Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar
Cem reais
Há quem não vê, cegueiras...
Há quem vê indiretamente
Há quem vê uma simbologia
Há quem vê um signo linguístico
Há quem vê o ovo de Clarice Lispector
Há quem vê a nota rasgada
Há quem vê cigarrinho monetário
Há quem vê um papel estilizado
Há quem vê a maior nota
Há quem vê um maço dela
Há quem vê o preço de um produto
Há quem vê lá e eventualmente
Há quem vê ali e sempre
Há quem vê o fim da sequência de cédulas
Há quem vê 10 notas de 10
Há quem vê a tarja, a marca d'água...
Há quem vê o que não é, a falsificação
Há quem vê a estética
Há quem vê uma garoupa que assistiu pela TV
Há quem vê e lembra dos tempos do "O Dólar Furado"
Há quem vê e quer na coleção
Há quem vê a inflação
Há quem vê um aumento salarial
Há quem vê o investimento multiplicado
Há quem vê um componente da matemática financeira
Há quem vê reserva de divisas
Há quem vê libra, euro, dólar
Há quem vê a bolsa de valores
Há quem vê um tributo
Há quem vê política nisso
Há quem vê uma propina
Há quem vê instrumento para Deus ou Diabo
Há quem vê oferta ou oferenda
Há quem vê filantropia
Há quem vê o sorriso estupefato do mendigo
Há quem vê uma filosofia de vida
Há quem vê a sorte de quem achou na rua
Há quem vê o programa de uma garota
Há quem vê seu valor diminuir
Há quem vê tal valor invertendo valores
Há quem vê o mal do mundo
Há quem vê e sonha
Há quem vê um centenário
Há quem vê aula sobre Saussure
Há quem vê um abstrato número
Há quem vê um retângulo alongado
Há quem vê uma dobradura lúdica
Há quem vê uma aposta
Há quem vê indo pelo ralo
Há quem vê e sente a mão coçar
Há quem vê e imagina cheiro de dinheiro novo
Há quem vê saindo do caixa eletrônico
Há quem vê sendo depositado no caixa
Há quem vê "sem" hoje e cem amanhã
Há quem vê cem hoje e "sem" amanhã...
Há quem vê o pagamento de uma dívida
Há quem vê uma ou mais coisas
O que é tua nota de cem?
E o que você vê?
Entorpecentes bombas atômicas
Quem não se recorda, pasmo pelo terror, dos devastadores efeitos das bombas atômicas do século passado nas cidades de Hiroshima e Nagasaki no final da Segunda Guerra Mundial? Pois digo que aquele horror tão evidente não tem o impacto dos horrores causados por outro tipo de "Bomba Atômica": o advento das drogas. A partir da década de 1960, com a liberalidade exacerbada apregoada pelos quatro cantos do mundo como modelo de virtude, presenciamos o surgimento e a detonação da mais devastadora "arma letal" dos últimos tempos, a bomba das drogas, a qual repercute tão ferozmente e destrutivamente, sendo um tanto difícil mensurar em poucas palavras os estragos por ela causados... Inicialmente, dois tecidos são dilacerados, o epitelial, ou seja, a pele, o corpo, a saúde dos consumidores de drogas. Depois o tecido social, ou seja, a sociedade estabelecida e principalmente sua célula preciosa: a família. Em efeito dominó, bairros vão sendo corrompidos, cidades, estados, países, continentes... O poder público, notoriamente e historicamente corruptível, é mais suscetível aos desdobramentos e efeitos colaterais das drogas, pois alastrou-se pelo mundo todo um tipo de câncer causado pelas drogas que se configura pelo poder paralelo, uma criminalidade que produz drogas, forma marginais, gera enfim... morte! A bomba das drogas, ora silenciosa e sorrateira, ora escancarada e noticiada, é algo sem precedentes na história humana, pois repercute no âmago do indivíduo e da sociedade de forma incomparavelmente nociva, um cogumelo de irradiação dilacerante, ceifando vidas, estruturas familiares; corrompendo valores, princípios, democracias, leis... Os jovens constituem a faixa etária mais visada e mais vulnerável, um público cativo muitas vezes, tanto em bailes Funk como em campanhas de apologia às drogas e sua liberação... não têm consciência de que são contribuintes na lógica da arregimentação de partidários e na arrecadação de fundos da indústria armamentista da metafórica bomba atômica, entranhada nas hierarquias da governança que move o ser humano, criatura tão apegada ao poder e ao que ele simboliza. Com isso, governos mesclam o Estado de Direito com o Estado Paralelo, num enlace nefasto, por si só, outra "bomba atômica"... Reflito novamente sobre o poder de destruição das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki, agora convido o leitor deste texto a fazer o mesmo, comparando-as com os rastros de destruições que presenciamos tão cotidianamente ocasionados pelas drogas... Portanto, proponho uma questão: o que fazemos para que não seja apertado o botão detonador da "bomba atômica" das drogas?
