Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais
A diáfana existência
de cada abelha
que se esforça mesmo
com todo o veneno
que neste mundo há,
ela traz a mensagem
do mundo para o mundo
que deveria buscar
como cada uma delas
cooperar, resistir
e sempre lutar para evoluir.
O coração que para
uns muitas vezes
se mantém calado,
por pura autopreservação
para não ser envenenado
por gente que vive
sem eira nem beira,
com o espírito esvaziado
e faz da bondade alheia
um campo para plantar
a marca da transgressão.
Cada abelha por todos
os lugares e rumo
à savana montanhosa
para produzir o mel
de acordo com o quê
lhe é proporcionado,
traz o signo daquilo
que entre nós já
deveria estar pacificado,
e por senso comum
deveria ser preservado.
O coração busca ser
deste jeito para
se resguardar de gente
que se perdeu, perdeu
ou deixou perder o quê
há de mais belo que
é a pureza da crença
no amor simples e original,
que é aquele que vê
sempre no luar a beleza
que encanta sem igual.
O luar ultrapassa
o tundra alpino
que mesmo
em degelo ainda
oculta solene
o multicolorido:
floral enamorado.
E sem conseguir
fingir o quê
estou sentindo
venho confessar
apesar deste
mundo esquisito:
que de nós não
ando desistindo.
Com devoção ando
buscando sinais
que me levem
todo o dia ao mais
terno dos abraços,
e quem sabe ser
só lábios grudados
nem que seja
por um instante
ou por sutil acidente.
De que adianta falar em golpe ou revolução? O quê de fato interessa mesmo para o destino do Brasil é o conhecimento dos conteúdos dos atos secretos assinados pelos ex-presidentes.
No alvorecer
deste mundo
por onde uns
se vão com
vida mesmo
sem se despedir,
Sou o silêncio
que ensina a viver.
Atitudes sempre
nos mostram que
novos caminhos
hão de existir
sob todas as luas,
fortalezas e ruas,
Sou a leitura
decidida a elucidar.
Das minudências
para quem as lê
com tranquilidade
cedo ou tarde,
todas elas surgem;
e jamais devem
ser ignoradas,
Sou a opção que
fez todas apreciadas.
Para não perder
o elã com a vida
por causa de quem
diz que buscar
o refinamento da alma,
e não vale sequer
uma vogal balbuciada.
Se não for para ser amada,
sigo sob a luz do ditado:
"melhor sozinha do que mal acompanhada".
Deixaram entrar alguns
itens de sobrevivência
e dignidade ali entrar,
Correto seria mesmo
de uma vez por todas
é deixar o General sair,
Porque ali nem deveriam
ter permitido ele ficar.
[Liberdade! Liberdade!
Liberdade doce liberdade
Onde é que você está?]
O General é inocente,
e ninguém mais o viu
de fato pessoalmente;
Ninguém faz sequer idéia
há mais de sete meses
como na verdade ele está.
[Liberdade! Liberdade!
Liberdade doce liberdade
Onde é que você está?]
Difícil situação para
quem tem o dever
de zelar pela vida
do General e da tropa
onde faltam muitas
coisas além da compreensão,
e sobra falta de muita justiça.
[Liberdade! Liberdade!
Liberdade doce liberdade
viver sem o direito de ter não dá!]
I
Micropoema à 30 de novembro...
Mesmo que ninguém me veja,
porque se trata de só mais um poema,
misturado no ar e entre a tropa,
(na boca do povo com toda a certeza),...
quero saber se soltaram
o General que preso não
deveria nenhum minuto estar;
não tenho nenhuma notícia
quando a Justiça vai o libertar.
II
Micropoema à 1 de dezembro...
Outros mais de duzentos já
(deveriam para casa voltar),
apenas só soltaram vinte e seis;
com um pouco mais de boa vontade
não é difícil fazer cumprir as leis,
como se encontra o General:
Socraticamente só sei que nada sei.
O destino é
como um rio
que sabe
o lugar
e onde
irá chegar
mesmo
em meio
a turbulência
que o faz
transbordar,
O calendário é
como as águas
que não
conseguem
represar,
É mais preso
como aquele
que preso
por causa
da consciência
todos sabem
que assim está,
Não só aquele
que prendeu,
mas quem não
consegue por ele
se indignar,
Mais um dia
sem notícias,
Não paro
de perguntar.
Rodeio Caminhante
Em Rodeio caminhante
a pé, de mochila nas costas
ou mesmo de bicicleta,
Mesmo sem escrever
você acabará virando poeta.
A Região do Vale das Águas
de repente de ti fará parte,
Neste um dos caminhos
do Vale Europeu há muitas
histórias para contar,
Que você irá se encantar.
No Picol Paradis você
surpreenderá a si mesmo
bem, feliz e refeito,
E no Caminho dos Anjos
se apaixonará de vez por Rodeio.
