
pq vc não sabe se vcs vão perde o contato a manhã
ou simplemente se um deixar de exestir,
então NÃO perde o seu tempo em uma discussão,
em uma briga de quem vai ceder,
ou em procurando como dizer que ama,as coisas podem ser sim mais facil,
ENTÃO SIMPLESMENTE NÃO COMPLICA.
Quem somos nós?
O ser humano por séculos tenta responder a esta pergunta.
A resposta é que nós somos tudo e ao mesmo tempo somos nada.
Somos tudo dentro de nossa consciência, dentro de nós mesmos.
Somos nada, pois todo nosso ser um dia morre e é esquecido pelo tempo.
A vida dá lugar à história
E a presença tornou-se momentos
Guardada está na memória
A vida de quem viveu sem arrependimentos.
Ainda agora enquanto fazia a barba me lembrava da figura do araque. Quem era o araque? Araque era tipo, a grosso modo, policiais genéricos. Deixa explicar melhor, certos indivíduos que possuíres de armas em casa que na intenção de guardar a residência, se defender de possíveis e potenciais bandidos de todos os lados, possuíam arma de fogo, com a mesma naturalidade como quem possuía um guarda-chuvas, o passado havia um certo abrandamento nesse sentido, pelo que vejo, não havia a exigência do porte de armas, qualquer um possuía em casa. Meu pai, inclusive, possuía uma, um três oitão, como se diz, popularmente, na gíria corriqueira, que diariamente polia, alisava com carinho, e punha óleo de maquinas Singer, para ta sempre calibrado, lubrificado na hora de atirar, hoje tenho a maior ojeriza a armas. Uma vez o vi atirando na rua, embaixo da calçada do vizinho, eram uma dez, onze horas das noite, pouco depois de fechar a venda, e o vizinho e o povo nem ai, era uma coisa banal de ver e ouvir, corriqueira, nada demais, perguntei: - Pai que é isso? Ele respondeu: - Bala fria! Depois eu soube que eram balas imprestáveis que podiam falhar na hora que precisasse. Mas, se não prestava era só jogar no lixo, mas, na cabeça dele tava jogando fora e aproveitando e treinando a pontaria, pratico! Mas, voltando a historia dos araques de policia, eram civis, possuidores de armas de fogo que pra não perder o dinheiro pela comprar do armamento de nenhum uso, ou uma vez na vida, graças a Deus, e por assistirem muito filme de ban-bang, certamente, sei lá, se ofereciam para ajudar os policiais de verdade. O comissário de onde eu morava, esse cargo deve ter sido extinto da policia, pois não ouvi mais falar, tinha uns cinco a seu dispor, que por questão de ética vou omitir os nomes, ou apelidos, iam buscar os malfeitores na unha, fosse onde fosse, bastava serem requisitados, o comissário e seus e esses bravos voluntários. E o mais interessante, soube que não ganhavam nada, serviço voluntario feito os dos hospitais, só que era atrás de bandido, algo mais dinâmico. Sei não hein? Duvido muito. Como é que o cidadão no conforto de sua casa e segurança, vai procurar sarna pra se coçar, sair trocando tiros por ai , se arriscando a morrer ou ficar aleijado, como se estivesse jogando vídeo-game. Só que tudo é muito real, ele lá. Pô do distintivo, na boa, fazia uma vaquinha, dava algum pros caras no final do mês, que davam a maior força, ali feito super homem, homem aranha, da TV, eram meus heróis de carne e osso, eletrizante, muito corajosos. Mas, sempre pergunto a policiais da reserva, insistindo em saber, sempre que tenho oportunidade e sempre me dizem, que, realmente, não ganhavam nada realmente, que os caras eram doidos mesmo, só pelo prazer da aventura, status, do que achava que é certo. Hoje vejo falar de milicas, policias de farda, agindo como se não fosse. Saudade desse Brasil mais puro e inocente de outrora.
Um dia feliz o e' assim : voce consegue falar com quem voce quer e fala com quem voce nao queria falar e ao termino do dia se da conta de que resolveu os problemas sem luta feroz ,por ter encontrado as palavras certas para se chegar ao proximo e isto lhe fez ter um dia feliz.
Quero dizer, foi você quem me ensinou o sinônimo de amar e todos os antônimos de odiar: querer, gostar, venerar.
Todos os dias de manhã quando eu acordava com o cabelo mais bagunçado que os sentimentos no meu peito, e você dizia como eu estava linda, tão linda quanto meus olhos naquela tarde de domingo quando me conheceu. Eu sorria, envergonhada. ''está maluco por falta de cafeina.'' Eu disse uma vez, e você com toda graça e maestria recitou pelos próximo vinte segundos uma ideia contra aquela. Sempre foi teimoso demais...como quando estávamos naquela biblioteca uma vez, e teimou em dizer que Fernando Pessoa não era tão bom quanto Carlos Drummond. Me emburrei. Bati o pé e disse o quão insano era por pensar aquilo, todavia sua citação aniquilou o meu argumento em menos de um segundo: Entre a dor e o nada o que você escolhe?
E eu que sempre tive uma resposta na ponta da língua me vi sem ela. O que você escolhe? As palavras rondavam em minha mente, como aquele vinil gasto e velho que costumávamos colocar para tocar.
Seus cabelos estavam caídos para o lado naquele dia, sua barba por fazer, usava o suéter xadrez que eu costumava roubar toda a madrugada, apenas pra sentir o seu perfume amadeirado. Sorri. Suas iris castanhas me observavam com atenção e céus, naquele momento eu soube... eu enfim soube o porque de vir ao mundo chorando, o porque de ter tantas cicatrizes causadas por amores rasos, rasos demais que me causavam dores por mergulhar de cabeça, o porque de ter caminhado por um longo tempo na estrada chamada vida, até um lugar denominado pela geografia de Rio de Janeiro.
Tudo em prol de conhecer você, naquela avenida movimentada e calejada do centro, com comerciantes gritando e pessoas apressadas para os seus trabalhos. Leite e mel pingaram dos meus olhos antes de dizer:
Eu escolho a dor. Se ela tiver o seu nome, sobrenome e endereço.
queda.
crush.
quem sabe um dia.
quem sabe os dias.
quem sabe a estação,
ou uma, ou várias.
primavera,
verão...
olha,
quem sabe de baixo,
parasitando.
no subsolo.
quem sabe?
aliás,
quem sabe o que não se sabe?
vai saber.
crush.
queda.
paixão.
queda.
súbita.
queda.
enquanto debatias
não menos caía.
não menos levantava.
“ROBERTA – FILHA”
Rauzi de Carvalho Pereira
Roberta
“Quem te viu sorrir, não há de te ver chorar”
Quem te viu de pé não há de te ver no chão.
Quem te viu lutar, não há de te ver perder.
Quem te viu caminhar, não há de ver estática.
Quem viu sua força, sabe do que você é capaz.
Quem te viu criar duas filhas, não se surpreenderá ao te ver criar três.
Quem viu sua luz, jamais te verá na penumbra.
Quem conhece seu amor, não corre o risco de conhecer teu ódio.
Quem conhece seu coração, conhecerá seu amor.
Só quem viu sua luz, consegue ver o teu brilho. Mas é só prá que quem consegue, Roberta!
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