A ninguém é dado o direito de ser inútil, pois, não há quem seja tão sábio que não possa aprender, tão tolo que não possa ensinar, tão sego que não possa ver, tão mudo que não possa se comunicar ou mesmo tão pequeno que não possa vir a ser o maior. No espetáculo da existência todos somos capazes de superar nossas diferenças.
Não estou diante de lágrimas erodentes de dores e mágoas.
Muito menos de paixões e amores.
Quem me dera tê-las ao meu lado como amigas do meu desprazer.
Mas minhas amarguras não se comportam de modo como as suas.
Há quem diga que algo nesse mundo seja capaz de largar a plena paz.
Por um sorriso, por um “Obrigado”.
Há quem diga que existem pessoas que não se importam com a própria imagem.
Que buscam dias ensolarados envolvidos em braços fracos, lábios rachados de noites incessantes de frio e chuva.
Há quem diga que existem pessoas que são capazes de trocar o dia e a noite por indiferentes sentimentos. Frios, simples. De fato, indiferentes.
Há quem diga que exista pessoas que lhe procuram mesmo em dias de tempestades aterrorizantes.
Há quem diga que o dia passa e a manhã seguinte é capaz de invadir sua casa com uma luz forte, amarela. Quente. Que nessa manhã tudo é diferente e você não precisa das pobres indiferenças.
Há quem diga que podemos mudar alguém.
Há quem diga que um alguém é capaz de mudar suas atitudes.
Mais fácil seria se soubessem o que dizem.
Mais fácil seria se lhe deixassem um bilhete pela manhã dizendo que não existe mais.
Não aqui. Nem perto.
Que existe longe de tristezas e dissabores.
Em um lugar onde não se precisa de olhares pobres e frios.
Medíocres, sem interesse.
Longe de ignorância e descaso de sentimentos.
Só aprende a andar de bicicleta quem tem ousadia e não desiste, mesmo após vários tombos e machucados…
Gosto de ser quem sou e manter minhas próprias opiniões. Ser original é a melhor maneira de mostrar quem realmente é.
MORTE
O que é a morte para quem morre? Nada! Pois enquanto vivemos não conhecemos a morte, quando morremos ela não nos causa mais medo.
A vida de quem vive pode ser tão mais interessante do que as histórias. Nós é que esquecemos de amparar o olhar nas frestas da realidade.
Uma coisa aprendi hoje, cuidado com assuntos polêmicos, carapuça cabe na cabeça de quem você nem imagina.
Tantas coisas são desnecessárias. Dar valor demasiado a quem não corresponde, insistir em algo que sabe que não é pra você. São exemplos de atraso de vida. Atraso de vida é tudo aquilo que paralisa ou impede bons acontecimentos. Eu, tenho urgência em viver bem e com os bons.
Alessandra Gonçalves
Quem enxerga muito a si próprio, fica cego a enxergar os outros... E quem não consegue ver o simples que te fascina e faz brilhar os olhos, não tem capacidade de ter as melhores pessoas.
Gosto da loucura de ser quem sou,
Entardecer atrasado,
trânsito engarrafado,
E uma bela certeza de sorrir a dois.
A simplicidade rende bons sorrisos,
Desencadeia múltiplos sentidos,
Descarrega sensações
que a pouco era apenas pensamentos bons.
Nuca será, aquilo que em dúvida se planejou,
Timidez dando lugar ao sorriso,
conversa distante deixando o abraço agir
o beijo instigando o que na mente acabara de explodir.
Vontade, desejo, um segredo aberto
momento certo, reciprocidade elevada
Química, física e filosofia retorcida
mãos, nuca, sem vontade da despedida,
Apenas de querer ficar,
vontade de querer estar.
Evidenciando o que a pouco o frio pode proporcionar.
de ondulações e olhos fechados
o passado rendeu breves histórias
e o presente rendendo sorrisos a mil.
Olhar sedutor da pele macia,
Toque intenso arrepiando a fantasia
o gosto do beijo, mão no cabelo,
arranhando o desejo sendo toda minha.
Da partida a chegada, de mais uma madrugada
arrancando-me os suspiros,
corpos desconhecidos,
que aos poucos se revelam
e fazem dos caminhos tortos o farol
morrendo em intensidades
revivendo a insanidade
fazendo do verbo
a principal fonte de excitação.
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