Campo Erê Poética
Talvez nem mesmo
o tempo poderá
na verdade dizer
o motivo do muro
dos indígenas
erguido no tempo
e na Rota dos Incas.
Campo Erê poética,
misteriosa e minha
cainguangue de nome,
Em ti as araucárias
do destino e a tua
gentil erva-mate
seguem resistindo.
Muro dos indígenas
incas ou guarani
trocas de mensagens
a longa distância,
ou marco de uma
talvez pacificação,
vou na trilha expedição.
Para te ver de perto
que não há outra tu
no Caminho do Peabiru.
Lajeado Grande
Com o mesmo encanto
dos primeiros moradores
pelas tuas matas verdejantes
te reverencio nesta manhã
e em todas que estão porvir,
tudo em ti norteia a certeza
única de contigo prosseguir.
Bravos brasileiros gaúchos
que te escolheram erguer
o futuro na terra ainda
são inspiração para o coração,
porque da terra ergueram
esta gentil cidade com muito
amor e uma incrível paixão.
Bravos brasileiros gaúchos
que superaram unidos
os desafios do Grande Oeste
ergueram escolas e capelas,
e gratos nunca esqueceram
das Irmãs Catequistas Franciscanas
e do Frei Bruno que todos
sabe que para o nosso povo é santo.
Lajeado grande adorada,
tu me dá sempre os melhores
motivos para sorrir porque
o quê encontro aqui
não há comparável por aí,
Nada fará com que eu saia
daqui porque o teu amor
me captura diariamente,
e o meu amor por ti é crescente.
O velho tupamaro recebeu
a medida substitutiva,
Da liberdade gostaria
mesmo é ter notícia
porque ela é merecida.
Da liberdade da tropa
e do General entra
dia e sai dia não
veio até agora
nenhuma notícia.
A diplomacia da Guiana
em fuga de realidade
em nota segue
contando a sua ímpar
fantasia esequibana.
O Deus da Guerra não
vai dançar aqui entre
a vizinhança porque
a História do Esequibo
eu conheço de berço.
Rodeio Grandiosa
Minha Rodeio é pequena
que cabe na palma da mão
e ao mesmo tempo tão
grandiosa que traz o mundo
para dentro do coração.
Minha Rodeio grandiosa
sempre por ti sou
eternamente e agradecida,
refúgio poético
da nossa Santa Catarina.
Minha Rodeio é pequena
e tem a alma feita de poema
onde o Sol sempre beija
com toda a preferência
no Médio Vale do Itajaí.
Minha Rodeio grandiosa,
é nessa sua paz que
"deito e sempre me levanto",
e é por isso que eu
te amo todos os dias tanto.
Minha Rodeio é pequena
repleta de belezas,
graças a Mãe Natureza
e plena de gentileza
da nossa gente que
é a nossa maior riqueza.
A liberdade à beira do regato, Perfumada da relva, Enfrenta a vida com ousadia, mesmo sabendo que ela é uma selva - confia.
Carnaval doentio este que inundaram desfiles e blocos das imagens dos políticos mesmo por crítica é completamente repugnante porque atua como contra-propaganda e destrói a atratividade da festa para o público turístico e diminui a oportunidade de promoção da nossa cultura.
Tens a licença poética,
e até mesmo profética
de criar novas palavras:
por por realismo
e de sobrevivência
existencial neolog(ética).
Se não houver mensagem,
ao menos um sentido
doa a quem doer,
não é neologismo, meu amor.
Nem se licença houver
ou 'permitida' for,
doa a quem doer,
é erro ortográfico, meu amor.
Tens a liberdade da crítica,
e até mesmo ética
para iluminar
sem causar dor,
mesmo que seja
expressão de certo rigor.
Sob a luz do amoroso luar
nos campos da hileia,
entenda e não se feche
como se vivesse numa ilha.
Ao som da sinfonia lunar,
serei a alegria pelo ar
sendo somente tua
nas tuas mãos e de alma nua.
A dor e as penas alheias
me emocionam de tal
maneira que parecem
que todas me pertencem,
mesmo eu sendo inteira
feita de ferro e de fogo.
O latido do cão no canto
desta pequena cidade,
embala a douta solidão
que me instrui sem receio
a tocar no teu coração.
Enlevando o meu beijo
como oriental incenso
desconhecido que adentra
a janela do teu quarto
sem pedir permissão
trago nudez e celebração:
À ter contigo o previsto
encontro como quem
colhe o fruto raro,
porque de ti angariou
o encanto seráfico,
O pensamento teu
vive a ler o meu
que vive no mundo da Lua
em constante refúgio
deste mundo que remói
o quê nem viveu,
só para ferir o adversário.
O quê a gente anseia
só a nós de fato interessa,
sem relógio no pulso
e sem satisfação ao mundo:
um amor sem nenhuma pressa.
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