Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais

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A felicidade não está na igualdade dos pensamentos, e sim na superação das diferenças.

Ela não faz o seu tipo... Seu tipo é alguém muito mais idiota!

É que você não percebe, mas em todos aqueles “se cuida”, eu tava pedindo pra cuidar de você.

Me desculpe por não saber ser só uma amiga e obrigada por, apesar de tudo, ainda restar carinho em seu coração. Que nossos momentos possam ficar sempre dentro do seu e do meu coração.

Sim, sou sutilmente sarcástica com os medíocres, a ponto deles não entenderem o sarcasmo e se passarem por bobos.

Cada vez que pensamos que o problema não é nosso, essa atitude é o problema.

A base da vergonha não é algum erro que cometemos, mas que essa humilhação seja vista por todos.

E hoje eu aprendi que estar sozinho não é sinônimo de solidão, mas apenas um momento de reconciliação entre você e sua própria alma.

Percebi que agradar alguém quando se está se desagradando é o maior sinal de falta de amor próprio e você deve realmente procurar alguém que te ajude a recuperá-lo, antes que seja tarde demais.

Aprendi que enquanto você chora, a maior parte ri. E, que o choro de lágrimas revoltadas e raivosas são tão inúteis quanto querer perto aquele que não te quer.

Enxerguei que quando as pessoas perdem a paciência comigo, a minha já se esgotou há tempos e estou concentrada, tentando ser alguém melhor.

Aprendi que recebemos presentes inesperados, de pessoas inesperadas e, que estes presentes, quase sempre nem são materiais, são olhares, palavras, abraços, coisas que durante a limpeza do armário nunca conseguirei jogar no lixo.

E eu vi que buscar amizades é a coisa mais tola que podemos fazer! Verdadeiros amigos nos amam como somos e aceitam, ajudam; não destilam palavras negativas a seu respeito quando não concordam com você.

Entendi que posso ficar horas, dias, semanas tentando explicar a complexidade de meus sentimentos a alguém e, isso não muda o fato de que ele, provavelmente, jamais entenda nem mesmo uma palavra do que eu disse e ainda me julgue como chata ou louca.

Mas, mais que tudo, aprendi que todos os dias vivo aprendendo, descobrindo, vendo coisas que ontem mesmo estavam diante de mim e eu não enxergava.

Que exuberância é mesmo viver! Nunca temos a última oportunidade, a última vez, a última descoberta. O caminho abriga segredos só descobertos pelos mais audaciosos.

Todas as vezes que desacreditei, a vida se encarregou de mostrar todo o brilho. Só vê o brilho quem quer, só sente, quem deixa a magia tomar conta...

Não busque o conhecimento por causa dos aplausos, ou para lhe capacitar a discutir com os outros, mas para o benefício de sua alma.

Quando o amor se tornou tão triste? Quando ele começou a me machucar tanto? Não deveria tê-lo amado...

Não duvido mais do que já suponho.

Fracasso é uma possibilidade. Se as coisas não estão fracassando, você não está inovando o suficiente.

Meu coração está doendo, não dormi direito a noite toda, e as poucas vezes que dormi sonhei com você!

Ainda procuro em teus olhos vestígios do meu amor não correspondido

É preciso que não nos deixemos enganar: "não julguem" dizem, mas eles mandam tudo que atravesse seu caminho para o inferno.

Não dá para me enganar e escapar à constatação brutal de que não importa o quanto você se mostre entusiasmada, não importa a certeza de que caráter é destino, nada é real, passado ou futuro, quando a gente fica sozinha no quarto com o relógio tiquetaqueando alto no falso brilho ilusório da luz elétrica. E, se você não tem passado ou futuro, que no final das contas são os elementos que formam o presente todo, então é bem capaz de descartar a casca vazia do presente e cometer suicídio. Mas a massa fria entranhada em meu crânio raciocina e papagaia, ´Penso, logo existo´(...). Para que serve a boa aparência? Garantir segurança temporária? De que adianta o cérebro? Para dizer apenas "eu vivi e compreendi"?

Sylvia Plath
Os diários de Sylvia Plath 1950-1962. São Paulo: Editora Globo, 2004.

Se não ama, faça como se amasse.

Como as pessoas não entram em colapso com a futilidade da própria existência?

Os filhos são como as águias, ensinarás a voar, mas não voarão o teu voo. Ensinarás a sonhar, mas não sonharão os teus sonhos. Ensinarás a viver, mas não viverão a tua vida. Mas, em cada voo, em cada sonho e em cada vida permanecerá para sempre a marca dos ensinamentos recebidos.

Por exemplo: em uma sala de aula no colégio, uma discussão sobre se é certo ou não matar criminosos nunca aconteceria, mas se acontecesse, todos diriam: ”Não podemos fazer isso" e fingiriam ser boas crianças, é claro, essa a resposta é politicamente correta. Em público, as pessoas precisam manter esse tipo de fachada.