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Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar

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A Hora Íntima

Quem pagará o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?
Quem, dentre amigos, tão amigo
Para estar no caixão comigo?
Quem, em meio ao funeral
Dirá de mim: — Nunca fez mal...
Quem, bêbado, chorará em voz alta
De não me ter trazido nada?
Quem virá despetalar pétalas
No meu túmulo de poeta?
Quem jogará timidamente
Na terra um grão de semente?
Quem elevará o olhar covarde
Até a estrela da tarde?
Quem me dirá palavras mágicas
Capazes de empalidecer o mármore?
Quem, oculta em véus escuros
Se crucificará nos muros?
Quem, macerada de desgosto
Sorrirá: — Rei morto, rei posto...
Quantas, debruçadas sobre o báratro
Sentirão as dores do parto?
Qual a que, branca de receio
Tocará o botão do seio?
Quem, louca, se jogará de bruços
A soluçar tantos soluços
Que há de despertar receios?
Quantos, os maxilares contraídos
O sangue a pulsar nas cicatrizes
Dirão: — Foi um doido amigo...
Quem, criança, olhando a terra
Ao ver movimentar-se um verme
Observará um ar de critério?
Quem, em circunstância oficial
Há de propor meu pedestal?
Quais os que, vindos da montanha
Terão circunspecção tamanha
Que eu hei de rir branco de cal?
Qual a que, o rosto sulcado de vento
Lançara um punhado de sal
Na minha cova de cimento?
Quem cantará canções de amigo
No dia do meu funeral?
Qual a que não estará presente
Por motivo circunstancial?
Quem cravará no seio duro
Uma lâmina enferrujada?
Quem, em seu verbo inconsútil
Há de orar: — Deus o tenha em sua guarda.
Qual o amigo que a sós consigo
Pensará: — Não há de ser nada...
Quem será a estranha figura
A um tronco de árvore encostada
Com um olhar frio e um ar de dúvida?
Quem se abraçará comigo
Que terá de ser arrancada?
Quem vai pagar o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?

Eu não acho que é preciso saber exatamente quem sou. O que realmente importa na vida e no trabalho é se transformar em alguém diferente do que se era no começo.

Michel Foucault

Nota: Trecho de entrevista conduzida por R. Martin e gravada em 25 de outubro de 1982.

Eu tenho a incrível capacidade de poder ser quem eu quiser, mas eu prefiro simplesmente ser ninguém.

Eu sou...
Eu sou o que??
Quem é capaz de responder?
Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever..............
Quem sou além daquela que quero ser?
Mas quem sou eu além daquela que aqui está?
Sou o que você vê…
Ou o que quero mostrar.
Mas se olhar por mais de um segundo,
Verá vários “eus”,
Eu o que fui, eu o que sou e eu o que serei.
EU SOU este momento...
Sou acima de tudo e antes de mais nada sentimento...
Assim sou eu...ღ♥

Agora é assim, primeiro eu. Quem não gostar das regras, não joga. Tô feliz, acredita ? Olha só a irônia, fui buscar o amor e já tinha. Fui tentar ser feliz e já era. Fui tentar me encontrar e me perdi. E, que loucura, precisei me perder pra me valorizar.

Eu gostaria de saber exatamente quem estamos convidando para nossas vidas.

Tenho esta vida, que usarei para crescer. Quem eu era antes, já não me consigo lembrar.

É muita pretensão de quem está de fora, dizer quem eu sou ou não. Por isso contente-se com o que você acha, pois jamais saberá quem sou de fato.

Eu vou pagar a conta do analista para nunca mais ter que saber quem eu sou.

Eu só tenho a agradecer a todos os amigos falsos que já tive. Sem eles, eu nunca saberia quem são os verdadeiros.

"Gostando de quem não devo, gosta de mim quem eu não gosto. Gostaria de gostar de você e que você gostasse de mim. Será ilusão demais?"

Ela voltou com o ex, e eu voltei a fumar. Mas acreditem, quem voltou pras drogas não foi eu.

Às vezes eu falo com a vida, às vezes é ela quem diz: qual a paz que eu não quero conservar pra tentar ser feliz?

O Rappa

Nota: Trecho da canção Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero).

Este inferno de amar

Este inferno de amar – como eu amo!
Quem mo pôs aqui n’alma… quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é vida – e que a vida destrói.
Como é que se veio atear,
Quando – ai se há-de ela apagar?

Eu não sei, não me lembra: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez… foi um sonho.
Em que a paz tão serena a dormi!
Oh! Que doce era aquele olhar…
Quem me veio, ai de mim! Despertar?

Só me lembra que um dia formoso
Eu passei… Dava o Sol tanta luz!
E os meus olhos que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? Eu que fiz? Não o sei;
Mas nessa hora a viver comecei…
Por instinto se revela,
Eu no teu seio divino
Vim cumprir o meu destino...
Vim, que em ti só sei viver,
Só por ti posso morrer.

Quem sou eu?

Eu sou o tudo. Eu sou o nada.
Sou os livros que li, os momentos que passei, eu sou os brinquedos que brinquei, e os amigos que conquistei. Sou o amor que dei, e os amores que tive, as viagens que fiz e os esportes que pratiquei. Sou minha matéria preferida, minha comida predileta, essa sou eu ...... eu mesma, será que vais entender? Sou o ódio resguardado, sou os sonhos realizados, os objetivos alcançados. Eu sou o meu interior,mas também meu exterior.Sou um conjunto de fatores que você não pode entender. Sou a saudade, os abraços que já dei, eu sou o passado, mas também o presente e o futuro,sou os meus atos.
Sou o perfeito, mas também sou o imperfeito. Sou o contraste e a contradição.Sou a complexidade do mundo. Sou o que ninguém vê.
Eu não vou ficar chorando pelo que os outros falam ..... eu faço o que acho certo e o que eu tenho vontade. Não me arrependo de nada e seria até capaz de repetir tudo de novo. Pelo menos sei que mesmo tendo dado tantos erros, eu tentei, eu fui em frente, e eu não me envergonho.
Não vou julgar os outros que falam de mim, afinal, quem sou eu pra julgar os que me julgam?

Quem é você? — perguntou a Lagarta.
Eu... mal sei, Sir, neste exato momento... pelo menos sei quem eu era quando me levantei esta manhã, mas acho que já passei por várias mudanças desde então. — respondeu Alice.
Que quer dizer com isso? — esbravejou a Lagarta. Explique-se.
Receio não poder me explicar. Por que não sou eu mesma, entende? — disse Alice.
Não entendo. — respondeu a Lagarta.
Receio não poder ser mais clara. Pois eu mesma não consigo entender, para começar; e ser de tantos tamanhos diferentes num dia é muito pertubador. — completou Alice.

Alice no país das maravilhas Lewis Carroll
CARROLL, L., Alice no País das Maravilhas, 1865

Se não eu por mim, quem por mim? Se eu for só por mim, quem sou eu? Se não for agora, quando?

Hilel, o Ancião

Nota: Trecho de "Pirkei Avot 1:14".

O que eu não quero, é não ser quem eu sou
Eu sou feliz, sambando assim meu rock'n roll

Fernanda Takai

Nota: Trecho da música O amor não acaba (pra quem é do bem), parceria entre Affonsinho e Fernanda Takai.

...Mais

Beija-me e não me deixes ver teus olhos! Perdoo-te o mal que me fizeste. eu amo quem me mata. Mas como poderei perdoar quem te mata?

Eu mato quem tiver que matar
Enfrento as chamas, queimo as flâmulas
A margem me chama
Odeio o mundo, só quero minha dama