Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar
"Memórias de Um Pai"
Quando eu o vi pela primeira vez,
Minhas pernas não tinham comando,
Eu suava frio admirando-te,
De alegria chorei em prantos;
Tão pequeno e indefeso,
Tão lindo e perfeito,
Seu perfume me encantou,
Levo aqui sempre dentro do peito;
Quando no corredor ouviu minha voz,
Virando a cabeça ao meu encontro,
Lembraste das noites antes dormir,
No ventre de sua mãe para ti cantando;
Meu melhor presente,
O maior tesouro desse mundo,
Concebido no ápice do amor,
Conexão de corpos tão profundos;
Com minhas mãos te protejo,
Nas madrugadas a te cuidar,
"Gorfos" e cólicas dolorosas,
No meu colo por horas a te balançar;
Desde pequeno tão desejado,
Ora choro, outrora risonho,
Pedi Deus com muita fé,
Que eu jamais acordasse desse sonho;
À medida que vais crescendo,
Meu pequeno e adorado filho,
Tem da mãe a beleza,
Sorriso marcado pelo o brilho;
Quando não estiver aqui neste mundo,
Onde quer que eu esteja,
Cuidarei de ti dia e noite,
Até que feliz para sempre esteja;
Filho amado, meu bebê,
Lembra-te de mim e tudo o que fazia,
Do amor verdadeiro do pai,
Até o fim dos seus felizes dias!
Encontrando o Amor
De repente aconteceu
Um encontro entre o amor e eu.
Esse novo amor apareceu
Foi tão mágico o que aconteceu.
Fiquei receosa, com razão
Machucado estava meu coração.
Hoje a felicidade é tanta
Que ando de mãos dadas
Com o novo amor.
Imaginava não sentir nunca mais algo assim...
No entanto esse amor me surpreendeu.
Veio numa velocidade
Que todo meu corpo tremeu.
A pele esquentou
Tudo foi tão avassalador
Não deixo nunca mais esse novo amor.
Ainda estou a tremer
Só de lembrar do novo amor e eu.
Foi mágico maravilhoso
Hoje me eternizo em seus braços meu doce novo amor.
Meire Perola Santos
20/11/2019
20:49
Chegou um tempo em minha vida que eu disse:
- Sou dona da verdade!
Estava morta sem saber que de fato a morte havia chegado.
O QUE EU QUERIA
Eu queria um amor
Puro como a flor
mas querer não é poder
por isso vivo aqui a sofrer
mas o que quero não é nada demais
Só queria amigos leais
e amores sinceros demais
que me apoiassem e me amassem
mas depois de muito procurar
e muito falhar
percebi que eu sou meu próprio abrigo
só preciso viver comigo
para ter paz e segurança
e que mesmo com minha solidão
sinto algo no coração
que me dá um pouco de esperança
porem ainda tenho muita dor no coração
causada por muita mágoa e decepção
causada pela falta de atenção
Prioridades amigo
É tudo que eu mais queria
E como queria
Eu não os dei a vida...
Eles deram a minha...
... Morria um pouquinho cada vez que pensava que não poderia ter filhos...
Até hoje ainda não absorvi a emoção de te los em meus braços é uma fusão louca de "tantos" sentimentos...
Já os amava antes de serem concebidos, já os conhecia, já os esperava... Sempre fizeram parte da minha vida...
Não é biológico, nem cultural é destino...
Eu não os dei a vida... Eles deram a minha...
Vivi o suficiente para compreender que a minha vida seria vazia...
Como que se faltasse sempre algo...
Algo que não foi preenchido com o passar dos anos...
Nem com grandes viagens ou com qualquer outra coisa....
Se tem explicação eu não sei...
Assim como não entendo quem não sente ou sentiu isso...
Me sinto completa...
Eles me completam...
Não sei se isso basta...
Porém, me basta...
Ele tem vergonha de mim... Que dor eu senti quando eu soube... passou um filme pela minha cabeça, de todas as lutas que passamos juntos, de tudo que superamos, tudo que vivemos até aqui! Mas parece que isso não foi o suficiente... Me perguntou se eu queria ir em um evento familiar que ia ter no trabalho dele, depois ele próprio respondeu que não, né "você não quer ir" na hora eu já senti aquela facada no peito... Ele com 43 anos eu com 29 nunca tive vergonha dele, mesmo sabendo que ele é bem mais velho que eu, sempre tive orgulho dele, da nossa história... Mas ele ao contrário tem vergonha de mim, pelo meu peso talvez, pelo fato de eu ter me desleixado depois de dar à luz a filha que ele tanto queria... Agora ele tem vergonha de mim! Tantas qualidades que eu tenho e ele só enxergou o meu peso.
Quando eu fui criança IV
Um senhor, libanês, abriu uma banquinha em frente ao Grupo Escolar Carmela Dutra, para vender bananas..
No dia da inauguração, como não podia deixar de ser, eu andava por ali, olhando, vendo ele montar as bancadas. Não sei porque o libanês me convidou para trabalhar com ele; Convite aceito imediatamente.
Depois da entrevista, acertado os direitos e obrigações de cada um, fui para a minha casa com o compromisso de voltar à tarde.
Cheguei no horário combinado. Já "almoçado", Precisava, eu ia ficar a tarde toda no "serviço"
Como ele tinha outros compromissos pela cidade. antes de sair, me deu umas aulas sobre o produto (bananas) e umas orientações básicas necessárias: tipo de banana, preços, , como fazer troco, etc. e lá se foi o libanês, deixando aos meus cuidado, seu patrimônio.,
A princípio, ainda com a barriga cheia, pois tinha acabado de almoçar, não me interessei muito pelas bananas, mas com o passar do tempo, sem nenhum movimento mais a demora pela volta do dono, fui experimentando as bananas e suas variedades.,
Comi tanto que comecei a passar mal. Tive que me deitar debaixo de uma das banquinhas,onde fiquei torcendo de dor, não podia nem me mexer que doía tudo . Foi aí, então, que vi o dono. Primeiro ele olhou para as pencas, analisando as faltas, ficou um tempo pensando, depois olhou por debaixo da banquinha, onde eu estava deitado. Sem sentimento de pena, não me perguntou nada., só falou: amanhã você não precisa vir mais . E pior, nem me pagou.(I
Eu anseio pelo incerto, um tanto quanto crédulo mas um pouco quase que esperto, ao certo estou mais perto da incerteza se sou intrépido ou se estou apenas incerto.
"Em meio a um país de dor,com o pobre que não tem valor e navega em mares de escuridão.Eu clamo aos que lutam pelo bem,sem ajuda de ninguém se doando com paixão.A causas voluntárias,sem usar indumentária são resistência, são solução!".
(Rodrigo Juquinha)
"Eu quero um Brasil nada odiento,sem passado sangrento pela diferença no pensar.Quero páginas de uma nova história,onde busquemos menos glória,onde aprendamos verdadeiramente amar!".
(Rodrigo Juquinha)
Uma vez li que "Amar é fazer um jantar sem saber se o outro virá", no nosso caso quando eu sentei, você levantou e eu fiquei lá esperando você voltar, esquentando e esquentando o jantar, esperando você voltar, me dar um beijo e sentar, mas no fundo eu sabia que você não voltaria, não pra mim, que vc foi e mesmo eu tendo ficado você comprou passagem só de ida...
foi assim que você pensou que eu ficaria
no mundo
com corpo de besta vestida
usando um lápis pousado na orelha
Eu invejo a porra do computador somente
por ele ter um botão de DELETE. Enquanto
nós, meros humanos, temos que carregar o
imenso fardo de nossos erros, pecados e
malditos momentos passados.
Agora sim eu to tranquilo,
Agora esqueci do Mundo...
Pode falar o que quiser,
Da mente sã de um vagabundo.
VOU DAR UM TEMPO
E quando eu chorar
Vou dar um tempo
Um tempo de as lágrimas
Secarem.
Mas se for inverno
E a chuva cair
E as lágrimas não fugirem
A terra vai alagar.
Pode ser que ninguém vê
Porque talvez a terra
Esteja dentro de mim, de você.
Ou que o barro seja nós!
Pode ser que alguém se afogue
Nesse barro da infinitude.
Vou dar um tempo
Quando eu chorar
E pode ser que a terra esteja
A me habitar, ou aí dentro de você.
Se eu não der meu tempo
Vou me afogar.
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